Consumo de alimentos congelados aumentou no Brasil

 

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Segundo um estudo publicado recentemente, o Brasil é o país da América Latina em que os consumidores mais consomem alimentos congelados. O estudo aponta que o motivo pelo qual 61% dos brasileiros consomem alimentos congelados está na preferência por algo prática, simples e rápido e cozinhar. O mesmo estudo indica que as marmitas e os menus pré-concebidos são as escolhas preferidas pelos consumidores que efetuaram o estudo. Além destes fatores, a qualidade da alimentação ter melhorado consideravelmente foi outro fato determinante para conquistarem as preferências dos brasileiros.

A pesquisa foi realizada pelo Ibope Brasil Food Trands 2020 e traz dados concretos sobre o estilo de vida dos brasileiros. O estudo dividiu os intervenientes em três classes distintas e igualitárias (todas as classes tinham 33% dos intervenientes), tinham um emprego com duração máxima diária, e por isso, os intervenientes reclamaram a falta de tempo para se dedicar a tarefas domésticas ou alimentares, optando por opções mais práticas e rápidas. Outro estudo, agora realizado pelo Consumer Watch Express Shopper, indica que mais de metade dos brasileiros (61%) preferem consumir este tipos de refeições.

A verdade é que com o passar do tempo e à medida que o ritmo das vidas da sociedade brasileira foi aumentando, estes tipos de ofertas alimentares passaram a ganhar a sua posição no mercado alimentar. Este tipo de comportamento alimentar que era apenas visto nas classes mais abastadas, acabou por se alastrando às restantes classes sociais, principalmente nas metrópoles ou grandes cidades brasileiras onde o papel da mulher ganhou uma maior notoriedade e necessidade.

A entrada das comidas congeladas no cardápio brasileiro levou a uma consequente mudança nos hábitos alimentares das pessoas intervenientes e nas indústrias que produzem os alimentos como os setores de atacado ou varejo. Neste momento, a aposta destes setores passa por encontrar alternativas para oferecer o seu produto com a melhor qualidade possível e que seja fácil de serem preparados para uma pessoa ou para a sua família. Outra pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Industrias de Alimentação refere que a estimativa da receita total que o mercado alimentar recebe dos alimentos congelados prontos para consumir ultrapassou os 7 bilhões de reais há seis anos atrás. Já outro tipo de forma de preparação alimentar como o foodservice lucrou perto de 100 bilhões de reais no ano de 2012.

Segundo o que estes dados apontam estamos perante um negócio em clara evolução. Este estudo refere que mais de duas centenas de cidades do Brasil ainda não têm este tipo de comportamentos incorporados no seu estilo de vida da classe média brasileira, contudo outro dado que é irrefutável e que ajuda a compreendera dimensão do negócio no Brasil é o fato dos brasileiros estarem a dispender mais dinheiro e tempo em comer fora de casa.

O Brasil pretende aumentar sua produção agrícola utilizando tecnologias para minimizar o impacto ambiental

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O que ajuda a lavoura a crescer vem do céu, e não é só a chuva. Os drones fazem aquelas imagens espetaculares, porque conseguem chegar onde é quase impossível. Como no meio de uma lavoura sem pisar em nenhum pé de soja. Os drones são orientados por GPS, o Sistema de Posicionamento Global por Satélite, usam sensores de luz infravermelha para fazer um Raio-X nas plantas a fim de descobrir doenças no lugar exato da lavoura.

Em vez da mão calejada pela inchada, o agricultor agora precisa de sensibilidade nos dedos. Por isso, o serviço nacional de aprendizagem rural criou o curso de piloto de drone. A engenheira agrônoma, Luana Belusso explica: “Eu quero utilizar essa tecnologia que é a questão de imagem, para nós verificarmos a questão de pragas, questão de infertilidade de solo, mancha de solo. Nós conseguimos agir em tempo de reverter um possível problema.”

Tem pessoas que sonham em dirigir veículos caros e os maquinários como a colheitadeira, custa em média R$ 1,5 milhão. Não precisa nem saber dirigir, pois o GPS faz tudo sozinho. É como um carro de luxo. Ar-condicionado, rádio, frigobar e painel touch screen. Controle da colheita na ponta dos dedos.

“Isso aqui eu me refiro como se fosse uma verdadeira indústria ambulante. Ela é capaz, durante o movimento dela, de cortar o pé de soja, recolher, e colocar nas esteiras. Ela também é responsável por passar para dentro da máquina, separar a vagem, e todo material de soja do grão. Após isso, ela ainda consegue colocar em cima do caminhão e oferecer informações sobre a quantidade e o local onde retirou essa soja”, diz o agricultor, Marcelo Fernando Vankevicius.

Tudo é medido e calculado para que cada planta produza mais e não haja desperdícios. É a chamada agricultura de precisão. O drone mostra do alto uma plantação milimetricamente perfeita. Resultado de tecnologia e conhecimento. Em grande parte, foi desenvolvido pela Embrapa, uma empresa pública criada há mais de 40 anos. A empresa foi responsável por desenvolver sementes adaptadas ao nosso clima e transformar em produtivo o solo do cerrado considerado pobre. No Rio Grande do Sul a produtividade também aumentou. Na fazenda de arroz em São Sepé eram colhidos nove mil quilos por hectares há 35 anos quando a família começou na plantação. Hoje são 15 mil, bem acima da média do mercado.

O engenheiro agrônomo, William Schroder diz: “Hoje a gente está vivendo numa era eletrônica que também é fundamental no processo da lavoura.”

O crescimento da agricultura teve muitas polêmicas. O uso de agrotóxicos mais do que dobrou em uma década, junto ao plantio de sementes transgênicas. 95% da soja e 87% do milho são produzidos a partir de sementes geneticamente modificadas. De um lado a agricultura e a pecuária, do outro, a área mais escura, a mata nativa. Uma vizinhança cheia de conflitos. Conforme a fronteira avançou a floresta perdeu terreno. Existem lugares próximos das lavouras que são uma espécie de oásis. Uma reserva florestal cheia de animais selvagens, capivaras, onças. O Brasil quer aumentar a produção de alimentos. Será possível fazer isso sem que lugares como este desapareçam da paisagem?

Segundo o gerente do Jotabasso Sementes, Tages Martinelli é possível. “Nos últimos 20 anos nós aumentamos em mais de 50% da nossa produção na mesma área de agricultura, preservando a reserva próxima, preservando o meio ambiente”.

O desmatamento era muito alto até 2004 quando uma área da Amazônia equivalente ao estado de Alagoas sumiu naquele ano. A derrubada de árvores caiu nos anos seguintes por causa de iniciativas como o Plano de Prevenção de Controle do Desmatamento do governo, e a Moratória da Soja, um acordo com grandes empresas para não comprar soja plantada de áreas desmatadas. Mas a derrubada da floresta voltou a crescer nos últimos dois anos.

Segundo Paulo Adario, especialista em floresta do Greenpeace, a situação preocupa. “O farol vermelho se acendeu de novo na Amazônia. Além disso, há o desmatamento invisível e que precisa entrar nas estáticas brasileiras do cerrado. O desmatamento do cerrado está chegando de 6 a 7 mil quilômetros por ano junto com a Amazônia e voltou a entregar ao Brasil a taça de campeã mundial do desmatamento.”

 

Veja também: Alimentos orgânicos ajudam na preservação do meio ambiente.

 

Zero Hora de Eduardo Sirotsky Melzer é finalista de prêmio de Jornalismo

Com a matéria “Mais velhos e com pouco dinheiro”, que informa o conjunto de desafios econômicos e sociais provocados pelo envelhecimento da população gaúcha, o jornalista Cadu Caldas, que trabalha para o jornal Zero Hora do empresário Eduardo Sirotsky Melzer, foi selecionado entre o grupo de finalistas da premiação Citi Journalistic Excellence Award, que escolheu apenas três brasileiros para essa etapa final. O prêmio para a melhor reportagem vai ser revelado no mês de abril, na cidade se Nova York.

O Citi Journalistic Excellence Award começou em 1982, desenvolvido pelo Citigroup, e tem o intuito de prestigiar os principais talentos do jornalismo em âmbito internacional. O prêmio é considerado uma referência global nesse meio, já tendo sido vencido por mais de 300 jornalistas com especificação em Negócios, Finanças e Economia de diversos países diferentes.

Para a edição de 2017, mais de 100 reportagens escritas por jornalistas do Brasil foram inscritas no prêmio. Destes, a comissão julgadora do Brasil, da qual fazem parte jornalistas, professores e nomes importantes do jornalismo nacional, foi quem selecionou esses três finalistas.

Os ganhadores do prêmio de cada país vão participar de um seminário durante duas semanas na Columbia University, que está entre as melhores faculdades de jornalismo dos Estados Unidos. Durante o período, além de poderem trocar experiências com os outros ganhadores, os vencedores também irão conhecer personalidades de prestígio do mercado financeiro e visitarão várias instituições com sede em Nova York, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional, entre outros.

O reconhecimento em ser indicado para esse prêmio é um dos resultados da política institucional do presidente do Grupo RBS, Eduardo Sirotsky Melzer, que optou por investir na modernização e na melhoria constante do Zero Hora, tudo isso para levar ao público conteúdos interessantes e de máxima qualidade.

Formado em Administração de Empresas pela PUC-Rio Grande do Sul, Eduardo Sirotsky Melzer é neto do empresário Maurício Sirotsky Sobrinho, que criou o Grupo RBS durante os anos 50, sendo assim a terceira geração da família a assumir o controle da empresa.

Com uma carreira de enorme sucesso profissional, como um curso de MBA feito em Harvard e vários anos de experiência trabalhando nos Estados Unidos, Eduardo Sirotsky Melzer atua também como conselheiro de instituições como a Bienal do Mercosul e a Fundação Iberê Camargo. Em 2015, o executivo foi escolhido para participar do Instituto Cambridge for Family Enterprise, que é composto apenas por empresários de sucesso no meio das empresas com administração familiar.

Por todas essas questões, Eduardo Sirotsky Melzer vem fazendo um trabalho muito reconhecido na liderança do Grupo RBS, investindo principalmente no desenvolvimento das mídias digitais da empresa, que são vistas pelo executivo como um dos meios de comunicação essenciais para o futuro. Esse sucesso foi manifestado através dos inúmeros prêmios ganhos pelo empresário no decorrer dos últimos anos, como por exemplo, o prêmio concedido pelo portal Coletiva.net, na categoria Gestão de Marketing/Comunicação de 2015 e também o de Mérito em Administração no setor Privado do ano de 2015.

 

Cancelamento de 85 mil auxílios-doença indevidos, geraram R$ 1,6 bilhão aos cofres públicos

Um pente-fino feito pelo governo federal, trouxe R$ 1,6 bilhão para a economia brasileira. Para todo esse dinheiro ir parar nos cofres da União, o governo cortou cerca de 85 mil auxílios-doença que estavam sendo pagos sem nenhum motivo. Além do aumento de dinheiro nos cofres públicos, a medida tomada pelo governo federal teve o intuito de fiscalizar todos os beneficiários do auxílio-doença e retirar aqueles que não tinham porquê receber o benefício.
A fiscalização do governo federal começou no mês de julho ainda no ano passado. Os governantes relataram que identificaram 1,7 milhão de benefícios entregues por determinação judicial a pessoas que não tinham nem mesmo a avaliação médica exigida no mínimo nos últimos dois anos. Portanto, todas essas pessoas estavam recebendo dinheiro do governo sem nenhum motivo real.
Os governantes realizaram cerca de 87.517 perícias para identificar as pessoas que realmente precisam do benefício. Desse total que o governo avaliou até o momento, 73.352 pessoas tiveram o benefício cancelado, chega a ser 84% do total. Quando o governo anunciou sobre os cortes, o pronunciamento afirmava que 30% dos benefícios seriam removidos, mas segundo os governantes havia mais benefícios a serem revistos do que eles imaginavam.
Para realizar a perícia, os técnicos convocaram cada um dos beneficiários a comparecer ao local mais próximo. Somente nesse trajeto, 11.502 pessoas tiveram o benefício cancelado por não comparecer na perícia. A identificação dos beneficiários indevidos ocorreu por meio de uma análise do MDSA – Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário. Todos os 1,7 milhão de pessoas identificadas como inapropriadas para receber o benefício, foram convocadas para realizar a perícia.
Outro dado interessante é que o governo federal converteu cerca de 9 mil benefícios de auxílio-doença, em aposentadoria por invalidez. No auxílio-acidente, o governo determinou aposentadoria por invalidez para 415 pessoas, que ainda receberam uma bonificação de 25% a mais no valor do benefício. Algumas pessoas que recebiam o auxílio-doença tiveram o encaminhamento devido ara a reabilitação profissional. Essa operação do governo fez com que muitas das perícias que não são realizadas, como é o caso daqueles que precisam se aposentar por invalidez, fossem realizadas.
Além dessa revisão, o governo ainda pretende revisar o restante dos benefícios concedidos por alguma incapacidade. A estimativa é que toda essa revisão gere cerca de R$ 8 bilhões a economia brasileira anualmente. Os técnicos que estão realizando o procedimento afirmam que os próximos a passarem pelo pente-fino do governo serão os aposentados por invalidez que possuem menos de 60 anos e que não fazem nenhuma perícia há mais de dois anos.
Osmar Terra, ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, afirmou em entrevista: “O objetivo é colocar no devido lugar o gasto público. Há pessoas que deveriam ficar três meses com o auxílio, mas recebem há dois, três anos. Falta dinheiro para quem realmente precisa, sobrecarregando o sistema”.
O secretário-executivo Alberto Beltrame da MDSA, avaliou: “Há casos curiosos sendo descobertos, como de mulheres que passaram a receber o benefício de auxílio-doença por causa de uma gestação de risco, mas que continuaram como beneficiárias por anos após o nascimento do bebê. Quem recebe o auxílio-doença indevidamente está lesando a poupança dos trabalhadores que pagam os benefícios”.

Veja também tudo que pode mudar com a reforma da previdência.

 

Edição 2017 do Rock in Rio, que acontecerá em setembro, terá novo espaço de shows

 

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O Rock in Rio é o espetáculo musical mais esperado pelos brasileiros e, para este ano, organização do evento anunciou uma novidade. O festival vai ser agraciado com um novo espaço de shows – o chamado Rock District.

Trata-se de um o lugar que imita um bairro – a Fame Street vai ter apresentações de dança e o “Boulevard” terá shows de artistas como Dinho Ouro Preto, da banca Capital Inicial, Rogério Flausino, do Jota Quest, e Andreas Kisser, da banda Sepultura.

Uma espécie de “muro da fama” também fará parte do espaço. De acordo com o texto de divulgação da novidade “muitas celebridades vão deixar suas mãos gravadas no concreto do Rock in Rio Wall of Fame”.

O Rock in Rio 2017 acontece nos dias 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24 de setembro. no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

As atrações principais de cada noite do Palco Mundo serão Lady Gaga, dia 15; Maroon, dia 16; Justin Timberlake, dia 17; Aerosmith dia 21; Bon Jovi, dia 22; The Who e Guns N’ Roses, dia 23; e Red Hot Chili Peppers, no último dia de festival, dia 24.

Os ingressos já estão disponíveis para a compra desde o dia 6 de abril, através do site Ingresso.com Para cada dia de Show, o valor da entrada será de R$ 455,00 (inteira) e R$ 227,50 (meia).

Confira a programação Rock District:

  • 15/09 – Banda Manaus; George Israel; e Rock Street Band
  • 16/09 – Rock Street Band; JAMZ; e Rock Street Band
  • 17/09 -Rock Street Band; The Silvas (Liminha + convidados); e Rock Street Band
  • 21/09 -Rock Street Band; Rodrigo Santos; e Rock Street Band
  • 22/09- Rock Street Band; Evandro Mesquita; The Fabulous Tab; e Rock Street Band
  • 23/09 – Rock Street Band; Dinho Ouro Preto; e Kisser Clan
  • 24/09- Rock Street Band; Flausino & Sideral cantam Cazuza; e Rock Street Band

Confira a programação completa do Rock in Rio, divulgada até o momento:

  • 15/09

Palco Mundo: Lady Gaga; 5 Seconds of Summer; Pet Shop Boys; e Ivete Sangalo

Palco Sunset: Céu convida Boogarins; Fernanda Abreu convida Focus Cia de Dança e o Dream Team do Passinho;

Rock Street: Les Tambours de Brazza; Freddy Massamba; e Tyous Gnaoua

  • 16/09

Palco Mundo: Maroon 5; Fergie; Shawn Mendes; e Skank

Palco Sunset: Miguel convida Emicida; Charles Bradley e Hist Extraordinaires; Blitz e Alice Caymmi e Davi Moraes; Homenagem João Donato: Lucy Alves, Emanuelle Araújo; Tiê e Mariana Aydar

Rock Street: Les Tambours de Brazza; Freddy Massamba; Tyous Gnaoua

  • 17/09

Palco Mundo: Justin Timberlake; Alicia Keys; Walk The Moon; Frejat; Alicia Keys

Palco Sunset: Nile Rodgers e Chic; Johnny Hooker, Liniker e Almério

Rock Street: Les Tambours de Brazza; Freddy Massamba; Tyous Gnaoua

  • 21/09

Palco Mundo: Aerosmith; Def Leppard; Scalene; Def Leppard

Palco Sunset: Alice Cooper e Arthur Brown; Baiana System e Titica

Rock Street: Ba Cissoko; Mamani Keïta; Alfred et Bernard;

  • 22/09

Palco Mundo: Bon Jovi; Alter Bridge; Jota Quest; Tears for Fears

Palco Sunset: Ney Matogrosso e Nação Zumbi; O Grande Encontro, Orquestra de Pífanos de Caruaru e Grupo Grial

Rock Street: Ba Cissoko; Mamani Keïta; Alfred et Bernard

  • 23/09

Palco Mundo: Guns N’ Roses; The Who; Incubus; Titãs

Palco Sunset: Ceelo Green; Bomba Estéreo e Karol Conka

Rock Street: Ba Cissoko; Mamani Keïta; Alfred et Bernard

  • 24/09

Palco Mundo: Red Hot Chili Peppers; The Offspring; Thirty Seconds to Mars

Palco Sunset: Sepultura; Dr. Pheabes e Supla

Rock Street: Ba Cissoko; Mamani Keïta; Alfred et Bernard

 

 

Mais de 7,13 milhões de declarações já foram enviadas à Receita

De acordo com a secretaria da Receita Federal, até o dia 31 de março, mais de 7,13 milhões de declarações de Imposto de Renda foram enviadas pelos contribuintes. Até o limite do prazo, que encerra em 28 de abril, estima-se que a Receita Federal deverá receber mais 21,1 milhões de declarações. Quem se adiantou e já enviou a declaração sem erros ou inconsistências, deverá receber mais cedo a restituição do IRPF. Vale ressaltar que pessoas idosas, deficientes ou portadoras de doenças graves são prioritárias na hora do recebimento da restituição.

O período de restituição terá seu cronograma de pagamento iniciado em 16 de junho, e se prologará até o mês de dezembro, para todos aqueles que tiverem direito ao recebimento. O contribuinte que não entregar a declaração dentro do prazo estará sujeito a multa que pode variar entre R$ 165,74 (valor mínimo) a 20% do imposto devido (valor máximo).

Quem declara?

Este ano, todos os contribuintes que obtiveram rendimentos superiores a R$ 28.559,70 em 2016 deverão declarar. Em comparação ao ano de 2015, houve acréscimo de 1,54% no valor mínimo dos rendimentos tributáveis (naquele ano foi de R$ 28.123,91). Contudo, a tabela não foi corrigida para 2016.

Ainda há a possibilidade do contribuinte escolher o desconto simplificado. Neste caso, em vez de ser tributado da forma tradicional, o contribuinte receberá uma dedução de 20% sob os rendimentos tributáveis, desde que não ultrapasse de R$ 16.754,34. Este valor não recebeu reajustes em comparação ao ano passado.

Tabela defasada

De acordo com o Sindicato Nacional dos Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, em levantamento apresentado no mês de janeiro, nos últimos vinte anos (1996 a 2016), a tabela do IRPF concentrou um defasagem de 83%. Somente no ano passado, o acumulo de defasagem foi de 6,36%, o maior desde 2003.

O governo federal, no final de 2016, expôs que planeja corrigir a tabela em 5% ainda este ano. Caso haja a implementação do reajuste, ele será válido para as declarações do IR em 2018, relativas ao ano-base 2017.

Mudanças para os dependentes

A partir deste ano, os contribuintes devem informar o número do CPF dos dependentes que possuam 12 anos de idade ou mais. Até então, esta exigência se aplicava apenas aos dependentes que tivessem mais de 14 anos.

Como entregar a declaração?

O envio da declaração 2017 pode ser efetuado via internet, a partir do programa desenvolvido pela própria Receita Federal e disponível para download em sua página da internet; de forma online na própria página da Receita (mas, neste caso há necessidade de certificado digital); ou ainda, no tablet ou smartphone, através do aplicativo “Fazer Declaração”. Desde 2010 não existe entrega de declaração via formulário de papel.

 

SBT, RedeTV! e Record ameaçam deixar as operadoras de tv paga

As emissoras de tv aberta Record, SBT e RedeTV! comunicaram que irão tirar os seus canais dos pacotes de televisão oferecidos por empresas como NET, Claro, Sky e Embratel, as quatro maiores operadoras de televisão do Brasil.

De acordo com o comunicado oficial, as emissoras informam que essas operadoras se recusaram a renegociar os direitos de transmissão com a Record, o SBT e a RedeTV!, agindo de forma diferente do que fazem com outras emissoras nacionais e com grandes grupos de programação do exterior.

Além disso, as três emissoras ressaltam que, devido ao apagão do sinal analógico de televisão em São Paulo, que irá ocorrer nesse mês de março, elas não terão mais o compromisso de oferecer os seus sinais digitais de forma gratuita para essas operadoras. Em questão de audiência, o SBT e a Record estão entre os três canais da tv aberta mais vistos, ficando atrás somente da Globo, enquanto a RedeTV! se encontra entre os dez canais de maior audiência do país.

Para avançar com uma possível negociação, as emissoras criaram uma joint-venture nomeada de Simba pois, de acordo com o comunicado, elas permanecem abertas para negociar com as operadoras de tv paga e evitar esse desfecho. Segundo as emissoras, o telespectador não será prejudicado pois todo o conteúdo da RedeTV!, Record e SBT está disponível de forma gratuita em todo o Brasil através do sinal digital.

As maiores operadoras do país são a Claro, dona da NET, e a Sky, que possuem 52,6% e 28,1% do total de consumidores da televisão a cabo, respectivamente. Hoje no Brasil existem cerca de 19 milhões de assinantes de tv paga, de acordo com informações divulgadas pela ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura).

 Em comunicado aos seus assinantes, a NET afirmou que continua tentando negociar com as três emissoras, mas disse não ter recebido um retorno. De acordo com a empresa, com o fim do sinal analógico da televisão aberta, os direitos de exibição desses canais abertos depende de uma autorização feita por cada canal. A Sky, por sua vez, não emitiu nenhum comunicado oficial sobre o assunto até o momento.

Em nota, a ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) ressaltou que não está envolvida nas tentativas de negociação entre as três emissoras e as operadoras. Destacou ainda que, nas condições atuais do mercado de tv paga no Brasil, é impossível renegociar valores mais altos com as emissoras e repassar custos mais elevados para os assinantes.

 

 

Conheça a carreira do artista Yukata Toyota e as obras de arte no Hospital Copa Star

Com várias obras expostas no Hospital Copa Star, Yukata Toyota é um artista renomado e uma das referências de arte moderna no Japão e no mundo. Conheça um pouco da vida e obra do artista.

Desenhista, pintor, escultor cenógrafo e gravador. Essas são algumas das atribuições de Yutaka Toyota, nascido em 1968 na cidade de Tendo e que deixou sua assinatura em obras que estão em vários países, inclusive no Brasil. O interesse pela arte começou quando ainda criança e se consolidou quando passou na Universidade de Arte de Tóquio, no curso de Desenho Industrial.

Depois de formado, Yukata buscou aprimorar suas habilidades, viajando por outros países a fim de criar sua própria identidade. Suas esculturas têm como base o aço e madeiras, mas não tem nada de simples, uma vez que causam ilusão de ótica e parâmetros que aversão entre a leveza e e o pesado, a dureza e a maciez, o lúdico e o espontâneo. São contrastes tangíveis e intangíveis que fazem o público contemplar e ao mesmo tempo pensar.

A carreira internacional do artista iniciou – se em 1961 quando começou a expor em Buenos Aires. Desde o início dos trabalhos até os dias atuais, o artista já passou por países como Colômbia, Itália, Argentina, Canadá, Estados Unidos, entre outros.

Chegou ao Brasil depois de aceitar o convite para atuar em uma fábrica moveleira em São Paulo. O espaço era muito grande, fazendo com que tivesse como inspiração o cosmos. São mais de 100 esculturas expostas no Brasil, Estados Unidos e Brasil. Aqui, há obras no Parque Toytomi, Praça da Sé, no Hospital Copa Star, Salão Nobre do Clube do Exército, Hotel Maksoud Plaza e Conselho Brasileiro Britânico.

Ao longo de sua carreira, Yukata Toyota recebeu inúmeros prêmios, a exemplo do 1º Salão Esso de Jovens Artistas, na Associação Paulista de Críticos de Artes, entre outros.

Exposição no Hospital Copa Star

O Hospital Copa Star é referência no atendimento de alto padrão, oferecendo tratamento diferenciado. Além dos equipamentos de última geração, centro cirúrgico inteligente, equipe preparada, o hospital recebeu obras em todas as suas dependências, com destaque para as obras de Yukata.

Empreendimento da Rede D’OR São Luiz, o Hosptial Copa Star conta com um ambiente pensado para trazer mais conforto aos pacientes como iluminação natural, hall de entrada luxuoso, entre outros pontos que o torna ao mesmo tempo acolhedor e sofisticado. As obras cinéticas criadas por Yukata contribuem para a decoração e torna a atmosfera mais intimista, diferente dos hospitais convencionais.

São mais de 200 obras dispostas nas áreas comuns do Hospital Copa Star. Elas ajudam na recuperação dos pacientes e pessoas que circulam no local, proporcionando um maior bem – estar a todos.

O hospital traz um conceito que integra sofisticação, arquitetura, luxo e tecnologia, bem como o serviço de alto padrão tanto para os pacientes quanto para seus acompanhantes. Eles podem acompanhar informações sobre o tratamento por meio do iPad, o que compreende maior agilidade e tranquilidade. Tudo para auxiliar na recuperação e na saúde de seus pacientes.

Elevados custos gerados por inadimplência são responsáveis por revisão do Fies

Diante do alto custo que o Programa de Financiamento Estudantil (FIES) vem apresentando ao Tesouro Nacional, foi decidido que o programa passará por revisões do governo para tentar amenizar os elevados gastos. Segundo dados fornecidos pelo serviço de notícias do Grupo Estado, em 2016 o custo global do Fies foi de R$32,2 bilhões.

Os itens que integram a conta total e que vem causando transtorno aos cofres públicos são as taxas pagas aos bancos que possibilitam o financiamento, os recursos que auxiliam no barateamento dos valores repassados aos alunos e as mensalidades pagas às diversas universidades brasileiras.

O Fies proporciona aos estudantes que desejam cursar o ensino superior, o ingresso em faculdades privadas vinculadas ao programa através de financiamento do governo, onde as prestações do empréstimo serão pagas somente após um ano e meio de graduados. O problema é que mais da metade dos alunos que concluíram os cursos e deveriam estar pagando as dívidas está inadimplente. Uma vez que o fundo garantidor das universidades realiza a cobertura de no máximo 10% da dívida, as despesas que ainda restam caem sobre o orçamento federal.

As mudanças previstas vêm deixando os estudantes participantes do programa receosos, pois alegam que a faculdade possui custos que vão além das mensalidades, como os materiais didáticos e transporte, por exemplo.

Principais mudanças previstas

Para a revisão e elaboração do novo modelo contratual, foram realizadas diversas reuniões entre o MEC e o Ministério da Fazenda desde 2016.

As alterações ocorrerão tanto para os estudantes quanto para as universidades. Com estas mudanças, o ingresso no programa tenderá a ficar mais difícil. Segundo fonte do governo, o Fies, de 2010 a 2015, possibilitou o aumento de 200.000 para 1,9 milhão de alunos matriculados em diferentes universidades do país. Conforme informações do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), atualmente, os financiamentos chegam a 2,442 milhões.

As principais alterações previstas estão relacionadas aos prazos de duração dos financiamentos, o tempo de carência para o início dos pagamentos das parcelas e o subsídio das entidades privadas para o fundo garantidor, criado para gerir as possíveis inadimplências dos estudantes inscritos no programa.

As novas regras para a utilização do financiamento estudantil estão programadas para o início do mês de abril.

 

Conheça as principais transformações da agência de José Henrique Borghi em 2016

O ano de 2016 foi um período de grandes transformações para a Mullen Lowe Brasil, de José Henrique Borghi, a começar pela chegada da Mullen Lowe Profero Global ao país, que é a rede digital do grupo. Após crescer cerca de 30% em 2015, a Mullen Lowe Profero anunciou que iria abrir seu primeiro escritório no Brasil, seguindo a sua tendência de expansão. Além do escritório brasileiro, a rede já atua em cidades como Londres, Nova York, Tóquio, Pequim, Cingapura, Sydney e outras, tendo um quadro de 700 funcionários e grandes clientes como Unilever e Western Union.

Essa rede digital foi desenvolvida através do modelo ‘Hyperbundled’ do Grupo Mullen Lowe, responsável por reunir várias subáreas importantes como soluções de comunicação de marketing, ativações digital e de comportamento do consumidor, CRM, shopper marketing e mídia. Desse modo, seu objetivo é conseguir desenvolver soluções inovadoras de modo integrado para assim conquistar uma parcela consideravelmente maior da atenção do público-alvo para as campanhas de seus clientes.

A chegada dessa rede digital do grupo ao país, para trabalhar em parceria com a Mullen Lowe Brasil, cujo CEO é José Henrique Borghi, é uma ótima oportunidade para se formar um hub digital de máxima qualidade com atuação na América Latina.

O CEO nas Américas da Mullen Lowe Profero, Aaron Reitkopf, destaca que foram duas as razões que motivaram o lançamento da Mullen Lowe Profero no país. A primeira razão é o grande potencial de crescimento do marketing digital demonstrado pelo Brasil, o que levou o grupo a aceitar esse desafio de explorar esse mercado e fazer o possível para desenvolvê-lo. A segunda razão é o grande número de profissionais talentosos que existem no Brasil nesse ramo, os quais serão utilizados para expandir as soluções globais da MullenLowe Profero.

Além disso, outra grande transformação na agência de José Henrique Borghi no ano de 2016 foi a implementação de um núcleo formado inteiramente por Millennials, que são os profissionais com idades entre 20 e 30 anos. O núcleo consiste em uma equipe de oito jovens com perfil voltado para a área digital e de criação. Esses jovens entram também para fazer parte do time de profissionais ‘Hyperbundled’ da agência, o qual reúne talentos de diferentes áreas com o intuito de formar uma equipe com ampla experiência.

Essa nova leva de funcionários que passaram a fazer parte da agência de José Henrique Borghi entraram ocupando cargos de assistentes, redatores e diretores de arte, por exemplo. Foram eles: Leonardo Telles, Beatriz Miguel, Matheus Valery, Vitor Mory, Guilherme Dias, Lucas Menegotto, Jefferson Delospital e Demer Rios.

José Henrique Borghi é um dos publicitários mais reconhecidos do país, já tendo ganho inúmeros prêmios nacionais e internacionais no ramo da publicidade, entre eles, treze leões de ouro no Festival de Cannes, sete estatuetas no importante London Festival e quinze prêmios Abril de Publicidade. Entre as criações mais memoráveis do publicitário estão a campanha “É o Amor” para a Sazon, que incluiu a participação da dupla Zezé di Camargo e Luciano, e também os icônicos comerciais dos Mamíferos da Parmalat, desenvolvidos no final dos anos 90.