Novos modelos da Apple poderão chegar em 2018

De acordo com a análise de Ming-Chi Kuo da empresa KGI Securities, a Apple deve ter um lançamento de mais três modelos de iPhone no ano de 2019. De acordo com a previsão o analista os dispositivos terão telas “infinitas”. Como sempre faz previsões certeiras, Kuo é ouvido pelo mercado. Dia 13, segunda-feira, Kuo enviou uma nota a investidores abordando maiores informações sobre os três modelos dos futuros novos smartphones da Apple.

Chamada inicialmente por Kuo de “iPhone X Plus”, a versão do aparelho será maior, com tela de OLED de 6,5 polegadas, enquanto a nova versão do iPhone X terá uma tela de OLED de 5,8 polegadas. A empresa terá modelos com tela LCD, que não teriam um tamanho da OLED, com 6,1 polegadas. Para o analista, esses novos aparelhos estariam sendo feitos para atingir um público que estão entres os intermediários no uso de smartphones.

Para ficar com um preço entre US$ 650 e US$ 750, o smartphone seria produzido com uma resolução inferior. De acordo com as previsões do analista Kuo, os principais recursos irão se manter como o Face ID, sensores e câmeras continuarão presentes no dispositivo, o botão de Home não faria parte dos novos aparelhos.

A previsão do lançamento dos três novos modelos é para o segundo semestre de 2018 e assim a Apple estaria em um ciclo vendas maior. Com as novidades tecnológicas que a Apple trouxe com o iPhone X, a cadeia de produção da empresa já deverá estar habituada com a fabricação dos aparelhos.

Neste ano a Apple lançou três modelos novos, entre eles o iPhone 8, com uma tela de LCD de 4,7 polegadas que foi vendido a US$ 679 nos EUA (no Brasil o valor é de R$ 4 mil), enquanto a versão 8 Plus, tem uma tela LCD de 5,5 polegadas que é vendida a US$ 749 nos EUA, e o terceiro aparelho, o iPhone X, com uma tela “infinita” de 5,8 polegadas feita de OLED, com recurso de reconhecimento facial e carregamento de bateria sem fio que está sendo vendida a US$ 999 nos Estados Unidos.

 

Acesso aos direitos fundamentais é reforçado pelo Bolsa Família

Os desafios e a busca de novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável é um compromisso dos vários países, incluindo o Brasil, que juntos, fazem parte da Organização das Nações Unidas – ONU. No acordo é determinado uma agenda de longo prazo onde são listados temas fundamentais para a população do determinado país, tais como a erradicação da pobreza.

Uma das iniciativas que ajudam a alcançar a igualdade social, está no Bolsa Família. O Bolsa Família possibilita as famílias receberem todos os meses um valor em dinheiro que ajudam a aliviar um pouco a pobreza.

Ao participar do programa as famílias assumem um compromisso que envolvem a saúde e educação das crianças e gestantes. Sendo assim, essas condições garantem que os beneficiários tenham além do dinheiro, uma qualidade de vida garantida.

Em 2017, os acompanhamentos do programa chegaram a 75,2% das famílias que participam dessa categoria, porcentagem que corresponde a 8,7 milhões de famílias brasileiras.

Os resultados mostram que 5,7 milhões de crianças, com idade entre 0 e 7 anos tiveram as duas cadernetas de vacinas atualizadas e 387 mil gestantes fizeram o pré-natal de forma correta pelo Sistema Único de Saúde em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social.

A equipe de saúde da família dá apoio às famílias que tenham mulheres com idades entre 14 e 44 anos e também as crianças menores de sete anos. Eles são atendidos por serviços necessários para cumprir as condicionalidades do programa.

A famílias que não cumprem com as condições estabelecidas têm o cancelamento dos seus benefícios de maneira definitiva. Primeiramente, a família recebe uma advertência, que não interrompe o recebimento do benefício e se a situação se repetir no prazo de seis meses é realizado o bloqueio do benefício por um período de um mês. Se após o bloqueio ocorrer novamente o descumprimento no período de seis meses, o benefício é suspenso sem chances de reaver as parcelas.

O cancelamento ocorre somente em casos extremos de total descumprimento das condições e as famílias só são desligadas após passarem por um acompanhamento da assistência social da cidade.

Em 2017, foram 350 mil famílias que acabaram perdendo o benefício do programa por descumprimento das regras estabelecidas.

 

Estudo revela que ficar exposto ao ar de São Paulo por duas horas equivale a fumar um cigarro

A poluição do ar na cidade de São Paulo, em locais próximos aos fluxos intensos de veículos por duas horas é o mesmo que fumar um cigarro. Uma pessoa que ficou exposta ao ar dessa cidade por trinta anos, pode apresentar um pulmão equivalente a um fumante, que consumia no máximo dez cigarros diariamente.

Essas informações foram obtidas através de estudos, que têm como objetivo relacionar à exposição da população da cidade com a poluição existente no ar paulista, com as consequências causadas pelo cigarro.

Essa pesquisa é chefiada por Paulo Saldiva, médico patologista, que estuda os corpos levados ao SVO (Serviço de Verificação de Óbitos) e verifica os índices de carbono encontrados em cada pulmão, fazendo ao mesmo tempo um levantamento da vida que a pessoa levava antes de morrer.

Mariana Veras, bióloga da Faculdade de Medicina da USP ( Universidade de São Paulo) que trabalha no Laboratório de Poluição do Ar, explicou que anteriormente em uma necropsia quando os médicos encontravam um pulmão preto, apresentando altos índices de carbono, a conclusão que se chegava era que se tratava de um pulmão de um fumante. Atualmente não é isso que está acontecendo, o que demonstra que  o ar paulista está apresentando altos índices de poluição,  e que estão ocorrendo consequências cumulativas.

Informações dadas pelos parentes próximos estão auxiliando na pesquisa, que visa descobrir qual é a verdadeira realidade das pessoas que estão expostas à poluição do ar da cidade. Todos os dados são importantes, como onde moravam, onde trabalhavam, qual era a duração do percurso no trânsito realizado diariamente, se a pessoa fumava ou se era um fumante passivo.

Segundo Mariana Veras, pessoas que trabalham por exemplo, como guardas de trânsito ou como motoristas de caminhão, ficam muito mais expostos à poluição do que aquelas pessoas que somente ficam expostas, durante o seu deslocamento de casa até o trabalho. Os pesquisadores estão buscando a relação de um pulmão com quantidades altas de carbono, com o seu padrão de vida e o tempo que ele levava no seu deslocamento.

Foram analisados cerca de dois mil pulmões, sendo que 350 deles foram usados para fazer parte desse estudo, já que esses são os que possuem informações mais completas, sobre o dia a dia da pessoa quando ela estava viva.

O estudo está em sua fase final e deve ser concluído em algumas semanas, mas alguns dados foram adiantados por causa da Assembleia das Nações Unidas em razão do Meio Ambiente, em que o tópico é a luta contra a poluição.

 

Nova versão do Snapchat terá divisão de conteúdos de amigos e de influenciadores

O aplicativo Snapchat passou por uma nova reconfiguração após uma avaliação de seus desenvolvedores sobre as postagens de publicidade que são oferecidas aos usuários continuamente. A nova versão que já foi anunciada, agora conta com duas abas distintas que separam as postagens realizadas pelos amigos dos usuários das postagens realizadas por profissionais considerados influenciadores digitais.

A avaliação realizada pela empresa Snap, dona da Snapchat, considerou que os dois tipos de conteúdos não devem ser misturados. Segundo a Snap, a mistura de conteúdos criados por amigos e por influenciadores digitais, pode gerar diversos fenômenos, dentre eles as notícias falsas que são noticiadas erroneamente. A Snap ainda avaliou que: “isso faz como se tivéssemos de fazer performances para nossos amigos em vez de apenas nos expressarmos”.

Embora o anúncio tenha sido feito pela empresa, a Snap ainda não confirmou quando o Snapchat terá a nova versão disponibilizada para os usuários.

O cofundador do Snapchat, Evan Spiegel, e também presidente-executivo da empresa, disse sobre o caso: “Uma das reclamações sobre mídias sociais é que fotos e vídeos de seus amigos eram misturadas com conteúdo de publicadores e influenciadores”. Spiegel ainda afirmou que amigos não devem ser misturados com influenciadores de marketing: “Seus amigos não são conteúdo, eles são um relacionamento. É por isso que a partir de hoje vamos separar o ‘social’ da mídia.”

Segundo os desenvolvedores do aplicativo, as janelas de bate-papo e as chamadas Stories de amigos, as publicações dos usuários que possuem um prazo de validade, serão reagrupadas ao lado esquerdo do aplicado. Na aba que ficará a direita do aplicativo, os desenvolvedores avaliaram que o conteúdo exibido será o produzido por influenciadores. Já a área chamada de Discover, também passará por uma reformulação, dentre as mudanças está o nome que passará a ser Descubra.

O Descubra contará com publicações que tenham relação com a interação dos usuários. O que significa que cada usuário terá conteúdos configurados de acordo com as suas preferências, sendo assim o conteúdo mostrado será diferente para cada usuário.

A Snap ainda revelou sobre a nova versão: “Enquanto as Stories são personalizadas por um algoritmo, nossos curadores revisam e aprovam tudo que é promovido na página. Nós acreditamos que esse equilíbrio de revisões humanas e personalização de máquinas fornecem as melhores experiências móveis de conteúdo”.

 

Veículos que não possuem seguro chega a 80% da frota no Brasil

Com uma renda cada vez mais justa ao orçamento mensal o consumidor enfrenta dificuldades, e pensando nisso, as empresas que trabalham com seguro criaram produtos mais baratos com redução de exigências na aquisição de proteção para veículos. Alguns itens sofisticados deixaram de ser oferecidos ao consumidor devido a essa redução, como carro extra e proteção de vidros, por exemplo.

O total dos veículos que circulam sem seguro chega a ser 80% de toda a frota do país, um número alto devido aos preços dos serviços.

Um seguro contra roubo e furto foi colocado na praça pela multinacional israelense Ituran, com parcelas iniciais a partir de R$ 69,90. Essa categoria cobre perda total se o prejuízo for equivalente a 75% do valor do veículo. Esse produto é oferecido no mercado desde 2009.

Outras seguradoras como a Mapfre, Libert e QBE possuem opções semelhantes criando assim um novo mercado em seguros veiculares. Outra vantagem oferecida é que não é realizada análise de perfil do usuário, o que ajuda as pessoas com idade entre 18 e 40 anos e os que moram em locais onde existe um índice de criminalidade elevado.

De acordo com o diretor comercial da Ituran, Roberto Posternak, esse tipo de seguro custa de 50% a 60% menos para as pessoas com perfil ruim, que se encaixam os jovens, veículos fabricados a mais de 3 anos, pessoas que moram em locais com índices de roubos e furtos e os que utilizam o veículo com frequência. Posternak lembra também os que possuem restrição no nome e acabam não conseguindo ser atendidos pelas seguradoras.

A Ituran vem crescendo desde que iniciou as vendas do rastreamento com seguro com uma taxa de 30% ao ano. Atualmente a seguradora conta com 650 mil veículos ativos em sua base, e recuperou 45 mil veículos nos últimos anos o que equivale a R$ 2,5 bilhões.

Em 2016 foi regulamentado um seguro de carro mais barato pela Superintendência de Seguros Privados, a Suseo, conhecido pelo nome de Auto Popular. Outras empresas lançaram também proteções que utilizam, esporadicamente peças que já foram usadas ou que não são originais para reposição.

 

Os mosquitos possuem arcada dentária e outras curiosidades desconhecidas por muitas pessoas

Alguns fatos curiosos sobre os insetos encontrados por todo o mundo, quase não são do conhecimento da maioria das pessoas. Uma das curiosidades encontradas nos mosquitos, que fazem parte da vida das pessoas em todo o mundo, e também por todo o nosso território nacional, é de que eles possuem 47 dentes. Mas esse número passa longe da quantidade de dentes que possui o tubarão baleia, por exemplo, com impressionantes 4,5 mil dentes. Outro exemplo de animal que possui também um grande número de dentes é o peixe-gato, com 9.280 dentes.

Com tamanhos que variam de 4 a 6 mm de acordo com a espécie, esses mosquitos apresentam outro fator curioso, já que somente as suas fêmeas mordem as pessoas e os animais. As fêmeas do mosquito absorvem as proteínas encontradas no sangue, utilizando essas proteínas para nutrir os seus ovos. A alimentação dos machos consiste no néctar encontrado em flores e certos vegetais.

Os mosquitos apresentam mais de 2700 espécies diferenciadas, e cerca de cinquenta delas possuem resistência de no mínimo um inseticida.

De acordo com a espécie, o mosquito pode colher até cinco milionésimos de sangue. Esta quantidade por exemplo, é a que é coletada pela fêmea da espécie do  Aedes Aegypti.

O mosquito depende do seu nervo sensorial que fica no estômago, para saber quando está satisfeito e não precisa absorver mais sangue. Se esse for retirado, o mosquito se perde e suga tanto sangue, que acaba estourando.

A presa é encontrada pelos mosquitos através da sua visão. Os corpos quentes das presas lançam radiações infravermelhas e mostras químicas mandam dados para esses insetos, que também são envolvidos pelo dióxido de carbono, pelo ácido láctico e alguns outros.

As larvas colocadas pelos mosquitos podem ser exterminadas com uma dose de azeite, colocada sobre a água em que elas estão. A larva respira por um pequeno tubo e o azeite bloqueia a passagem de ar.

A velocidade média alcançada pelo mosquito é de 1,6 a 2 quilômetros horários. Outra curiosidade é que a saliva dos mosquitos está associada com certos venenos de animais, como o dos ratos. Tanto a saliva quanto o veneno possuem elementos anticoagulantes, que são substâncias que têm a finalidade de impedir que o sangue entre em um estágio de coagulação.

 

Michel Terpins fatura título no Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country

A edição de 2017 do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country foi marcada por fortes emoções para Michel Terpins e Beco Andreotti. A vitória do primeiro dia na disputa geral da dupla integrante da Bull Sertões Rally Team garantiu um lugar entre as primeiras posições para abrir a trilha do Rally Rota Sudeste no segundo dia da competição. Apesar do contratempo no câmbio do T-Rex ter causado o abandono da prova no dia seguinte, Terpins e Andreotti conseguiram faturar o título brasileiro no grupo Protótipos T1.

Michel Terpins esclareceu que com os problemas técnicos que deixou o veículo somente com a primeira marcha não havia meios para continuar na prova o que, infelizmente, o levou abandonar esta etapa da competição. Ainda assim, no geral, o piloto disse ter gostado bastante do percurso preparado para o rali.

A prova que ocorreu em Lençóis Paulista, na primeira quinzena de novembro, foi a penúltima etapa da temporada, sendo a pontuação adquirida pelos competidores somadas para as 11ª e 12ª fases do torneio nacional. Michel comenta que desde suas conquistas de vice-campeão brasileiro na Protótipo T1, em 2015 e 2016, vinha almejando conquistar o título de primeiro lugar. Atualmente, com seus 21 pontos de vantagem, revela que para ele, conseguir alcançar, no mesmo ano, as vitórias como campeão brasileiro e campeão do Rally dos Sertões é o ápice de sua carreira como piloto off road e “isto não tem preço”.

Beco Andreotti, neste ano, conquistou, pela segunda vez, o Capacete de Ouro juntamente com Cristian Baumgart, além de também receber o título de bicampeão na geral do Rally dos Sertões. Como dupla de Michel Terpins na reta final do Campeonato Brasileiro, ambos se encontraram novamente para participar do Rally dos Amigos disputado na cidade de Avaré, São Paulo, no início de dezembro.

O Rally Rota Sudeste teve em sua totalidade 430 quilômetros divididos em dois dias, com 328 quilômetros do percurso cronometrados. Os campeões e vice-campeões da prova foram André Miranda/ Alison Pedroso, conquistando a 1º colocação na Pró Brasil, e Fábio Ruediger/ Eduardo Bampi, conquistando a segunda posição na Protótipo T1.

Foi a paixão por esportes radicais, mais especificamente, pela velocidade e pelo off road que conduziu os irmãos Rodrigo e Michel Terpins a se aventurarem como pilotos e investirem na criação da equipe Bull Sertões Rally Team. Até o momento, Rodrigo tem em seu histórico cinco participações em Rally dos Sertões. Já Michel marcou presença dez vezes no Rally dos Sertões. A bordo do T-Rex, projetado pela MEM Motorsport, os irmãos vem disputando importantes competições como o Rally dos Sertões e o Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country. A 25ª edição do mais importante torneio off road do Brasil rendeu a Michel Terpins um título inédito para a sua equipe, bem como o seu primeiro lugar no pódio da classe Protótipo T1.

A Bull Sertões Rally Team, além de contar com o suporte da equipe MEM, Terpins & Cintra Advogados, Motul e Ohlins, é patrocinada pela Xarla, Bull Sertões e 100% Eventos.

Selfie tem as suas origens bem antes do que se pensava

A selfie é uma forma antiga de tirar fotos que hoje está disseminada nas redes sociais. Sendo um hábito atual, as fotos com esse estilo de formato vieram bem antes das redes sociais e das câmeras frontais dos smartphones, ainda que não fossem tão facilmente reproduzidas as selfies já existiam há anos.

Na Filadélfia, Estados Unidos, a primeira selfie que se tem registro teria sido tirada por Robert Cornelius quando tinha 30 anos. O cenário seria a sua loja de lâmpadas na Filadélfia. Na ocasião não era possível saber se a foto iria dar certo, o que é de se esperar, uma vez que a tecnologia naquela época não era tão avançada o que exigiu que Cornelius ficasse em pé pelo menos 15 minutos para tentar a foto.

No espelho as selfies também já davam o ar da graça na realeza, há cerca de 100 anos a filha da duquesa Anastásia Nikolaevna, filha mais jovem do czar Nicolau 2°, já tinha tirado a sua selfie quando tinha 13 anos, em 1914. Com a inexistência dos aplicativos de mensagem a garotinha escreveu uma carta para o seu pai dizendo: “Tirei de mim mesma me olhando no espelho. Foi bem difícil porque minhas mãos estavam trêmulas”.

Em Nova York, uma cena um tanto engraçada e inesperada é vista com os amigos do fotógrafo nova-iorquino Joseph Byron, que tirou com seus companheiros uma foto, mesmo ninguém sabendo exatamente onde a câmara estava, a selfie foi tirada em um terraço em 1920. Para conseguir tirar a foto foi necessário a ajuda de um amigo, na época a câmera era uma caixa pesada.

As celebridades foram entrar na onda da selfie em 1938, Frank Sinatra tem uma foto tirada de si mesmo na frente do espelho de um banheiro. Foi com seus 23 anos que a foto foi tirada, antes do cantor conseguir a fama que hoje tem.

Em 1966 o guitarrista dos Beatles, George Harrison, com sua câmera olho de peixe saiu pela Ásia registrando a si mesmo nos lugares turísticos em que passava em seu período de descanso.

Foi em 2002, que finalmente uma palavra foi criada para a atrativa foto de si mesmo, isso aconteceu na Austrália, país em que os falantes estão acostumados a diminuírem algumas palavras com a terminação “-ie”.

 

Escola britânica usa música em disciplinas para aumentar desempenho de alunos

Após ter sido classificada para a categoria de “special measures”, categoria feita pelo governo britânico para as escolas que têm desempenho “abaixo do padrão de qualidade”, a escola de ensino infantil Feversham Primary Academy, resolveu implantar uma nova estratégia para estimular o aprendizado de seus alunos.

Localizada em Bradford, no centro da Inglaterra, a escola primária que iniciou esta década com o ensino considerado ruim para o país, busca mudar as perspectivas de classificação dentro de seis anos através de uma modalidade de ensino diferente que combina música com a grade curricular.

As crianças que passaram a ter uma modalidade diferenciada de ensino possuem entre 2 e 11 anos de idade. Desde que a escola passou por mudanças para melhorar o ensino, os alunos escutam música o tempo todo.

As aulas são diferentes para cada faixa etária, mas de um modo geral, há aulas em que os alunos formam o quedra-cabeça chinês Tangram enquanto escutam música clássica. Há outras em que eles cantam, batem palmas e ainda resolvem problemas de multiplicação. Na aula de literatura, por exemplo, os poemas são recitados como se fossem rap. Já na aula de história, há uma seleção de músicas que auxiliam no aprendizado que corresponde desde a era vitoriana até a era de explorações realizadas pelos vikings.

A escola identificou diversas dificuldades que comprometem a qualidade do ensino ao longo dos anos, dentre elas estão: a região em que a escola está localizada é uma das que mais possuem índices elevados de criminalidade e outras tensões sociais; os alunos são em grande parte de origem paquistanesa, ou seja, possuem o inglês como segundo idioma.

O diretor da escola britânica, Naveed Idrees, disse sobre as estratégias adotadas pela equipe de ensino: “Tentamos métodos variados para melhorar o ensino: aulas de história e literatura, de cidadania, palestras com grupos religiosos e comunitários”.

Por fim, ele explica como o método atual foi aplicado: “Logo ficou claro que esses métodos convencionais não eram apropriados para a idade e para o contexto social com os quais trabalhávamos. Precisávamos de uma alternativa.”

Segundo Idrees, a alternativa mais apropriada e escolhida pela instituição foi incluir a arte e a música como método de ensino, além de aliados importantes como os jogos e as brincadeiras em todas as disciplinas da grade curricular britânica.

 

Compromisso com biocombustível é adotado pelo Brasil e mais 19 países

Durante a Conferência do Clima, a COP 23, que ocorreu em novembro deste ano na Alemanha, o Brasil ao lado de outros 19 países fecharam um compromisso para desenvolver a bioenergia. Os 20 países fizeram uma declaração para promover a bioeconomia em um evento do Brasil durante a programação da Conferência. A redução de emissões do setor de transporte foi um dos objetivos que contribuem na elevação da temperatura global e outros prejuízos relacionados.

O esforço de 20 nações que fazem parte da Plataforma para o Biofuturo estão juntos na declaração lançada há um ano atrás na COP 22, que ocorreu em Marrocos. O grupo declara no documento sobre seu compromisso para desenvolver os biocombustíveis e a bioeconomia. Foi a primeira vez que investidores entraram em um acordo que estabelecia metas para construção de um plano de ação para atingir os objetivos propostos.

Metade da população global e 37% da economia mundial é representada pelo grupo que conta com os países: Argentina, Brasil, Canadá, Dinamarca, Egito, Finlândia, França, índia, Indonésia, Itália, Marrocos, Moçambique, Holanda, Paraguai, Filipinas, Suécia, Reino Unido e Uruguai. Eles fazem parte da COP 23, e fizeram uma avaliação desse que foi o primeiro ano da Plataforma para o Biofuturo como um instrumento de atração de investidores e desenvolvedores de políticas públicas.

O Brasil é o maior produtor de biocombustível do mundo, e apresentou parâmetros que colocam o país em destaque na agenda. O setor é uma preferência para o governo do país, destacou o secretário de Mudanças do Clima e Floresta do MMA, Everton Lucero. O secretário afirma que o setor de transporte e indústria tem uma necessidade urgente de incentivo da economia de baixo carbono não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro.

A Política Nacional de Biocombustível a Renovabio, também teve a sua proposta apresentada no evento. A instituição da medida teve seu projeto de lei apresentado à Câmara dos Deputados e é formada em conjunto com o setor privado e a sociedade civil. A previsão de expansão da Renovabio no setor sustentável da produção e a participação do setor é uma iniciativa relacionada às metas que o Brasil assumiu no contexto do Acordo de Paris sobre as mudanças do clima.