Os mosquitos possuem arcada dentária e outras curiosidades desconhecidas por muitas pessoas

Alguns fatos curiosos sobre os insetos encontrados por todo o mundo, quase não são do conhecimento da maioria das pessoas. Uma das curiosidades encontradas nos mosquitos, que fazem parte da vida das pessoas em todo o mundo, e também por todo o nosso território nacional, é de que eles possuem 47 dentes. Mas esse número passa longe da quantidade de dentes que possui o tubarão baleia, por exemplo, com impressionantes 4,5 mil dentes. Outro exemplo de animal que possui também um grande número de dentes é o peixe-gato, com 9.280 dentes.

Com tamanhos que variam de 4 a 6 mm de acordo com a espécie, esses mosquitos apresentam outro fator curioso, já que somente as suas fêmeas mordem as pessoas e os animais. As fêmeas do mosquito absorvem as proteínas encontradas no sangue, utilizando essas proteínas para nutrir os seus ovos. A alimentação dos machos consiste no néctar encontrado em flores e certos vegetais.

Os mosquitos apresentam mais de 2700 espécies diferenciadas, e cerca de cinquenta delas possuem resistência de no mínimo um inseticida.

De acordo com a espécie, o mosquito pode colher até cinco milionésimos de sangue. Esta quantidade por exemplo, é a que é coletada pela fêmea da espécie do  Aedes Aegypti.

O mosquito depende do seu nervo sensorial que fica no estômago, para saber quando está satisfeito e não precisa absorver mais sangue. Se esse for retirado, o mosquito se perde e suga tanto sangue, que acaba estourando.

A presa é encontrada pelos mosquitos através da sua visão. Os corpos quentes das presas lançam radiações infravermelhas e mostras químicas mandam dados para esses insetos, que também são envolvidos pelo dióxido de carbono, pelo ácido láctico e alguns outros.

As larvas colocadas pelos mosquitos podem ser exterminadas com uma dose de azeite, colocada sobre a água em que elas estão. A larva respira por um pequeno tubo e o azeite bloqueia a passagem de ar.

A velocidade média alcançada pelo mosquito é de 1,6 a 2 quilômetros horários. Outra curiosidade é que a saliva dos mosquitos está associada com certos venenos de animais, como o dos ratos. Tanto a saliva quanto o veneno possuem elementos anticoagulantes, que são substâncias que têm a finalidade de impedir que o sangue entre em um estágio de coagulação.

 

Michel Terpins fatura título no Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country

A edição de 2017 do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country foi marcada por fortes emoções para Michel Terpins e Beco Andreotti. A vitória do primeiro dia na disputa geral da dupla integrante da Bull Sertões Rally Team garantiu um lugar entre as primeiras posições para abrir a trilha do Rally Rota Sudeste no segundo dia da competição. Apesar do contratempo no câmbio do T-Rex ter causado o abandono da prova no dia seguinte, Terpins e Andreotti conseguiram faturar o título brasileiro no grupo Protótipos T1.

Michel Terpins esclareceu que com os problemas técnicos que deixou o veículo somente com a primeira marcha não havia meios para continuar na prova o que, infelizmente, o levou abandonar esta etapa da competição. Ainda assim, no geral, o piloto disse ter gostado bastante do percurso preparado para o rali.

A prova que ocorreu em Lençóis Paulista, na primeira quinzena de novembro, foi a penúltima etapa da temporada, sendo a pontuação adquirida pelos competidores somadas para as 11ª e 12ª fases do torneio nacional. Michel comenta que desde suas conquistas de vice-campeão brasileiro na Protótipo T1, em 2015 e 2016, vinha almejando conquistar o título de primeiro lugar. Atualmente, com seus 21 pontos de vantagem, revela que para ele, conseguir alcançar, no mesmo ano, as vitórias como campeão brasileiro e campeão do Rally dos Sertões é o ápice de sua carreira como piloto off road e “isto não tem preço”.

Beco Andreotti, neste ano, conquistou, pela segunda vez, o Capacete de Ouro juntamente com Cristian Baumgart, além de também receber o título de bicampeão na geral do Rally dos Sertões. Como dupla de Michel Terpins na reta final do Campeonato Brasileiro, ambos se encontraram novamente para participar do Rally dos Amigos disputado na cidade de Avaré, São Paulo, no início de dezembro.

O Rally Rota Sudeste teve em sua totalidade 430 quilômetros divididos em dois dias, com 328 quilômetros do percurso cronometrados. Os campeões e vice-campeões da prova foram André Miranda/ Alison Pedroso, conquistando a 1º colocação na Pró Brasil, e Fábio Ruediger/ Eduardo Bampi, conquistando a segunda posição na Protótipo T1.

Foi a paixão por esportes radicais, mais especificamente, pela velocidade e pelo off road que conduziu os irmãos Rodrigo e Michel Terpins a se aventurarem como pilotos e investirem na criação da equipe Bull Sertões Rally Team. Até o momento, Rodrigo tem em seu histórico cinco participações em Rally dos Sertões. Já Michel marcou presença dez vezes no Rally dos Sertões. A bordo do T-Rex, projetado pela MEM Motorsport, os irmãos vem disputando importantes competições como o Rally dos Sertões e o Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country. A 25ª edição do mais importante torneio off road do Brasil rendeu a Michel Terpins um título inédito para a sua equipe, bem como o seu primeiro lugar no pódio da classe Protótipo T1.

A Bull Sertões Rally Team, além de contar com o suporte da equipe MEM, Terpins & Cintra Advogados, Motul e Ohlins, é patrocinada pela Xarla, Bull Sertões e 100% Eventos.

Selfie tem as suas origens bem antes do que se pensava

A selfie é uma forma antiga de tirar fotos que hoje está disseminada nas redes sociais. Sendo um hábito atual, as fotos com esse estilo de formato vieram bem antes das redes sociais e das câmeras frontais dos smartphones, ainda que não fossem tão facilmente reproduzidas as selfies já existiam há anos.

Na Filadélfia, Estados Unidos, a primeira selfie que se tem registro teria sido tirada por Robert Cornelius quando tinha 30 anos. O cenário seria a sua loja de lâmpadas na Filadélfia. Na ocasião não era possível saber se a foto iria dar certo, o que é de se esperar, uma vez que a tecnologia naquela época não era tão avançada o que exigiu que Cornelius ficasse em pé pelo menos 15 minutos para tentar a foto.

No espelho as selfies também já davam o ar da graça na realeza, há cerca de 100 anos a filha da duquesa Anastásia Nikolaevna, filha mais jovem do czar Nicolau 2°, já tinha tirado a sua selfie quando tinha 13 anos, em 1914. Com a inexistência dos aplicativos de mensagem a garotinha escreveu uma carta para o seu pai dizendo: “Tirei de mim mesma me olhando no espelho. Foi bem difícil porque minhas mãos estavam trêmulas”.

Em Nova York, uma cena um tanto engraçada e inesperada é vista com os amigos do fotógrafo nova-iorquino Joseph Byron, que tirou com seus companheiros uma foto, mesmo ninguém sabendo exatamente onde a câmara estava, a selfie foi tirada em um terraço em 1920. Para conseguir tirar a foto foi necessário a ajuda de um amigo, na época a câmera era uma caixa pesada.

As celebridades foram entrar na onda da selfie em 1938, Frank Sinatra tem uma foto tirada de si mesmo na frente do espelho de um banheiro. Foi com seus 23 anos que a foto foi tirada, antes do cantor conseguir a fama que hoje tem.

Em 1966 o guitarrista dos Beatles, George Harrison, com sua câmera olho de peixe saiu pela Ásia registrando a si mesmo nos lugares turísticos em que passava em seu período de descanso.

Foi em 2002, que finalmente uma palavra foi criada para a atrativa foto de si mesmo, isso aconteceu na Austrália, país em que os falantes estão acostumados a diminuírem algumas palavras com a terminação “-ie”.

 

Escola britânica usa música em disciplinas para aumentar desempenho de alunos

Após ter sido classificada para a categoria de “special measures”, categoria feita pelo governo britânico para as escolas que têm desempenho “abaixo do padrão de qualidade”, a escola de ensino infantil Feversham Primary Academy, resolveu implantar uma nova estratégia para estimular o aprendizado de seus alunos.

Localizada em Bradford, no centro da Inglaterra, a escola primária que iniciou esta década com o ensino considerado ruim para o país, busca mudar as perspectivas de classificação dentro de seis anos através de uma modalidade de ensino diferente que combina música com a grade curricular.

As crianças que passaram a ter uma modalidade diferenciada de ensino possuem entre 2 e 11 anos de idade. Desde que a escola passou por mudanças para melhorar o ensino, os alunos escutam música o tempo todo.

As aulas são diferentes para cada faixa etária, mas de um modo geral, há aulas em que os alunos formam o quedra-cabeça chinês Tangram enquanto escutam música clássica. Há outras em que eles cantam, batem palmas e ainda resolvem problemas de multiplicação. Na aula de literatura, por exemplo, os poemas são recitados como se fossem rap. Já na aula de história, há uma seleção de músicas que auxiliam no aprendizado que corresponde desde a era vitoriana até a era de explorações realizadas pelos vikings.

A escola identificou diversas dificuldades que comprometem a qualidade do ensino ao longo dos anos, dentre elas estão: a região em que a escola está localizada é uma das que mais possuem índices elevados de criminalidade e outras tensões sociais; os alunos são em grande parte de origem paquistanesa, ou seja, possuem o inglês como segundo idioma.

O diretor da escola britânica, Naveed Idrees, disse sobre as estratégias adotadas pela equipe de ensino: “Tentamos métodos variados para melhorar o ensino: aulas de história e literatura, de cidadania, palestras com grupos religiosos e comunitários”.

Por fim, ele explica como o método atual foi aplicado: “Logo ficou claro que esses métodos convencionais não eram apropriados para a idade e para o contexto social com os quais trabalhávamos. Precisávamos de uma alternativa.”

Segundo Idrees, a alternativa mais apropriada e escolhida pela instituição foi incluir a arte e a música como método de ensino, além de aliados importantes como os jogos e as brincadeiras em todas as disciplinas da grade curricular britânica.

 

Compromisso com biocombustível é adotado pelo Brasil e mais 19 países

Durante a Conferência do Clima, a COP 23, que ocorreu em novembro deste ano na Alemanha, o Brasil ao lado de outros 19 países fecharam um compromisso para desenvolver a bioenergia. Os 20 países fizeram uma declaração para promover a bioeconomia em um evento do Brasil durante a programação da Conferência. A redução de emissões do setor de transporte foi um dos objetivos que contribuem na elevação da temperatura global e outros prejuízos relacionados.

O esforço de 20 nações que fazem parte da Plataforma para o Biofuturo estão juntos na declaração lançada há um ano atrás na COP 22, que ocorreu em Marrocos. O grupo declara no documento sobre seu compromisso para desenvolver os biocombustíveis e a bioeconomia. Foi a primeira vez que investidores entraram em um acordo que estabelecia metas para construção de um plano de ação para atingir os objetivos propostos.

Metade da população global e 37% da economia mundial é representada pelo grupo que conta com os países: Argentina, Brasil, Canadá, Dinamarca, Egito, Finlândia, França, índia, Indonésia, Itália, Marrocos, Moçambique, Holanda, Paraguai, Filipinas, Suécia, Reino Unido e Uruguai. Eles fazem parte da COP 23, e fizeram uma avaliação desse que foi o primeiro ano da Plataforma para o Biofuturo como um instrumento de atração de investidores e desenvolvedores de políticas públicas.

O Brasil é o maior produtor de biocombustível do mundo, e apresentou parâmetros que colocam o país em destaque na agenda. O setor é uma preferência para o governo do país, destacou o secretário de Mudanças do Clima e Floresta do MMA, Everton Lucero. O secretário afirma que o setor de transporte e indústria tem uma necessidade urgente de incentivo da economia de baixo carbono não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro.

A Política Nacional de Biocombustível a Renovabio, também teve a sua proposta apresentada no evento. A instituição da medida teve seu projeto de lei apresentado à Câmara dos Deputados e é formada em conjunto com o setor privado e a sociedade civil. A previsão de expansão da Renovabio no setor sustentável da produção e a participação do setor é uma iniciativa relacionada às metas que o Brasil assumiu no contexto do Acordo de Paris sobre as mudanças do clima.

 

Reforma trabalhista regulamenta trabalho home-office entre outras mudanças

A reforma trabalhista será válida a partir de sábado 11 de novembro e trará mudanças para diversas áreas. Em geral, quem está sob a mudança são os trabalhadores CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Quem trabalha como servidor público não terá sua forma de trabalho afetada, exceto os contratados pela CLT.

As mudanças podem ser aplicadas para quem será contratado, mas quem já está trabalhando ainda não tem uma resposta definitiva. Enquanto o governo e entidades empresariais como a CNI (Confederação Nacional da Indústria) afirmam que sim, especialistas em direito têm diferentes respostas. Será necessário que casos vão para a Justiça para definir a aplicação da lei.

Entre as alterações estão o horário mínimo do almoço que deve ter obrigatoriamente 30 minutos para jornadas que tenham no mínimo 6 horas. Quem antes tinha 1 hora para almoçar pode ter o tempo reduzido, a modificação deve ser definida em acordo ou convenção.

O trabalho home-office (teletrabalho) passa a ser regularizado, será necessário que esteja definido no contrato de quem são os custos do material de trabalho. Em geral profissionais como redatores e freelancers estarão sob essa nova regulamentação.

Quem tem um banco de horas definido em um acordo individual deverá ser compensado em até 6 meses.

As férias poderão ser divididas em no máximo 3 períodos que não poderão ser menores que 5 dias corridos. Um dos períodos deve ser maior que 14 dias e nenhum deles pode começar 2 dias antes de um feriado ou do dia de descanso na semana. O comum acordo entre o patrão e o funcionário poderá feito para definir da melhor maneira a divisão dos períodos.

Outra mudança que poderá estar ligada à regularização do home-office é a ausência de hora fixa, essa forma de trabalho é conhecida como trabalho intermitente, isso significa que não haverá uma garantia de trabalho mínimo no mês, os ganhos serão de acordo com as horas trabalhadas, e será permitido trabalhar para mais de uma empresa, mas a empresa terá que chamar o funcionário para o serviço com até 3 dias de antecedência, no caso, o funcionário terá o direito de aceitar ou não o trabalho e terá até um dia útil para responder, se houver descumprimento do combinado haverá um pagamento de multa que equivale a metade do valor do serviço.

 

Especialista garante que dar mesada para os filhos não uma boa ideia

Normalmente a mesada é enxergada como algo positivo, a maioria das pessoas considera que dar uma quantia de dinheiro para os filhos administrarem pode ajuda-los a entender o valor da moeda e a importância de guardar dinheiro, no entanto existe quem afirme que dar mesada para os filhos pode surtir efeitos negativos.

É o que diz o especialista em empreendedorismo e educação financeira João Kepler Braga, que recentemente publicou um livro que ajuda a pais ensinarem seus filhos a empreender. Segundo o autor do livro, a mesada caracteriza-se um ganho de dinheiro sem trabalho, passa às crianças a ideia de uma recompensa fixa sem esforço, uma segurança equivocada de que todo mês terá um dinheiro disponível.

“Devemos acostumar nossos filhos à necessidade de trabalhar e não à de esperar um salário fixo no final do mês. Não haverá empregos formais para todos os jovens da nova geração, por isso a importância de ensiná-los a encontrar alternativas”, explicou o João.

Kepler reforça que provavelmente quem nunca recebeu mesada certamente não dará aos filhos, mas se preocupara em ensina-los a ganhar o próprio dinheiro. Ele explicou que foi o seu caso, quando era criança seus pais não tinham condições de dar alguma renda mensal a ele, diferente dos seus amigos que todo mês contavam com algum dinheiro. Ele explicou que na fase adulta ele alcançou uma situação financeira melhor que todos eles.

O especialista ressalta que lidar com o dinheiro é um desafio difícil para os adultos, quanto mais para crianças. Até que eles consigam entender as necessidades reais, prioridades e os momentos de gastar ou não dinheiro, pode demorar. É importante não dar para o filho tudo que ele pede de forma desenfreada, mas mostrar a dificuldade que existe para conseguir os recursos necessários para efetuar o gasto.

João Kepler Braga tem 3 filhos e disse que todos eles já entendem o valor do dinheiro. A mais jovem, com 12 anos, produz bolos de copo desde os 8 anos para conseguir dinheiro, o de 15 anos já fundou uma empresa de lista de material escolar, enquanto o mais velho, com 17 anos já ganha dinheiro produzindo eventos e vendendo ingressos.

“Desde pequenos, sempre quis acostumá-los a não ter ‘nada garantido’ (…). Não quero meus filhos focados em ‘empregos’, os quero pensando em ‘trabalho’, o que é bem diferente” Explicou.

 

JHSF – conheça mais sobre a empresa de José Auriemo Neto

A JHSF Participações e seu presidente do conselho administrativo, José Auriemo Neto, chacoalharam o mercado de luxo paulistano. Além das incorporações imobiliárias, a empresa é responsável por projetos voltados para o público de alta renda, como a administração de shopping centers de luxo, residenciais multifunções, hotéis, restaurantes e até administração de um aeroporto executivo.

Conheça um pouco da história da companhia e os diferentes setores em que atua.

Incorporações imobiliárias

A empresa foi fundada em 1972 focada apenas na construção. Ainda com o nome JHS ela foi responsável pela construção de inúmeras edificações em especial na década de 80. Foram construídos prédios residenciais e comerciais, agências bancárias, restaurantes, entre outros empreendimentos. Entre os destaques estão o complexo do Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba no estado da Bahia e a pista de provas da General Motors.

O nome passou a ser JHSF após 1990, quando houve uma cisão na companhia e Fábio Auriemo passou a ser o sócio majoritária. O pai de José Auriemo Neto, quando esteve à frente da companhia, manteve o foco nas construções, contudo passou a dar importância a incorporação imobiliária, bem como a construção de edifícios comerciais para locação.

Nesta época foram desenvolvidos empreendimentos como o Metropolitan Office, na Rua Amauri, até hoje considerado um dos pontos comerciais mais importantes de São Paulo.

Centros comerciais

O passo seguinte ocorreu no começo dos anos 2000 o então diretor José Auriemo Neto cria a divisão de shopping centers da JHSF. O primeiro deles foi o Shopping Metrô Santa Cruz, o primeiro do Brasil a integrar shopping e metrô. O empreendimento foi o primeiro “teste” da empresa do que viria a se tornar mais tarde a sua principal área de renda recorrente.

Foram construídos também o Catarina Fashion Outlet, primeiro do país voltado para o público de alto padrão, o Shopping Cidade Jardim também direcionado ao público de alta renda, o Shopping Metrô Tucuruvi vendido em 2016, o Ponta Negra em Manaus, um dos principais centros comerciais da Região Norte.

Residenciais de luxo

O principal deles o Parque Cidade Jardim foi construído no centro de São Paulo, às margens da Marginal Pinheiros. De início Fábio Auriemo foi contra o projeto, mas logo foi convencido por José Auriemo Neto a investir no empreendimento que reúne em um só endereço áreas residenciais, comerciais com escritórios, um shopping center de luxo e um hotel.

A ideia é que os moradores não tenham que enfrentar o trânsito e a insegurança de São Paulo para trabalhar, se divertir e consumir. O Parque Cidade Jardim foi inspirado no Roppongi Hills, edifício multifunções construído no Japão pelo empresário Minoru Mori. O complexo reúne apartamentos, escritórios, restaurantes, lojas e um museu. Sua construção levou 17 anos e foram investidos o US$ 4 bilhões.

Além dele, a JHSF também investiu no residencial Fazenda Boa Vista, no interior de São Paulo. O residencial traz terrenos para a construção de casas de alto padrão; o edifício 815 na Quinta Avenida, na cidade de Nova York, nos EUA; o condomínio Las Piedras, em Punta del Este, no Uruguai, entre outros.

Hotelaria e gastronomia

A empresa de José Auriemo Neto também investe em hotéis de 4 e 5 estrelas. É sócia-majoritária do Grupo Fasano, que administra 4 hotéis e 11 restaurantes divididos entre Rio de Janeiro, São Paulo e Punta del Este. Também a previsão de abertura de empreendimentos em outras cidades do país e da América Latina.

 

Há 3 anos Brasil não reduz o número de analfabetos que atualmente é 13 milhões

Atualmente, o Brasil possui 13 milhões de analfabetos, e já faz 3 anos que não consegue diminuir esse número, de acordo com o relatório da Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura, a UNESCO.

O Relatório de Monitoramento Global da Educação 2017/8, elaborado pela Unesco, teve como tema da pesquisa a “Responsabilização na educação: cumprir nossos compromissos”.

O relatório teve como resultado a avaliação dos países que não conseguem cumprir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 da ONU, que é: “assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.”

A razão desproporcional sobre qualquer problema relacionado a educação sistêmica, alerta o relatório, podem ter efeitos colaterais negativos sérios, além da ampliação a equidade sendo muito prejudicial ao aprendizado.

Os dados mostraram que nos países mais ricos, os jovens que concluem o ensino médio são de 84%, e no Brasil esse número é de apenas 63%. Outro resultado foi que apenas 50% dos alunos apresentaram habilidades em ciências, enquanto no Japão, esse número foi de 90%.

São 264 milhões de crianças que não frequentam a escola, em países associados a Unesco. O direito à educação está em 82% das constituições nacionais, e em metade, as leis não responsabilizam o governo, o que faz com que o cidadão não possa abrir um processo contra ele por violar esse direito.

Dos 86 países que enviaram dados à Unesco, apenas 42 possui leis que se refere diretamente a educação inclusiva. Existem casos de escolas que penalizam os professores devido aos resultados serem fracos nas avaliações.

Mais de 60% dos 70 sindicatos de professores distribuídos em 50 países nunca foram consultados com relação ao material didático. Apenas um terço dos relatórios nacionais de monitoramento da educação engloba a educação de adultos.

Dos 34 países com rendas menores, apenas 14 possuem padrões de educação infantil e monitoram seu cumprimento.

De 2010 a 2015, o apoio com bolsas de estudos caiu pela metade, sendo um gasto subestimado em países como o Brasil, a China e a Índia.

A região Nordeste do Brasil é onde se concentra o maior número de analfabetos, sendo o total de 52% dos analfabetos do país.

 

Luiz Carlos Trabuco Cappi assume presidência do conselho do Bradesco

O Bradesco anunciou que Luiz Carlos Trabuco Cappi, seu atual presidente-executivo, irá comandar temporariamente a presidência do conselho de administração, acumulando as duas funções no banco. Em março de 2018, um novo executivo será eleito para assumir o cargo.

A troca acontece após a renúncia de Lázaro de Mello Brandão, que ocupava a presidência do conselho desde 1990. Aos 91 anos, Brandão ainda irá presidir os conselhos das empresas controladas pelo grupo. Ele aprovou a chegada de Trabuco no cargo e disse que o executivo “reúne todas as condições para realizar um bom trabalho”.

A saída foi realizada por iniciativa do próprio Brandão, que convocou o conselho do banco e propôs sua renúncia. “A necessidade de conseguir um conselho ativo me trouxe a consciência de que a sucessão por novas disposições para o trabalho que preservamos era prudente”, afirma.

Trabuco reconheceu a contribuição de Brandão na construção de um sistema bancário moderno no Brasil. De acordo com o executivo, ele foi um “homem participante de todos os grandes momentos pelos quais a economia passou nos últimos 75 anos”.

Luiz Carlos Trabuco Cappi começou sua carreira no banco em 1969. O bancário, formado pela UNESP em Filosofia, Ciências e Letras, foi também presidente da seguradora do banco antes de comandar a presidência executiva. Trabuco, 66 anos, preside o Bradesco desde 2009.

O executivo foi responsável por uma das maiores fusões do setor bancário com a compra por 5,2 bilhões de dólares do HSBC no Brasil pelo segundo maior banco privado do país. Como as normas da instituição financeira não autorizam o acúmulo de cargos ou funções, o bancário terá que deixar a presidência executiva até março do ano que vem.

O próximo presidente-executivo que irá substituir Luiz Carlos Trabuco Cappi em março de 2018 será um dos membros da diretoria. O banco tem a tradição de escolher executivos do grupo para comandar a casa. “Somos um banco que privilegia a prata da casa”, frisa Trabuco.

Segundo Luiz Carlos Trabuco Cappi, seu sucessor ainda não tem nome e será escolhido após uma reunião do colegiado, quando acontece a eleição. “Será um processo normal e rotineiro, respeitando os talentos para o exercício dos cargos da organização”.

Para ele, um dos maiores desafios que o novo presidente terá pela frente será em relação à ambientação digital de clientes que ainda não estão familiarizados com a plataforma. “Nós temos apenas 14 milhões dos 27 milhões de clientes que fazem transações digitais. Os outros terão de ser alfabetizados. Tecnologia sem olhar para as pessoas é lugar comum”, explica.

O banco deve entregar o nome do novo presidente-executivo ao Branco Central após uma assembleia geral de acionistas do grupo. É provável que o nome seja selecionado antes mesmo do prazo informado.

Constituído por oito membros, o conselho que Luiz Carlos Trabuco Cappi presidia fica com um integrante a menos até a nova seleção. Há ainda planos de aumentar o número de membros, mas o banco informou que no momento não há definição a respeito.