Risco cardíaco do sedentarismo pode ser revertido com atividade física

Um recente estudo publicado pela revista científica Circulation, mostrou que pessoas de meia idade podem reduzir ou reverter os riscos cardíacos causados pelo sedentarismo, através da atividade física. Porém esse objetivo só poderá ser alcançado em longo prazo através de comprometimento. É preciso incluir as atividades físicas no cotidiano pelo menos cinco vezes na semana por aproximadamente dois anos.

Os pesquisadores acompanharam 53 adultos saudáveis com idade entre 45 e 64 anos que não praticavam atividade física regular, para poderem chegar a essa conclusão. Os participantes foram separados em dois grupos, onde uma parte dos voluntários iria seguir uma rotina de atividade física aeróbica com aumento de intensidade em um período de dois anos. Na outra parte eles praticaram yoga, musculação e exercícios equilibrados por três vezes na semana no mesmo período do primeiro grupo.

A parte que realizou exercícios aeróbicos apresentou uma melhora de 18% na absorção máxima de oxigênio durante os exercícios e de 25% na flexibilidade do ventrículo esquerdo do coração.

O segundo grupo não obteve os benefícios do primeiro. O autor do estudo e também diretor do Instituto de Exercícios e Medicina Ambiental, Benjamin Levine, disse que a chave para um coração saudável na meia idade é a dosagem certa de exercícios no momento certo da vida. Os resultados foram reversão de riscos cardíacos causados pelo sedentarismo para a maioria dos voluntários.

A rotina dos voluntários era de sessões de 30 minutos de exercícios, mais o aquecimento e o resfriamento do corpo. Entre os 3 primeiros meses eles praticaram apenas 3 sessões de exercícios moderados, após esse tempo foi incluída uma sessão de atividade aeróbica mais intensa.

Foi recomendada também uma sessão semanal de treinamento de força e aeróbico longo.

Levine disse em uma entrevista à BBC, que a principal mensagem do estudo é que a atividade física tem que fazer parte das nossas vidas tanto quanto a higiene pessoal.

O vice-diretor da faculdade de ciências da vida e medicina da King’s College London, Richard Siow, disse que o estudo também divide condições que são relacionadas a demência e a outros declínios cognitivos, devido a melhora da função cardíaca facilitar o fluxo sanguíneo para o cérebro.

 

Contabilidade no campo jurídico: sócio de Ricardo Tosto esclarece tema em obra lançada

Um dos sócios de Ricardo Tosto em seu escritório de advocacia, o advogado Carlos Henrique Crosara Delgado, lançou um livro que trata de duas modalidades de clientela do segmento contábil. Na obra, ele procurou esclarecer alguns pontos considerados espinhosos dentro do universo tributário, sobretudo no tocante ao âmbito internacional. A responsável por colocar a obra em circulação foi a editora especializada em assuntos jurídicos, a Lumen Juris. A noite de autógrafos foi realizada na cidade de São Paulo, onde o autor foi prestigiado por diversas pessoas na Livraria da Vila.

Uma das questões levantadas por Delgado em seu livro, trata justamente de um ponto relevante e que causa certa dificuldade aos profissionais do ramo: o IRFS, sigla que representa em tradução livre para o português “alguns padrões para se reportar relatórios financeiros”. Segundo o sócio de Ricardo Tosto, uma das formas de se conseguir trabalhar com esse tipo de modelo contábil é estudando continuamente o Código Tributário Nacional. O advogado e escritor defende a necessidade de se estar sempre por dentro das novidades que as autoridades do meio costumam implementar.

Para tratar do tema em questão, o parceiro profissional de Ricardo Tosto empregou um conteúdo disposto ao longo de 316 páginas. Dessa forma, estima-se que a publicação venha sustentar a formação de estudantes das áreas jurídica e contábil, ao passo que também embasará o trabalho de profissionais já atuantes em estabelecimentos desses dois tipos de segmentos. A obra tem seu valor inicial estipulado em R$ 88,00 e já foi distribuída para comercialização em livrarias.

O livro de Delgado encontra uma base sólida no Direito. Isso se deve ao fato do jurista ter se graduado na PUC de São Paulo, especializando-se também em Direito Tributário através da mesma instituição de ensino. Outros cursos, entretanto, compõe a formação do profissional, já que possui mestrado pela USP, além de outras certificações ligadas aos meios jurídico e contábil. Em sua rotina profissional, ele conduz causas relacionadas à área de contencioso, bem como processos decorrentes de tributos diversos. Seu trabalho inicial, no entanto, foi como gestor de uma corporação de grandes proporções.

No Leite, Tosto e Barros, o escritor trabalha com uma equipe de 300 outros profissionais. Tais colaboradores, contudo, estão lotados nas três unidades da advocacia, localizadas nos estados do Rio de Janeiro, Brasília e em São Paulo. Dentre os membros da organização jurídica fundada por Ricardo Tosto, há ainda a presença de um advogado cuja atuação é exclusivamente voltada à consultoria no campo jurídico.

Diversas áreas são contempladas pela advocacia onde Delgado atua, com destaque para os segmentos que cuidam de assuntos administrativos, bancários, comerciais, contratuais, dentre outros. O conglomerado de escritórios fundado por Ricardo Tosto foi citado positivamente em publicações de diretórios jurídicos internacionais nos últimos anos, como no caso do Latin Lawyer 250, que anualmente divulga análises de performances de estabelecimentos e profissionais atuantes no meio. O Legal 500 foi outra instituição avaliadora que em 2017 publicou pareceres explicando por quais fatores a empresa tem conseguido alcançar seus objetivos no período avaliado.

 

Ruídos altos de fábricas podem estar gerando estresse em aves

Um estudo recente foi divulgado pelo “Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)”, mostrando que os barulhos gerados por indústrias de gás e petróleo, estão atrapalhando a reprodução de aves que vivem próximas a elas e que parecidos com a raça humana, esses pequenos animais podem estar sendo afetados e  sofrendo de estresse.

Os pesquisadores analisaram que essas aves afetadas pelos ruídos, apresentavam mudanças nas suas taxas de hormônio ligado ao estresse, o cortisol. Segundo os pesquisadores, essas mudanças estão ligadas à necessidade de maior vigilância e inquietude, que esses animais apresentam quando ficam expostos ao barulho das fábricas.

Foram observadas também algumas complicações na reprodução dos pássaros e em algumas ocasiões, a ninhada estava nascendo com atrofia. Foram observados também que alguns animais possuíam menos penas e um corpo menor, em comparação com outros pássaros que não vivem em locais próximos de fábricas barulhentas.

De acordo com um dos autores do estudo, o pesquisador Rob Guralnick, do Museu de História Natural da Flórida, os pássaros não conseguem identificar o que está ocorrendo no meio ambiente e com isso acabam ficando estressados. Ele ainda declarou que essa situação de estresse permanente acaba danificando a saúde humana, e no caso dos pássaros isso compromete por completo a saúde deles.

Os pesquisadores para tentar mensurar o efeito do ruído nos pássaros, estudaram três espécies que vivem e fazem a sua reprodução em regiões próximas das operações de gás e petróleo, que são realizadas nos Estados Unidos e pelo Departamento de Gestão de Terras no Novo México.

Foram espalhados 240 ninhos por doze regiões distintas, e os pesquisadores também tiraram amostras de sangue das aves em três situações variadas. Mas os exames mostraram que os pássaros estavam com baixas taxas de cortisol. De acordo com os cientistas, apesar de parecer que as aves não estavam estressadas, era justamente ao contrário. Os pássaros estavam em um estado tão alto de estresse, que o próprio organismo deles reduziram a produção de cortisol, como um meio de defesa. A pesquisa também mostrou que os resultados repetidos de taxas baixas de cortisol, também foram encontrados em ninhadas próximas à essa região.

O coautor da pesquisa, o fisiologista Christopher Lowry, também comentou que o resultado do estudo mostra coerência, em relação à algumas pesquisas que já foram realizadas em roedores e também em seres humanos.

 

2017 foi um excelente ano para a produção agrícola brasileira segundo o governo

 

A agricultura brasileira teve um ano excepcional em 2017 com uma supersafra de 238 milhões de toneladas de grãos. Um acontecimento histórico de acordo com o Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Mapa, Neri Geller.

Para o secretário, a maior atribuição do resultado e a associação dos fatores positivos colaboraram para estabelecer o país como um dos maiores em agronegócio no mercado global. O Plano Agrícola e Pecuário disponibilizou as ferramentas necessárias para o produtor trabalhar com segurança e tranquilidade, segundo o secretário.

A mobilização de recursos no balanço da Política Agrícola de 2017, alcançou os R$ 188,3 bilhões em crédito rural, operações de plantio, custeio e comércio para a safra 2017/2018. Foram R$ 550 milhões para o Seguro Rural e para o apoio ao comércio da Política de Garantia de Preços Mínimos foram R$ 1,4 bilhão.

Os recursos de investimento em armazenagem também estão assegurados em R$ 1,6 bilhão. O Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural, o Pronamp, disponibilizou R$ 18 bilhões para o custeio e R$ 3,7 bilhões para investimentos de um total de R$ 21,7 bilhões de acordo com Geller.

Uma parte integrante da Política Agrícola no ano passado, foi a modernização da produção agrícola. Geller lembra que o programa de Inovação Tecnológica possibilitou uma linha de crédito para a conectividade no campo, que ajudou na melhora da gestão das propriedades rurais através do acesso a internet e a informação. O programa de financiamento de equipamentos agrícolas precisos dispõe de R$ 1,26 bilhão com um limite por produtor de R$ 1,1 milhão.

A Modernização da Frota de Tratores e Implementos Associados a Colheitadeiras também foi outro fator de destaque segundo Geller, que teve uma ampliação de 82% e contando com R$ 9,2 bilhões. Esse programa dispões o financiamento de até 90% de implementos e máquinas agrícolas com um prazo de pagamento de até 84 meses. O limite de custeio por produtor é de R$ 1,5 milhão e o prazo para pagamento dos produtores de grãos é de 14 meses.

 

Recebimento de presentes em empresas sem ferir o compliance – com Bruno Fagali

Seguir à risca as normas de compliance de uma empresa pode ser uma tarefa bem mais complicada do que parece – tanto para os funcionários de grau hierárquico mais baixo, como para o alto escalão da organização. Tal situação fica ainda mais complicada o período de festividades de final de ano. A questão foi levantada por Antonio Carlos Hencsey, que atua como líder de práticas de Ética & Compliance da consultoria internacional especializada em governança, tecnologia, risco, auditoria interna, operações e finanças Protiviti, reporta o advogado Bruno Fagali.

Conforme sinaliza Hencsey: “O objetivo principal por trás da troca de lembranças e presentes é o fortalecimento das relações entre parceiros comerciais, todavia, o recebimento de mimos mais sofisticados, como ingressos para shows musicais ou teatrais e jantares em restaurantes famosos, podem desenvolver, no ambiente de trabalho, uma cortina inadequada de influências externas.”. O especialista ainda noticia que existe a necessidade de tomar algumas precauções ao receber presentes e lembranças dos fornecedores e parceiros, algo bastante comum durante o final do ano. Para Hencsey, o fato de um empregado ou diretor de empresa receber mimos de terceiros, pode acarretar mal-entendidos como recebimento de propinas. Além disso, a atitude pode desprestigiar a reputação da empresa e ferir as normas do código de ética e conduta da corporação, ressalta Fagali.

Contudo, é válido destacar que o recebimento de brindes de baixo valor – canetas, bloquinhos de anotação, canetas, pen drives, chaveiros e calendários, normalmente customizados com a logomarca da empresa – não podem ser enquadrados como gratificações suspeitas. Nessa categoria, salienta o expert em compliance, devem ser considerados os presentes com valor superior a R$ 150, pois, podem influenciar diretamente o discernimento e a objetividade das decisões comerciais do recebedor do presente, reporta Bruno Fagali.

Entre os cuidados que devem ser tomados para que a empresa continue íntegra em relação ao cumprimento das regras de compliance e ética, mas, ao mesmo tempo não aparente falta de cortesia diante o recebimento de mimos, estão: esclarecer a todos os colaboradores as normas de recebimento e oferecimento de presentes; e determinar um preço máximo para os presentes que podem ser aceitos, noticia o advogado. Conforme aconselha Antonio Carlos Hencsey, lembranças com valor superior a R$ 100 já não podem ser caracterizados como itens de baixo valor.

O especialista da Protiviti também enfatiza a necessidade de orientar os membros de níveis hierárquicos mais elevados a “darem o exemplo”. Para Hencsey, os líderes de empresa, em diversas situações, recebem presentes mais caros, como forma de estreitar os vínculos com parceiros da corporação – entretanto, também eles devem seguir à risca todas as normas estabelecidas. Ao receber um presente, pontua o especialista, mesmo o presidente da empresa deve seguir as orientações de compliance e reforçar a importância da prática para a organização. Embora o funcionário acredite que nunca irá se deixar influenciar pelos mimos recebidos, Hencsey alerta que ninguém consegue ser 100% neutro nesta situação e sempre existirá um vínculo ou conexão criado a partir dessa ação, reporta o sócio-fundador da FAGALI advocacia.

 

Salário mínimo em 2018 é de R$ 954 segundo decretado assinado pelo presidente

O decreto assinado pelo presidente da República Michel Temer no final de dezembro estabelecia o valor do salário mínimo para R$ 954 em 2018, um aumento de R$ 17 reais em relação ao anterior.

A publicação foi feita no Diário Oficial da União e sua validade passou a vigorar desde o dia 1º de janeiro deste ano. Esse foi o menor reajuste dos últimos 24 anos e também ficou abaixo da estimativa que o Congresso Nacional havia aprovado de R$ 965. O governo espera uma economia de R$ 3,3 bilhão este ano.

O decreto também estabelece um valor diário correspondente a R$ 31,80 e o valor da hora de R$ 4,34. O valor é 1,81% maior que o salário mínimo de 2017. No Brasil entre aposentados e pensionistas que recebem o benefício pagos em partes pelo governo federal totalizam 45 milhões de pessoas.

O valor baixo no reajuste do salário mínimo tem relação com a fórmula de correção realizada de um ano para outro, e leva em consideração a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior e o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

O cálculo de 2018 está somando o PIB de 2016 e o INPC de 2017. Como o PIB brasileiro em 2016 foi negativo a conta foi feita baseada somente pela variação do INPC. No caso o INPC teve 1,81% de variação estima o governo, e o percentual exato só foi informado em janeiro.

A variação do INPC foi de 1,80% entre os meses de janeiro e novembro do ano passado. A estimativa de variação do INPC foi de 2,16% no ano segundo a recente avaliação do Banco Central.

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que no ano passado o reajuste foi acima da fórmula determinada para o salário mínimo, devido a isso em 2018 esse excedente foi abatido.

Para o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o Dieese, o reajuste do salário mínimo ficou abaixo da variação do INPC, o que não ocorria a cinco anos.

Segundo o ministro, a lei é precisa na fixação da variação do INPC do ano anterior e o PIB de dois anos antes para corrigir o salário mínimo.

 

Em 2018 a conta de energia pode custar R$ 18 bilhões ao bolso dos brasileiros

Os brasileiros irão gastar R$ 18,8 bilhões a mais com energia elétrica em 2018, segundo decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica, a Aneel, nos valores com subsídio ao setor elétrico. Os valores terão como destino a Conta de Desenvolvimento Energético.

O choque das tarifas de energia será diferenciado para as regiões Norte e Nordeste, segundo a Aneel, pois lá o reajuste será de 0,77% na conta. Já para os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste os reajustes das tarifas chegarão a 2,72%.

As aplicações da Conta de Desenvolvimento Energético abrange também o subsídio da conta de energia de famílias de baixa renda, indenizações a empresa e combustível utilizado nas usinas termelétricas. As usinas termelétricas geram energia para o programa Luz para Todos da região Norte do país.

O programa Luz para Todos originado no final do ano de 2003 para acabar com falta de luz elétrica e levá-la o acesso gratuitamente a todos, e até 2008, levou chegou a 10 milhões de pessoas. A coordenação do programa era feita pelo ministro de Minas e Energia, com operação da Eletrobrás e executado pelas concessionárias de energia elétrica e cooperativas rurais em parceria com os governos estaduais.

No ano passado a Conta de Desenvolvimento Energético arrecadou 20% a menos que o esperado para o próximo ano, chegando a R$ 15,9 bilhões. Entre as previsões de aplicação no ano que vem estão os pagamento tarifários na distribuição de energia que chegarão aos R$ 6,9 bilhões.

O sistema isolado das termelétricas da região Norte ficarão com R$ 5,3 bilhões dos valores arrecadados. Os consumidores de baixa renda, as despesas com generalização do serviço de energia receberá R$ 2,4 bilhões e o programa Luz para Todos R$ 1,1 bilhão.

As usinas nucleares de Angra 1 e 2 terão reajuste de 74,4% na tarifa de 2018 segundo decisão da Aneel, que entrarão em vigor no dia 1º de janeiro. A tarifa das usinas que recebem a energia usinada passará de R$ 224,21 por megawatt-hora para R$ 240,80 por megawatt-hora. O montante médio de 2018 foi de 1.572 megawatt-hora. Os valores fixados para as usinas em 2018 foi para R$ 3,316 bilhões, sendo o valor anterior de R$ 3,087 bilhões.

 

Felipe Montoro Jens comenta a implantação da ferrovia Ferrogrão e sua importância para o país

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) promoverá um leilão destinado à construção de uma nova ferrovia. Trata-se da Ferrogrão, uma abreviação de “Ferrovia do Grão”. Também referida como EF-170, estima-se que a obra corte as cidades de Sinop e Miritiba, localizadas nos estados de Mato Grosso e Pará, respectivamente. Felipe Montoro Jens, especialista em Projetos de Infraestrutura, informa que a obra poderá se estender ao longo de mais de 1.000 km, atravessando uma região composta por florestas e matas regionais.

Planejada para durar 65 anos, a concessão terá como vencedor aquele que fizer a melhor oferta de outorga ao governo, pontua Felipe Montoro Jens. De acordo com informações oficiais, o leilão será iniciado com um lance de R$ 0,01. Além de construir a ferrovia, a empresa que atuará como concessionária também se encarregará de implantar a estrutura necessária para que os trens operem no local. Até mesmo o próprio funcionamento ferroviário ficará a cargo da companhia vencedora.

Felipe Montoro Jens reporta que os estudos de viabilidade do empreendimento já foram iniciados. A futura construção se dará dentro do chamado PPI (Programa de Parceria de Investimentos). Conforme esclarece o portal da iniciativa, os investimentos necessários à concretização do projeto totalizarão R$ 12,6 bilhões. O principal objetivo da Ferrogrão, segundo informações governamentais, será o de promover uma espécie de corredor voltado à exportação de produtos através do Arco Norte.

O PPI também esclarece de modo detalhado os serviços que farão parte do processo de construção da ferrovia. Dentre as informações divulgadas sobre o assunto, estão as obras de drenagem, terraplanagem, estruturação do local, bem como a realização de desapropriações, sinalizações do espaço que será construído, atividades de engenharia e aquisição do material necessário ao funcionamento da área. Dessa forma, o especialista em Projetos de Infraestrutura ressalta que haverá uma grande movimentação de capital para a conclusão da ferrovia.

Representantes do governo afirmaram que o edital sobre a construção está previsto para ser publicado no início de 2018. O leilão, por sua vez, poderá ocorrer ainda no primeiro semestre do ano. Em relação ao sistema remuneratório que será implantado, ficou acordado que o prestador dos serviços de transporte (a concessionária) ficará com tal responsabilidade, assumindo também os riscos envolvidos no projeto.

Algumas projeções já foram anunciadas em relação aos serviços que serão demandados quando houver a conclusão da Ferrogrão. Felipe Montoro Jens aponta que há, já para 2020, a expectativa de que a ferrovia tenha a capacidade de transportar 25 milhões de toneladas de carga. Esse número, entretanto, poderá sofrer expressivos aumentos, alcançando até 2050 a marca de 42,3 milhões de toneladas transportadas anualmente.

Diversos gêneros alimentícios serão contemplados pelo aumento do transporte na região, tais como açúcar, soja e milho. Além disso, Felipe Montoro Jens salienta que o petróleo e seus derivados também poderão ser distribuídos para diversas outras regiões do país, assim como o etanol e alguns fertilizantes específicos.

 

Novos modelos da Apple poderão chegar em 2018

De acordo com a análise de Ming-Chi Kuo da empresa KGI Securities, a Apple deve ter um lançamento de mais três modelos de iPhone no ano de 2019. De acordo com a previsão o analista os dispositivos terão telas “infinitas”. Como sempre faz previsões certeiras, Kuo é ouvido pelo mercado. Dia 13, segunda-feira, Kuo enviou uma nota a investidores abordando maiores informações sobre os três modelos dos futuros novos smartphones da Apple.

Chamada inicialmente por Kuo de “iPhone X Plus”, a versão do aparelho será maior, com tela de OLED de 6,5 polegadas, enquanto a nova versão do iPhone X terá uma tela de OLED de 5,8 polegadas. A empresa terá modelos com tela LCD, que não teriam um tamanho da OLED, com 6,1 polegadas. Para o analista, esses novos aparelhos estariam sendo feitos para atingir um público que estão entres os intermediários no uso de smartphones.

Para ficar com um preço entre US$ 650 e US$ 750, o smartphone seria produzido com uma resolução inferior. De acordo com as previsões do analista Kuo, os principais recursos irão se manter como o Face ID, sensores e câmeras continuarão presentes no dispositivo, o botão de Home não faria parte dos novos aparelhos.

A previsão do lançamento dos três novos modelos é para o segundo semestre de 2018 e assim a Apple estaria em um ciclo vendas maior. Com as novidades tecnológicas que a Apple trouxe com o iPhone X, a cadeia de produção da empresa já deverá estar habituada com a fabricação dos aparelhos.

Neste ano a Apple lançou três modelos novos, entre eles o iPhone 8, com uma tela de LCD de 4,7 polegadas que foi vendido a US$ 679 nos EUA (no Brasil o valor é de R$ 4 mil), enquanto a versão 8 Plus, tem uma tela LCD de 5,5 polegadas que é vendida a US$ 749 nos EUA, e o terceiro aparelho, o iPhone X, com uma tela “infinita” de 5,8 polegadas feita de OLED, com recurso de reconhecimento facial e carregamento de bateria sem fio que está sendo vendida a US$ 999 nos Estados Unidos.

 

Acesso aos direitos fundamentais é reforçado pelo Bolsa Família

Os desafios e a busca de novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável é um compromisso dos vários países, incluindo o Brasil, que juntos, fazem parte da Organização das Nações Unidas – ONU. No acordo é determinado uma agenda de longo prazo onde são listados temas fundamentais para a população do determinado país, tais como a erradicação da pobreza.

Uma das iniciativas que ajudam a alcançar a igualdade social, está no Bolsa Família. O Bolsa Família possibilita as famílias receberem todos os meses um valor em dinheiro que ajudam a aliviar um pouco a pobreza.

Ao participar do programa as famílias assumem um compromisso que envolvem a saúde e educação das crianças e gestantes. Sendo assim, essas condições garantem que os beneficiários tenham além do dinheiro, uma qualidade de vida garantida.

Em 2017, os acompanhamentos do programa chegaram a 75,2% das famílias que participam dessa categoria, porcentagem que corresponde a 8,7 milhões de famílias brasileiras.

Os resultados mostram que 5,7 milhões de crianças, com idade entre 0 e 7 anos tiveram as duas cadernetas de vacinas atualizadas e 387 mil gestantes fizeram o pré-natal de forma correta pelo Sistema Único de Saúde em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social.

A equipe de saúde da família dá apoio às famílias que tenham mulheres com idades entre 14 e 44 anos e também as crianças menores de sete anos. Eles são atendidos por serviços necessários para cumprir as condicionalidades do programa.

A famílias que não cumprem com as condições estabelecidas têm o cancelamento dos seus benefícios de maneira definitiva. Primeiramente, a família recebe uma advertência, que não interrompe o recebimento do benefício e se a situação se repetir no prazo de seis meses é realizado o bloqueio do benefício por um período de um mês. Se após o bloqueio ocorrer novamente o descumprimento no período de seis meses, o benefício é suspenso sem chances de reaver as parcelas.

O cancelamento ocorre somente em casos extremos de total descumprimento das condições e as famílias só são desligadas após passarem por um acompanhamento da assistência social da cidade.

Em 2017, foram 350 mil famílias que acabaram perdendo o benefício do programa por descumprimento das regras estabelecidas.