Apenas uma universidade brasileira está entre as 300 melhores no mundo

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USP – Universidade de São Paulo

Um ranking chinês que avalia as melhores universidades do mundo revelou que o Brasil possui apenas uma boa universidade para representar o país entre outras 300 universidades espalhadas pelo mundo. O ranking Academic Ranking of World Universities (ARWU), que avaliou as universidades nesse ano, nomeou a Universidade de São Paulo – USP, como a melhor universidade brasileira e a única representante do Brasil.

Quando a lista foi expandida para as 400 melhores instituições do mundo, mais dois nomes de universidades brasileiras apareceram na lista, sendo elas: Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, e a Universidade Estadual Paulista – Unesp.

O ranking chinês faz essas avaliações desde o ano de 2003, classificando as melhores universidades em nível mundial de acordo com critérios de avaliação próprios. Nesses critérios, é possível citar as premiações alcançadas em Nobel por ex alunos ou pesquisadores que fazem parte da universidade. Além disso, eles avaliam a quantidade de medalhas Fields, que é o mesmo que um Nobel da matemática, adquiridas por pessoas que fizeram parte da universidade. Outro grande critério analisado é a quantidade de artigos científicos publicados pela universidade em revistas que são exclusivamente voltadas para pesquisas, como a Science e a Nature.

O primeiro lugar ainda é das universidades americanas, sendo elas: Universidade de Harvard, e a Universidade de Stanford. As duas localizadas nos Estados Unidos, compõem o primeiro e o segundo lugar há anos, sendo sempre nessa ordem. No entanto, o terceiro lugar que era da Massachusetts Institute of Technology – MIT, foi para a Universidade de Cambridge, premiação para a Inglaterra.

Embora o ranking não tenha um critério chave para definir qual é o melhor ensino com base na grade curricular de cada curso das universidades, ele é considerado um ótimo avaliador para que os estudantes possam escolher a melhor universidade para a sua graduação. Não que isso faça muita diferença no caso das universidades brasileiras, mas para quem pretende estudar fora do país esse ranking é um ótimo guia para escolher a melhor universidade estrangeira. Quem não quer ter um diploma de Harvard ou de Stanford? Estudar em Cambridge também parece uma ótima escolha.

Como funciona a esofagite?

A Esofagite nada mais é do que uma inflamação da mucosa do esôfago, que desce pelo tórax, na frente da coluna e leva os alimentos da boca até o estômago.

A esofagite está amplamente relacionada a permanência dos alimentos no esôfago, o que causa uma grande irritação, já que mucosa não suporta tais substâncias.

Entre as principais causas estão: A Hérnia de hiato, a incontinência do esfíncter inferior no esôfago e um possível defeito no clareamento do esôfago.

A enfermidade tem como principais fatores de risco: A obesidade, doenças autoimunes como a esclerodermia e a esofagite sinofílica, ingestão acidental, vômitos excessivos, álcool, cigarro, dieta inadequada, cirurgia ou radiação na área do peito e pescoço, sistema imunológico deprimido e o uso prolongado de medicamentos.

Os principais sintomas se resumem ao refluxo gastroesofágico, a azia e dor no peito. Outros possíveis sintomas são a regurgitação, mau hálito, gosto amargo na boca, dor de garganta, dificuldade para engolir, tosse e rouquidão.

O diagnóstico pode ser feito através da endoscopia digestiva alta, que possibilita a visualização da mucosa do esôfago e do intestino delgado. O exame de pHmetria também auxilia no diagnóstico, já que mede a quantidade de ácido que sobe do estômago para o esôfago.

Caso a doença não seja tratada da maneira correta, ela pode propiciar o aparecimento de estenoses, situação em que os alimentos têm dificuldade de passar, o que pode ocasionar até mesmo uma úlcera.

Outro grande risco é que a lesão pode ocasionar a alteração do revestimento interno do esôfago, o chamado esôfago de Barrett, que pode evoluir até mesmo para uma lesão maligna.

O tratamento consiste no diagnóstico específico do que está causando a enfermidade e assim são inseridos aos poucos medicamentos como antiácidos e antibióticos para a doença.

O estilo de vida, como uma alimentação saudável e a prática de exercício fazem a diferença para que a doença não volte. Casos gravíssimos podem precisar de uma intervenção cirúrgica.

As principais recomendações se baseiam em hábitos do dia-a-dia, como não deitar após as refeições, ingerir porções menores, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, não ingerir alimentos gordurosos, manter o peso, praticar atividades físicas, evitar fumar e quando sentir os primeiros sintomas, procurar um médico, para assim evitar a automedicação e tratar a doença da melhor maneira possível.

 

Estudo diz que alimentos ‘diet’ podem engordar mais que as versões originais

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Ao contrário do que todos pensam, alimentos diet contribuem para o ganho de peso. Pelo menos é isso que concluiu um estudo recente, publicado no periódico científico Current Biology. De acordo com a pesquisa esses alimentos e bebidas promovem ganho de peso e ainda servem como gatilho para o diabetes — quando os alimentos ou bebidas são muito doces, podem confundir o cérebro e desacelerar o metabolismo.

O estudo foi feito por pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Yale, EUA. Observaram que a ingestão de um alimento adoçado de forma artificial com a doçura igual ao da sua forma original — mas com uma quantidade de calorias inferior — faz com que o metabolismo desacelere, não registrando a dose real de calorias ingerida.

O cérebro se confunde

A explicação disso é que durante a evolução do homem, o cérebro entendeu que a energia está ligada à doçura dos alimentos. Por isso, quanto maior quantidade de ingestão de doce, mais energia um alimento é capaz de oferecer. Quando a anergia e a doçura do alimento não estão andando juntas, o cérebro se confunde e acha que tem menos calorias para queimar.

Cérebro & metabolismo

O estudo foi feito com a participação de 15 voluntários que, durante os exames, tomaram bebidas diet e na sua versão normal. Os pesquisadores analisaram seus cérebros por meio de imagens de ressonância magnética. A quantidade de energia que eles gastaram após esses eventos também foi monitorada.

Os resultados obtidos ao final da pesquisa mostraram que existe um desencontro entre quantidade de calorias e doçura, o que realmente ocorre quando se ingere bebidas e alimentos diet — ocorre uma falha das calorias ao desencadear o metabolismo no organismo. Foi observado também ao final que os circuitos de recompensa que existem no cérebro não registraram o consumo de calorias — o que pode levar um indivíduo comer mais do que o necessário.

Segundo os autores da pesquisa, esse novo achado contribui para a explicação de alguns estudos anteriores, nos quais os níveis de açúcar no sangue dos pacientes se mostraram superiores, mesmo em dietas restritas à adoçantes, elevando os ricos do surgimento do diabetes.

 

Fazendo um estudo sobre a superfície da lua, os pesquisadores descobriram que nos depósitos vulcânicos existem uma imensa quantidade de água, o que pode significar que também exista esse elemento no interior da Lua. Essa revelação pode motivar uma futura missão a esse satélite. Esse estudo foi feito pelos pesquisadores da Universidade Brown, nos Estados Unidos, e foi publicada na revista científica Nature Geoscience. Ele também revela, que pode haver uma maior quantidade de água no seu interior do que se imaginava. Os cientistas chegaram a esse entendimento, depois de examinar várias informações dadas pelo satélite, e também pelos dados informados pelos espectrômetros, que são aparelhos que possibilitam os pesquisadores, de confirmar a existência de objetos no espaço através do exame do desempenho da luz. Com a confirmação desses dados, eles conseguiram descobrir a presença de água em vários depósitos vulcânicos, que eles estudaram percorrendo a superfície lunar. O cientista Ralph Milliken, que é um dos autores da pesquisa, acredita que o material lançado pelos vulcões e que está na superfície da Lua, aparenta ser rico em água e nos faz acreditar, que pode ocorrer o mesmo com o seu manto, que é a parte que fica abaixo da crosta lunar. Nas missões da Apollo 15 e da Apollo 17, feitas pela Nasa em 1970, foram reunidos alguns dados que foram retirados de material lunar, e que foram cruzados com essas novas informações obtidas agora. No mundo científico durante muitos anos, se acreditava que a Lua era um satélite onde não seria possível se encontrar água. Eles acreditavam na teoria de que a Lua poderia ter surgido do choque de um corpo celeste com as dimensões de Marte, com o planeta Terra ainda bem jovem. Ocorrendo dessa maneira, o hidrogênio indispensável para que houvesse a composição da água, não teria conseguido resistir devido ao calor gerado pela colisão. Essa teoria começou a mudar, quando uma equipe de pesquisadores da Universidade Brown em 2008, encontrou indícios de água em vários cristais vulcânicos que foram levados à Terra, nas missões Apollo 15 e 17. Mas a origem dessa água, ainda é um fato desconhecido para os cientistas. Existem indicações cada vez maiores da existência de água, que levam todos a acreditar que ela ou superou a colisão ou acabou sendo levada um tempo depois do choque por asteroides, ou até por cometas antes da solidificação completa da Lua. Para que haja uma melhor compreensão de como a Lua se formou, é de extrema importância a descoberta da existência de água no interior do satélite, inclusive para as futuras missões e explorações. Essa descoberta ajudaria também os próximos exploradores, no sentido de que não precisassem levar uma quantidade grande de água aqui da Terra, para a missão lunar, sendo esse um grande passo à frente nas pesquisas.

Uma pesquisa realizada recentemente, revela que todas as espécies de flores existentes hoje, podem ter sido originárias de uma única flor, e que a sua existência tenha ocorrido há cerca de 140 milhões de anos.

Esse estudo foi feito por pesquisadores da Universidade do Sul de Paris, e foi divulgado na revista científica Nature Communications, e se basearam em combinações de padrões da evolução das flores, com o maior cadastro de informações sobre as características de flores conhecidas até os dias atuais.

A flor foi reproduzida em um modelo 3D, chegando na flor primitiva, que é formada de órgãos em forma de pétalas, colocados em conjuntos de três, por camadas sobrepostas, constando de órgãos reprodutores no centro, tanto masculinos quanto femininos.

O pesquisador Hervé Sauquet, um dos autores do estudo, comentou que não existe nenhuma flor atualmente que tenha uma semelhança com a flor ancestral. E isso é absolutamente normal, já que ela existiu há cerca de 140 milhões de anos atrás e teve tempo suficiente, para ocorrer uma evolução das flores, gerando a quantidade enorme de espécies existentes atualmente.

Hoje em dia, todos ficam impressionados com as lindas flores presentes em todo o planeta, mas a sua origem e a evolução das primeiras flores, ainda são desconhecidas, já que há uma ausência de fósseis de flores da época em que se imagina, que essa flor primária tenha existido.

Outro pesquisador que não participou desse estudo, Jason Hilton, da Universidade de Birmingham, diz que a estrutura e organização dessa flor primária ainda é desconhecida.

Ainda não se sabe ao certo se a primeira flor era bissexuada ou monossexuada, ou se ela ainda foi polinizada  por insetos  ou trazida pelo vento.

Para conseguir reconstruir a forma da flor primária, os pesquisadores relacionaram as características de mais de 790 flores vivas, suas pétalas e sépalas.

Foi feito um mapeamento da distribuição dessas características em árvores evoluídas das plantas que possuem flores, o que foi possibilitando a reconstrução do aspecto das flores em épocas específicas da sua evolução, até que se chegasse na imagem do último antepassado das flores, que era comum a todas elas.

A flor primária foi reconstituída com estruturas semelhantes com pétalas em verticilos, que são pétalas em uma mesma camada, como em um lírio normal, no lugar de pétalas sobrepostas, que estão em disposições circulares em volta do talo, como por exemplo, em uma flor de lótus.

Foram estudadas também a evolução sexual das flores, e a suspeita é que a primeira flor era bissexual, com órgãos tanto masculinos quanto femininos.

Essa pesquisa nos mostra, o quanto devia ser complexa a primeira flor, sendo que o objetivo agora é achar qualquer registro ou fóssil da flor. Isso se o modelo dela estiver certo, o que somente as pesquisas mais profundas irão confirmar.

 

Estudo revela que na Lua pode existir água

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Fazendo um estudo sobre a superfície da lua, os pesquisadores descobriram que nos depósitos vulcânicos existem uma imensa quantidade de água, o que pode significar que também exista esse elemento no interior da Lua. Essa revelação pode motivar uma futura missão a esse satélite.

Esse estudo foi feito pelos pesquisadores da Universidade Brown, nos Estados Unidos, e foi publicada na revista científica Nature Geoscience. Ele também revela, que pode haver uma maior quantidade de água no seu interior do que se imaginava.

Os cientistas chegaram a esse entendimento, depois de examinar várias informações dadas pelo satélite, e também pelos dados informados pelos espectrômetros, que são aparelhos que possibilitam os pesquisadores, de confirmar a existência de objetos no espaço através do exame do desempenho da luz.

Com a confirmação desses dados, eles conseguiram descobrir a presença de água em vários depósitos vulcânicos, que eles estudaram percorrendo a superfície lunar. O cientista Ralph Milliken, que é um dos autores da pesquisa, acredita que o material lançado pelos vulcões e que está na superfície da Lua, aparenta ser rico em água e nos faz acreditar, que pode ocorrer o mesmo com o seu manto, que é a parte que fica abaixo da crosta lunar.

Nas missões da Apollo 15 e da Apollo 17, feitas pela Nasa em 1970, foram reunidos alguns dados que foram retirados de material lunar, e que foram cruzados com essas novas informações obtidas agora.

No mundo científico durante muitos anos, se acreditava que a Lua era um satélite onde não seria possível se encontrar água. Eles acreditavam na teoria de que a Lua poderia ter surgido do choque de um corpo celeste com as dimensões de Marte,  com o planeta Terra  ainda bem jovem. Ocorrendo dessa maneira, o hidrogênio indispensável para que houvesse a composição da água, não teria conseguido resistir devido ao calor gerado pela colisão.

Essa teoria começou a mudar, quando uma equipe de pesquisadores da Universidade Brown em 2008, encontrou indícios de água em vários cristais vulcânicos que foram levados à Terra, nas missões Apollo 15 e 17.

Mas a origem dessa água, ainda é um fato desconhecido para os cientistas. Existem indicações cada vez maiores da existência de água, que levam todos a acreditar que ela ou superou a colisão ou acabou sendo levada um tempo depois do choque por asteroides, ou até por cometas antes da solidificação completa da Lua.

Para que haja uma melhor compreensão de como a Lua se formou, é de extrema importância a descoberta da existência de água no interior do satélite, inclusive para as futuras missões e explorações. Essa descoberta ajudaria também os próximos exploradores, no sentido de que não precisassem levar uma quantidade grande de água aqui da Terra, para a missão lunar, sendo esse um grande passo à frente nas pesquisas.

 

Estudo aponta que Brasil sofrerá com secas rigorosas até 2099

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Um estudo apoiado pela Agência Alemã de Cooperação Internacional e realizado pelo WWF-Brasil, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Integração, afirmam que as futuras estiagens no Brasil serão mais frequentes e longas. A pesquisa ganhou o nome de Índice de Vulnerabilidade aos Desastres Naturais relacionados as Secas (IVDNS), no Contexto das Mudanças do Clima. “Até 2099 o Centro-Oeste pode perder 25% dos seus recursos hídricos e o Nordeste 30%, é uma questão de segurança pública e qualidade de vida” diz o coordenador de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, André Nahur.

Segundo ele esse processo de estiagem tem relação principalmente com alguns fatores como a emissão de gases efeito estufa, que fazem com que a temperatura aumente em todo planeta. O desmatamento e variações de uso do solo, e as atividades que consomem muita água que acabam alterando os recursos hídricos disponíveis, estão nessa lista. Nahur explica que o modo de vida contemporâneo, o uso de transporte e consumo de carne também influenciam nas condições climáticas, e o desmatamento na Amazônia tem impacto direto nas chuvas da região Centro-Oeste, pois a massa úmida desce.

O coordenador destaca dentro dessas questões de clima o aquecimento global e diz que “Existem projeções para o Brasil que dizem que a temperatura pode aumentar entre 3 e 4 graus, além do que já aumentou”. “Isso gera impacto em vários setores, como na produção de energia e alimentos”, completa

O nível de vulnerabilidade dos municípios foi pensando para calcular o diagnóstico em relação a estiagem, e para que fosse mais completo. Foi decidido pelos pesquisadores analisar três tópicos que incluem as condições climáticas, socioeconômicas e físico-ambiental das regiões. A referência foram três períodos de 2001 a 2040, de 2041 a 2070 e de 2071 a 2099. Eles criaram dois cenários para cada intervalo, sendo um mais otimista que o outro. Nahur esclarece que:

 “Como os impactos climáticos são cumulativos, o mais alarmante sempre vai ser até o final do século, porque já acumulou os dois períodos.” “Temos que olhar no curto prazo para tomar ações imediatas para resolver essas vulnerabilidades”, ressalta o coordenador.

A pesquisa teve o intuito de contribuir com politicas públicas de acordo com Nahur, para os diferentes governos. O estudo pode colaborar no Plano Nacional de Adaptação à Mudanças do Clima (PNA), promovido em 2016. Nahur disse:

“Queremos colocar dentro das pastas públicas questões como restauração florestais, criação e manutenção de reservatórios de água e consumo mais racional.” “Além de implementar iniciativas de captação de água de chuva em regiões suscetíveis a seca”, recomenda Nahur.

Veja também: O Brasil deve zerar o desmatamento

 

O Brasil tem uma das piores educações devido à corrupção ativa, diz um levantamento realizado pelo IDados

Um levantamento feito pelo Instituto IDados mostra que nação com maiores índices de corrupção tendem a mostrar piores níveis educacionais. Em 47 nações analisadas o Brasil teve o maior índice de corrupção e a terceira pior média PISA, um teste que mede o nível de leitura e conhecimento de matemática e ciências de estudantes de 15 anos.

O levantamento pelo IDados relacionou altos índices de corrupção com o baixo desempenho na educação. Segundo o estudo, os países que estão mal no índice de ética e corrupção apresentam os piores resultados no PISA, que avalia estudantes de 15 anos em todo o mundo, nas áreas de matemática, leitura e ciências.

“Existe uma forte relação entre essas duas coisas, corrupção e educação. O país que tem menos corrupção tem um nível educacional mais alto, se a educação é mais alta, faz com que o controle social seja mais alto. Faz com que a população tolere menos corrupção, tenha mais transparência, e cobre uma melhor gestão. Enfim, o contrário disso é um país que não promove subsídios para a educação”, diz a presidente executiva do “Todos pela Educação”, Priscila Cruz.

O Brasil está entre os países mais corruptos do mundo, bem atrás de nações como o Chile e Hungria por exemplo. Quando o dinheiro da educação é desviado, além de prejuízos imediatos como a falta de escolas e a precarização do ensino, existe também consequências graves para as próximas gerações, como a falta de infraestrutura nas escolas, na formação de novos professores, entre outras coisas que faltam para o Brasil um dia se tornar um país desenvolvido.

67% dos casos de desvios de verbas federais repassadas a estados e municípios, são da Saúde e da Educação. Na Educação, 38% dos casos ocorrem no Fundo de Desenvolvimento do Ensino Básico (FUNDEB), e 24% dos casos ocorrem no Programa de Merenda Escolar (PNAE).

“Já são 500 anos de descaso com a educação aqui no Brasil. Não é à toa que nós temos um resultado ainda tão baixo. Os grandes saltos que nós precisamos para isso realmente mudar para melhor, demandam de grandes investimentos constantes, com melhorias constantes, com recursos, mas também com boa gestão. Nós precisamos ficar em cima e cobrar dos poderes públicos melhorias urgentes para a educação”, diz Pricila.

“Não podemos mais nos contentar com o nível educacional que existe no Brasil. A educação de qualidade tem efeitos positivos para todo mundo, ela combate a corrupção, ela eleva o nível de democracia, ela promove a Saúde, ela promove renda para o país. Então nós precisamos realmente acordar para a grande causa que deveria unir os brasileiros que é a educação. Somente com uma educação bem estruturada é possível concertar todos os outros setores”, afirma Priscila.

Minas Gerais aprova sorriso na foto da carteira de motorista

Em Minas Gerais, na cidade de Sete Lagoas, um motorista foi renovar a CNH – Carteira Nacional de Habilitação, e resolveu sorrir na hora de tirar a foto. Essa demonstração de bom humor pegou os funcionários de surpresa que não sabiam se isso era permitido. Mas o Detran de Minas de fato liberou os sorrisos para a foto na carteira de habilitação. A postagem feita pelo mineiro no Facebook já teve mais de 71 mil curtidas e incentivou as pessoas em todo o país a repetirem o feito na hora da foto oficial.

No geral, ninguém gosta de mostrar a foto dos documentos porque elas costumam não serem tão bonitas. Como é o caso da Jesiane, que não gosta da foto do RG – Carteira de Identidade – e decidiu que iria deixar a expressão séria de lado na carteira de motorista. “O meu primeiro RG foi difícil, a foto não me agradou em nada. Já a foto da CNH não saiu tão feia, mesmo com o olhar mais sério. Agora espero que essa com o sorriso fique melhor”, disse a professora, Jesiane Araújo.

Não há uma lei federal que determine se é permitido ou não sorrir nas fotos da CNH, sendo assim, os órgãos estaduais estão livres para estabelecerem as próprias regras. Na região de São Paulo o Detran estimula a demonstração de bom humor e até mesmo lançou a campanha #CNHLacradora, que convida os motoristas a compartilharem a foto com o sorriso nas redes sociais. O Rio de Janeiro e Minas Gerais, seguem o mesmo caminho. Já no Ceará, a expressão séria é considerada obrigatória.

“Com essa iniciativa, nós intensificamos as informações para todos os nossos funcionários que tem como objetivo orientar e informar a população no momento em que for tirar a foto. Eles irão informar aos cidadãos que o sorriso é permitido na foto, para que eles fiquem felizes com o resultado da foto na CNH. Desde que o sorriso não atrapalhe a identificação do cidadão, não há nenhum problema em tirar a foto sorrindo”, disse o diretor presidente do Detran-SP, Maxwell Vieira.

Mas algumas recomendações ainda precisão ser seguidas. O que não pode na hora de tirar a foto para a CNH: boné com a aba para frente e acessórios que cubram o rosto como óculos escuro. O que é permitido: maquiagem, óculos de grau, boné com a aba para trás, e hábitos religiosos que deixem o rosto à mostra, como lenço ou hijab.

Os brasileiros se manifestaram de forma positiva em relação aos sorrisos nas fotos. Isso porque o ato transformou a seriedade antiquada em um ato mais descontraído e atrativo para os brasileiros. E com tantas fotos espalhadas hoje em dia nas redes sociais, é normal que o brasileiro também queira ficar bem apresentável nas fotos de documentos.

DC Comics anuncia oficialmente a sequência de Mulher Maravilha

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Sucesso incomparável de público e crítica, o longa Mulher Maravilha, que chegou aos cinemas no início do mês de junho, acaba de ganhar de forma oficial o seu segundo filme. O anúncio foi feito durante o painel da Warner Bros na Comic-Con 2017, o maior e mais aguardado evento sobre cultura pop, que é sediado na cidade de San Diego, nos Estados Unidos.

Antes da divulgação oficial da sequência, muitas especulações sobre o tema já estavam sendo feitas entre os fãs e a imprensa, devido ao grande sucesso que o filme da super-heroína conseguiu ao redor do mundo. Com a notícia, os fãs presentes na Comic-Con 2017 demonstraram bastante empolgação e puderam conhecer de perto a atriz Gal Gadot, que estava no evento.

A diretora do primeiro filme da Mulher Maravilha, Patty Jenkins, já indicou que deverá retornar para a sequência do longa, tendo adiantado inclusive quais são algumas das ideias que planeja incorporar no segundo filme. De acordo com Jenkins em entrevista ao EW, a história provavelmente irá se passar em solo norte-americano.

Ainda na mesma entrevista, Patty Jenkins destacou a força e o apelo da Mulher Maravilha, os quais a tornaram a maior super-heroína de todos os tempos. Por essa razão, a diretora acredita que esse é o momento da personagem ter os Estados Unidos como plano de fundo de sua história. Ela afirmou ainda que acredita que o público irá gostar do segundo filme, ressaltando que o longa retratará assuntos importantes e muito aguardados pelos fãs dos quadrinhos.

A notícia da sequência veio poucas semanas após o filme da Mulher Maravilha se tornar  a maior bilheteria da história da DC Comics,  superando outros longas que tiveram orçamentos mais altos, como Esquadrão Suicida e Batman vs. Superman, ambos lançados no ano de 2016.

No início do mês de julho, o site BoxOfficeGuru, que é referência em bilheterias globais, informou que Mulher Maravilha havia ultrapassado a marca de Esquadrão Suicida, faturando cerca de US$ 325 milhões apenas nos mercados da América do Norte. Com o feriado do dia 4 de julho nos Estados Unidos, dia da independência norte-americana, a super-heroína interpretada Gal Gadot também conseguiu bater os US$ 330 milhões de dólares arrecadados por Batman vs. Superman na América do Norte.

O mais impressionante desse feito é o fato de Mulher Maravilha ter precisado de apenas um mês para faturar esse montante, enquanto o filme Batman vs. Superman demorou doze semanas, ou seja, três vezes mais.

Estrelado por Gal Gadot no papel se Mulher Maravilha, o filme teve também a participação de Chris Pine, Robin Wright e David Thewlis. Para a sequência do longa, a protagonista Gal Gadot já foi confirmada pela DC Comics para retornar ao papel da super-heroína.

Will Smith é confirmado como o Gênio da Lâmpada no live-action de “Aladdin”

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Até então em negociação, a Disney confirmou durante a D23 Expo (tradicional convenção da Disney para apresentar os novos lançamentos) a participação de Will Smith como o Gênio da Lâmpada no live-action de “Aladdin”, filme que será dirigido por Guy Ritchie.

Will Smith — famoso pela série “Um Maluco no Pedaço” — vai substituir Robin Williams — falecido em agosto de 2014 —, que na animação de 1992, emprestou sua voz ao Gênio. Mena Massoud e Naomi Scott serão Aladdin e princesa Jasmine respectivamente.

As gravações começaram atrasadas porque a Disney e o diretor queriam um protagonista jovem, com ascendência do Oriente Médio ou da Índia, que soubesse cantar e atuar; foram cerca de 2000 atores selecionados para o teste, incluindo Riz Ahmed (Rogue One – Uma História Star Wars) e Dev Patel (Lion), mas o papel acabou indo para Mena Massoud.

O ator egípcio que cresceu no Canadá é novato no cinema e atualmente está nas séries “Jack Ryan”, da Amazon, e “Saving Hope”. Já a britânica Naomi Scott, que será Jasmine, já deu vida a Ranger Rosa, na nova versão de “Power Rangers”, e chegou a disputar o papel da princesa com Tara Sutaria, uma indiana que já participou do Disney Channel. Um rumor apontou que Tom Hardy poderia viver o vilão Jafar, já que o diretor declarou ser fã do seu trabalho, mas nada foi confirmado.

Encontrar atores com semelhanças físicas dos personagens animados pode não ser fácil, mas o trabalho final compensa qualquer dificuldade. Casos como a Emma Watson, que viveu Bela em “A Bela e a Fera”, Angelina Jolie, como a personagem-título de “Malévola”, Mia Wasikowska em “Alice no País das Maravilhas”, Lily James em “Cinderela” e Glen Close, como Cruella Vil, de “101 Dálmatas” são bons exemplos de escolhas perfeitas.

A Disney já está trabalhando em live-action de outras animações

Além de “Aladdin”, outras produções vão ganhar versões com atores, como “Dumbo”, do diretor Tim Burton, “O Rei Leão”, pelas mãos do diretor Jon Favreau e “Mulan” por Nikki Caro.

Guy Ritchie já dirigiu os longas “Sherlock Holmes” e “Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras”, contando com Robert Downey Jr. no papel principal, e os mais recentes “Snatch” e “Rei Arthur – A Lenda da Espada”.

“Aladdin” está em pré-produção e com estreia para 2018, mas sem data confirmada.