Novo ensino médio brasileiro

O Ensino Médio no Brasil vem sendo discutido e debatido, por décadas. Sua reformulação é necessária e urgente. A sociedade exige mudanças sérias e comprometidas aos preceitos educacionais deste novo milênio.

As propostas apresentadas para esta reformulação vão no sentido de profissionalizar os adolescentes, dar-lhes meios de colocação no mercado de trabalho, porém esta não é uma exigência da sociedade e sim do capital o que não é suficiente, pois é preciso oferecer muito mais aos adolescentes do que apenas profissionalização. Autoestima, formação intelectual, preparação psicológica e filosófico-social se revertem em necessidade premente à vida dessa parcela de brasileiros.

Hoje não é incomum ou raro encontrar jovens que já atingiram a maioridade trabalhando em fábricas, lojas ou realizando serviços apenas para que possam subsistir e ajudar financeiramente suas famílias. Esta condição precisa ser expurgada pelos novos métodos de ensino e espera-se que reduza acentuadamente a evasão escolar.

O portal de notícias g1.globo.com em sua edição de 18 de dezembro de 2016, informa que no ano de 2014 apenas 56,7% dos estudantes de Ensino Médio completaram seus estudos até completar dezenove anos de idade. Neste número apresentando existe a agravante de que o universo de 57,6% contempla estudantes de todas as classes sociais. Se o estudo fosse dirigido apenas às escolas públicas certamente o percentual seria bem maior.

Numa projeção simbólica considerando um milhão de estudantes, se apenas 56,7% concluem seus estudos significa dizer que desses um milhão, apenas quinhentos e sessenta e sete mil se formam no Ensino Médio, onde estão e o que fazem os outros quatrocentos e trinta e três mil que abandonaram os estudos? A reposta é simples: trabalhando, subsistindo, ajudando financeiramente as famílias e isso para uma análise otimista, pois muitos deles desviam seus caminhos desvirtuando a conduta e preceitos sociais.

A motivação para o trabalho deve, claro, estar pautada no novo Ensino Médio como está, possibilitando a escolha da carreira, que parece ser o foco principal das novas reformas, porém a reforma necessita ser muito mais abrangente e principalmente contemplar as instituições de ensino também com reformulação tecnológica, profissional e acima de tudo estarem adaptadas às novas tendências do ensino.

O primeiro passo para a reformulação está dado. A reformulação está em curso e assim é preciso torcer para o sucesso das mudanças e acreditar que os estudantes tenham um caminho mais suave e brando para seguir suas jornadas adquirindo conhecimentos e ele próprio reformulando a si e ao seu entorno.

 

O que acontece quando a maré de tempestade chega antes de um furacão

Quando um furacão se aproxima do litoral, existe uma outra ocorrência além das chuvas incessantes e das fortes rajadas de vento. Esse fenômeno é conhecido como maré de tempestade, e ele acontece quando as fortes rajadas de ventos do furacão, se juntam com as baixas pressões do ar, fazendo com que as águas do mar sejam empurradas para o litoral, aumentando dessa forma a maré, que acaba ficando acima do nível habitual, e faz com que ela provoque enchentes em regiões próximas da costa.

O que acontece é que esse fenômeno das marés, acaba acontecendo antes que o furacão faça o seu contato com a terra, dificultando dessa forma a retirada da população, como medida preventiva para a chegada do furacão.

Segundo o meteorologista Caio Guerra, as implicações desse fenômeno podem ser bem arriscadas, já que quando o furacão está chegando, e os ventos começam a aumentar de intensidade, isso acaba fazendo com que a água seja empurrada do mar para a região costeira, antes mesmo da chegada do furacão. Com essa combinação de enchentes e chuvas, as ruas acabam ficando alagadas e sem trajetos de evacuação para os habitantes dessas regiões.

Isso acabou acontecendo em um outro episódio americano em 2005, quando outro furacão conhecido como  Katrina,  se aproximou da cidade de Nova Orleans. Esse local que frequentemente recebe furacões de categorias 4 e 5, não podiam imaginar a destruição que esse furacão de categoria 3 poderia causar. No dia anterior da sua chegada em Nova Orleans, as rajadas de ventos eram tão fortes, que fizeram com que as marés subissem e várias regiões ficaram inundadas, impossibilitando a evacuação de milhares de pessoas, resultando na morte de mais de mil pessoas.

Essas tempestades de maré podem ocorrer sempre quando furacões se aproximam da costa, e com o Irma não foi diferente ao atingir o sul da Flórida, chegando com grande intensidade de rajadas de ventos e também muita destruição. Esse acontecimento é o que ocorre quando as rajadas de vento são intensas perto do litoral, e a maré acaba subindo ou até mesmo descendo, mas em intensidades bem maiores, declarou ainda Caio Guerra.

Casa da Moeda está entre as empresas que serão desestatizadas já em 2018, por Felipe Montoro Jens

Resultado de imagem para casa da moedaCriada por Dom Pedro II, ainda no ano de 1694, a Casa da Moeda pode deixar de ser uma empresa estatal. Isso deve-se ao fato do Conselho do PPI (Programa de Parceria de Investimento) ter acatado uma recomendação do Ministério da Fazenda para a abertura do processo que estuda a desestatização da instituição. Incumbida de fabricar moedas, cédulas, selos e até mesmo passaportes, a empresa aguarda para o ano de 2018 o desfecho sobre um possível leilão que a colocará em definitivo sob a gestão de alguma companhia da iniciativa privada, reporta o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Por meio de um parecer oficial, o governo esclareceu que a celeridade dos estudos que definirão como os trâmites ocorrerão deve-se à estimativa do enorme déficit que o País terminará o ano de 2017. Desse modo, a privatização seria uma maneira de se equilibrar a economia, visto que há a expectativa de grande movimentação de capital nessa venda. Ainda segundo o governo, o mapeamento que vem sendo realizado mostrará algumas possíveis formas de se administrar a instituição, informa Felipe Montoro Jens.

Em uma de suas explanações sobre o assunto, Moreira Franco, ministro que responde pela pasta da Secretaria Geral da Presidência da República, alegou que os constantes prejuízos pelas diminuições da demanda nacional de moedas e cédulas, bem como a tecnologia que tem avançado muito rapidamente, são os dois principais fatores que fizeram com que a desestatização se tornasse uma alternativa para o País, de acordo com o especialista Felipe Montoro Jens.

O ministro esclareceu que o brasileiro tem utilizado cada vez menos a moeda e o papel-moeda em virtude da atual situação de crise econômica pela qual o mundo vem atravessando. Caso algo não seja feito para estancar o prejuízo que a Casa da Moeda tem sofrido, ele aponta que seria necessário um auxílio por parte do Tesouro Nacional, algo que deslocaria dinheiro dos cofres públicos de maneira a comprometer a economia. O órgão que apontou que o Brasil tem empregado menos produtos dessa natureza foi o Ministério da Fazenda, ressalta Felipe Montoro Jens.

Moreira Franco salientou que o estudo destinado a levantar a dimensão da situação em que se encontra a Casa da Moeda será algo feito de maneira minuciosa, dada a relevância do material que lá é produzido. Além disso, o governo apresentou uma lista com 57 outras instituições que possivelmente passarão pelo processo de desestatização. Com uma estimativa de que cerca de R$ 44 bilhões sejam gerados, os representantes governamentais acreditam tratar-se de uma saída para estimular a economia, aponta o especialista em infraestrutura.

Felipe Montoro Jens também ressalta que a maior parte das empresas e instituições que estão na lista oficial para serem privatizadas passarão por tal processo apenas no segundo semestre de 2018. Assim sendo, o governo apresentou, em 24 de agosto de 2017, uma relação onde 12 estatais aparecem já com data definida para serem leiloadas. O especialista em Projetos de Infraestrutura enfatiza que estas estão entre os 22 setores que foram elencados no comunicado oficial.

 

Programas de ensino superior para refugiados aumentam o número de matriculados

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Dados divulgados pelo Comissariado das Nações Unidas para Refugiados – Acnur, revelaram que 70 refugiados se matricularam em universidades brasileiras entre o período de novembro de 2016 a setembro deste ano. Além disso, outros 22 diplomas foram revalidados por instituições de ensino superior brasileiras de pessoas refugiadas que se abrigaram no Brasil.

Em dados estatísticos, as chances de um refugiado entrar para uma universidade são 36 vezes menores que pessoas que não estão no país como refugiado. Para que haja mais inclusão dessa parcela pequena de pessoas que vieram se abrigar no Brasil, cerca de nova instituições de ensino superior oferecem programas que são específicos para o ingresso desses alunos em cursos superiores.

O Comitê Nacional para os Refugiados – Conare, também divulgou dados revelando que há um total de 9.552 pessoas refugiadas no país provenientes de 82 países diferentes. Embora haja alguns dados sobre a matricula de refugiados nas instituições brasileiras, o Brasil ainda desconhece se pertence ao índice global que corresponde a 1% da população total de refugiados matriculados no ensino superior.

Esse dado não é conhecido pelas autoridades, pois as matriculas relatadas são referentes as 17 instituições cadastradas como “parceiras” da Acnur, sendo que há a possibilidade de refugiados matriculados em outras instituições de ensino superior do Brasil.

A Acnur divulgou por meio de sua unidade de informação pública que ao todo são 17 universidades brasileiras cadastradas em no “Cátedra Sérgio Vieira de Mello”, um grupo que realiza e participa de ações e pesquisas voltadas para refugiados a fim de integrá-los na sociedade brasileira.

O grupo formado pelas instituições e pela Acnur é responsável por atender todos os meses cerca de 1.000 refugiados com auxílio à língua portuguesa, assistência jurídica e prestação de serviços voltados à saúde dessa população.

Contudo, dentre essas 17 instituições que fazem parte do projeto da Acnur, apenas nove universidades elaboram programas específicos para os refugiados a fim de facilitar o acesso dessa minoria ao ensino superior. A grande pioneira e destaque nesses programas é a Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, que foi responsável por matricular 21 alunos refugiados desde o ano de 2009. Desse total, cinco alunos já concluíram a graduação e os outros 13 ainda permanecem matriculados nos cursos.

Medicamento usado no controle de ansiedade e insônia mata mais que cocaína e heroína

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A proibição de drogas ilícitas tem como um dos principais motivos o consumo que leva a morte, porém não são somente os produtos que são proibidos pelo governo que causam efeitos nocivos a saúde.

Estudos realizados recentemente mostraram que o composto dos medicamentos psiquiátricos, tais como Rivotril, Valuim, Xanax, Ativan, entre outros para tratar a ansiedade e insônia possuem uma associação com o risco de morte tanto quanto a heroína e a cocaína.

Análise feitas por pesquisadores da University of British Columbia, em Vancover e publicados pelo jornal American Journal of Public Health e Nacouver Sun, estudou sobre os impactos causados pelo uso de benzodiazepinas (BZD), e sua taxa de mortalidade. O resultado mostrou que o medicamento tinha relação com a morte dos pacientes maiores do que os que usam drogas ilegais.

A associação da morte e a relação com a droga foi verificado pelo professor de medicina da UBC, Thomas Kerr, que relata que a morte por uso de drogas contra a ansiedade é quatro vezes maior entre 1999 e 2014 nos Estados Unidos.

Medicamentosos psiquiátricos ligados a heroína representam 50% das mortes no país todos os anos. “Há muitas pesquisas sobre o abuso de drogas mais tradicionais ou outras ilegais como heroína, cocaína e anfetaminas, mas não se sabe muito sobre o abuso desse tipo de droga”, disse o cientista clínico e médico da UBC Keith Ahamad.

O estudo contou com o acompanhamento de 3 mil pessoas durante cinco anos e meio, e no final 527 pacientes haviam morrido representando 20% do total.

A taxa de mortalidade dos que usavam a BZD foi de quase 1,86 maior. O uso de drogas ilícitas, HIV, infecções e outros comportamentos de usuários de BZD também representam índices de mortalidade altos, ressaltou o cientista.

Outra análise feita em um grupo menor de pessoas verificou a relação entre o uso de BZD e a hepatite C. Inicialmente 440 estavam atestados com HCV negativos, e o cientista aponta: “O interessante sobre isso é que é uma droga prescrita e as pessoas pensam que estão seguras. Mas, como verificamos, provavelmente estamos prescrevendo essas drogas de uma maneira que está causando danos”.

O fato dos cientistas não saberem o que os remédios que tratam ansiedade e insônia causam, muitos médicos prescrevem de forma indiscriminada.

ONU diz que 250 milhões de pessoas usaram algum tipo de droga em 2015

Em 2015 cerca de 250 milhões de pessoas que representa 5% da população mundial, utilizaram algum tipo de droga. Desse número, 190 mil morreram por causas diretamente ligadas ao consumo de drogas e entorpecentes.

O Relatório Mundial sobre Drogas, revelou que em especial uma preocupação da Organização das Nações Unidas, a ONU, pela situação de 29 milhões de pessoas que sofrem transtornos devido a utilização de drogas, incluindo os toxicodependentes que são os mais vulneráveis.

Uma a casa seis pessoas requerem tratamento por transtornos causados pelas drogas que estão em sua maioria nos países desenvolvidos, apontou o Escritório das Nações Unidas contra Droga e Delito.

Os consumidores de droga se mantiveram estáveis nos últimos cinco anos, os responsáveis do relatório concluíram que o mercado de drogas está se diversificando devido ao surgimento de substâncias mais potentes e arriscadas que estão cada vez mais populares. “Aumentou a situação de risco para a saúde pela diversificação e a potência de novas substâncias”, explicou a coordenadora do relatório Ângela Me. Ela usou o fentanil como exemplo, que é um analgésico em pó que pode ser 50 vezes mais potente que a heroína que nos últimos anos causou diversas overdoses nos Estados Unidos

A maconha foi consumida por 183 milhões de pessoas em 2015, porém a heroína continua sendo a substância que mais causa a morte.

Estima-se que as mortes são conservadoras e só nos Estados Unidos 52 mil pessoas morreram de overdose.

Os opiáceos são consumidos por 36 milhões de pessoas e a substância procede da papoula assim como a heroína e a morfina.

Este grupo representa 70% dos impactos negativos a saúde associados a um transtorno por uso de drogas em todo o mundo. Ao todo 12 milhões de pessoas injetam opioides como a heroína, e uma a cada oito delas vivem com o HIV e mais da metade com hepatite C.

Cerca de 17 milhões de pessoas consomem cocaína e 21 milhões ecstasy e as anfetaminas são calculadas em 37.

As novas substâncias sintéticas têm os efeitos parecidos com os das drogas como a maconha que é a droga mais barata e atrativa aos consumidores. O relatório aponta também as mortes e a perda de anos consciente por incapacidade causada pelo consumo de drogas.

 

Afinal, o que é catapora?

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A varicela, popularmente conhecida como catapora, é uma enfermidade infecciosa causada por um vírus chamado Varicela – Zóster. A enfermidade é extremamente contagiosa, mas costuma ser benigna. É uma das doenças mais corriqueiras durante a infância, mas com o a advento da vacina, o número de casos diminuiu de maneira estrondosa.

Ao adquirir o vírus, a pessoa está imune para o resto da vida. Porém, caso o vírus continue no organismo, ele pode provocar uma doença chamda herpes – zoster, que quando não cuidada pode causar graves complicações.

A catapora tem como principais sintomas a febre, normalmente entre 37,5° e 39,5°, mal – estar, dor de cabeça e cansaço. Com o avanço da enfermidade vão surgindo manchas avermelhadas, bolhas com líquido e crostas, que provocam muita coceira e irritação.

O contágio do vírus ocorre através do contato direto como a saliva, secreções respiratórias de pessoas infectadas ou o contato com o líquido das vesículas.

O período de incubação dura 15 dias e a recuperação total pode levar até 10 dias, até o desaparecimento dos sintomas e das manchas.

O tratamento foca no alívio dos sintomas e da coceira, e principalmente em evitar a contaminação das lesões por bactérias. É imprescindível evitar coçar as feridas, para minimizar o risco de infecções e a formação de cicatrizes.

A vacinação é indicada para crianças desde o primeiro ano de vida e para adolescentes e adultos com imunidade debilitada, que estão passando por tratamentos de quimioterapia e radioterapia.

As principais recomendações se resumem a vacinação precoce, principalmente nos primeiros anos de vida, já que a criança está mais vulnerável e propicia a adquirir vírus. Mesmo que a doença seja benigna, é imprescindível sua prevenção, pois os sintomas são desagradáveis.

É necessário evitar o contato direto com pessoas doentes, evitar coçar as lesões com muita força, não arrancar as crostas, pois elas protegem as feridas.

Prezar pelo repouso total, principalmente em períodos febris, ingerir alimentos leves e saudáveis, além da ingestão de líquido são essenciais para que o paciente melhore o quanto antes e de maneira total.

 

Pesquisa da um passo importante para entender melhor a esquizofrenia

Uma pesquisa realizada por cientistas na França foi pioneira na identificação do especifico lugar do cérebro responsável pelas alucinações auditivas que pessoas que sofrem de esquizofrenia “escutam”. Esse problema aflige mais de 69% dos esquizofrênicos.

No teste realizado com voluntários, Vinte e seis pessoas com essa doença receberam uma estimulação magnética transcraniana (EMT). É um método muito utilizado em pacientes com doenças psiquiátricas, que consiste em levar pulsos magnéticos dentro da cabeça. E outras trinta e três pessoas foram medicadas com um placebo.

A pesquisa durou 48 horas. Os voluntários foram expostos a esse tratamento duas vezes por dia nesse período, com foco especifico numa área cerebral no lobo temporal. Depois de 14 dias essas pessoas foram reavaliadas. Dentre os que foram tratados com EMT, um pouco mais de 1 terço das estimulações demonstraram efetividade. Dentre aqueles 33 que receberam o placebo, aproximadamente 10% tiveram algum tipo de sucesso relevante.

Uma professora de uma Universidade na França explicou como essas alucinações podem ser perturbadoras para os pacientes e para quem conviver com ele. Ela ressaltou que a grande importância desse estudo é encontrar a área anatômica no cérebro por onde as alucinações são evocadas. Mas ela disse que eles ainda possuem um longo caminho pela frente.

Um Neuropsiquiatra, Ricardo Oliveira, falou sobre o funcionamento dessas vozes em pessoas que sofrem de Esquizofrenia. Ele disse que essas pessoas possuem total certeza de que realmente estão ouvindo elas. E que na maioria das vezes não são agradáveis. Ele explica que é um erro achar que tais alucinações auditivas acontecessem no interior da cabeça da pessoa. Ele ressaltou que na realidade elas são externas, como se alguém realmente falasse com a pessoa.

Segundo o Ricardo Oliveira, atualmente o tratamento provoca danos colaterais, por causa do uso de medicamentes fortes como calmantes e sedativos. Por isso essa descoberta do uso do EMT é tão importante.

Ricardo Oliveira ressaltou que o EMT já é usado para combater a depressão e que seus efeitos são temporários nessa doença. Ele disse que a aplicação da estimulação magnética é cara e por isso nunca é usado como o tratamento principal. No momento que for usada para combater a esquizofrenia, ele não acredita que será suficiente para curar alguém das alucinações.

Campo Grande está completando 118 anos de muita história

O apelido de “Cidade Morena” foi dado a Campo Grande, devido ao seu solo avermelhado e pela sua temperatura quente. A cidade que está fazendo 118 anos, possui uma grande variedade de raças, que vão desde os nativos até os imigrantes europeus, orientais e árabes. Um dos pontos principais da cidade e um dos mais visitados é o  Horto Florestal,  que fica na junção dos córregos Prosa e Segredo.

As influências culturais da cidade apresentam características sertanejas, indígenas e as externas, que foram trazidas pelos imigrantes. Um exemplo é o prato típico da cidade, o sobá, que é uma deliciosa macarronada com pedaços de carne originárias do Japão, mais especificamente da Ilha de Okinawa. Os restaurantes especializados em sobá de Campo Grande, começaram com a chegada dos imigrantes japoneses em 1908. Atualmente, a comida japonesa é servida inclusive na Feira Central de Campo Grande.

A culinária excelente e exótica é feita com peixes nobres, como o dourado, o pacu e o pintado, acrescentando diversos temperos. A tradicional comida rural e indígena, também fazem parte desse variado cardápio encontrado nessa região. Outros pratos como o da influência das fronteiras da Bolívia e do Paraguai, também podem ser provados como a saltenha, a sopa paraguaia e a chipa.

A cerâmica, a tecelagem e a cestaria fazem parte do artesanato mais representativo da cidade, que conta também com as peças rústicas produzidas pelos índios Kadiwéu e Terena, que são cheios de adornos e fibras.

O Centro Administrativo do Estado fica ao lado do Parque das Nações Indígenas, que é o principal monumento em homenagem as diversas tribos da região.

Na Casa do Artesão, o visitante pode observar as réplicas da grande variedade de animais do Pantanal, com várias esculturas de bichos.

As avenidas de Campo Grande são largas e cheias de árvores, e levam o visitante em uma trajetória da história da cidade, desde o Carro de Boi, que foi uma homenagem aos fundadores, até o monumento do aviador. Um outro monumento foi feito em homenagem aos imigrantes, que celebra a chegada dos japoneses na cidade, no início do século passado.

Na região existem muitas estâncias e hotéis fazendas, onde o turismo rural é muito procurado, possibilitando os visitantes um contato direto com a natureza, através das

trilhas ecológicas, cachoeiras, cavalgadas e esportes radicais. O local ainda é rico em história regional, com a cultura dos peões e as diversas delícias caseiras do campo, que podem ser apreciadas pelos turistas.

JHSF: um exemplo de expansão plenamente adaptável aos mercados

Normalmente, quando um ou mais empreendedores visionários fundam uma empresa, o mais costumeiro é que eles planejem, a princípio, a conquista de um bom destaque em algum mercado específico, para então, com os anos, terem como expandir a marca, seja para ramos diferentes, seja com franquias espalhadas pelo Brasil ou até pelo mundo. O caso da JHSF Participações, que começou há várias décadas atrás, apesar de não ser tão diferente disso, apresenta a particularidade das grandiosas dimensões que tomou. É que, hoje em dia, sua atuação não se restringe mais ao setor da construção, como era originalmente, quando ainda era a JHS Construção e Planejamento Ltda., fundada em 1972, pelos irmãos Fábio e José Roberto Auriemo. Para se ter uma ideia de como foi grandiosa de fato a sua expansão, basta dividirmos a atual atuação da empresa em quatro setores bem amplos: incorporação imobiliária, shopping centers, gastronomia e hotelaria.

Porém, para que possamos tratar mais detalhadamente sobre a JHSF nos dias de hoje, deve ser então destacado aquela se entende como a área principal de atuação e investimento da JHSF: o segmento de alta renda. Dentro deste segmento, as atividades que mais lhes tem interessado são as de renda recorrente, incluindo-se aí, como já citado, a exploração de shopping centers, além, é claro, de vários hotéis e também de um aeroporto. Fora isso, vale citar por alto que a JHSF possui vários projetos imobiliários.

E como é de se esperar, a mudança de nome tem uma longa história por trás, sobre a qual podemos citar as partes de maior importância, começando pelos primórdios da empresa, ainda na década de 1970. Nessa época, os serviços prestados pela companhia tinham o foco na construção, e assim passaram-se os anos, até que, uma década depois, já nos anos 1980, ela firmou-se como uma das principais construtoras do país. Quanto a esse marco, é importante relembrar algumas de suas obras, a exemplo do complexo do Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba, situado na Bahia, ou da pista de provas feita numa cidade do interior paulista, chamada Indaiatuba, para a General Motors. Fora essas grandes construções, não faltam obras envolvendo agências bancárias, que chegaram, inclusive, a ultrapassar mais de 1 mil. E sem contar uma de suas “especialidades”, o já citado segmento de shopping centers, seja construindo, seja ampliando vários deles, ao longo de todo o território brasileiro. Todavia, é importante salientar que foi só em 2001 que a empresa, modificando o seu foco de operações à época, criou a divisão de shoppings centers, construindo, logo em seguida o Shopping Metrô Santa Cruz, que foi o primeiro shopping do país a ter integração com uma estação de metrô. E não é leviano dizer que é essa a área de renda recorrente dela, sendo, inclusive, a partir do ano de 2015, a principal fonte de receitas da companhia inteira.

E foi assim, nesse ínterim, sempre realizando obras para a iniciativa privada, que, até então focada apenas em construções, a empresa que viria a se tornar a JHSF, enfim criou sua área de incorporações imobiliárias.

Terminou a década de 1980 e logo no ano de 1990 já houve uma cisão na empresa. Após o fato, a empresa passou a ter um único acionista, Fábio, e por isso que ela foi renomeada para JHSF, como é conhecida nos dias de hoje. Mas, várias mudanças ainda viriam nos próximos anos, sendo a primeira delas, já no final dos anos 1990, a mudança no foco da companhia, passando-se então à incorporação imobiliária e também o investimento em edifícios comerciais para locação, visto que tratava-se, àquela época, de um mercado em ascensão.