600 mecânicos são demitidos dos aeroportos

aeroporto

As companhias aéreas confirmaram este mês que estão reduzindo seus funcionários e começaram as medidas demitindo mais de 600 mecânicos particulares que trabalhavam nos aeroportos na manutenção das aeronaves. De acordo com os próprios aeroportos as atividades de manutenção têm sido realizadas por outros profissionais.

Os cortes de pessoal nas companhias aéreas brasileiras começaram desde o inicio do ano de 2016. Segundo o próprio Sindicato Nacional dos Aeroviários, cerca de 600 profissionais que trabalhavam nos aeroportos foram dispensados de suas atividades.

Com a falta de profissionais em algumas empresas aéreas os próprios pilotos participam da manutenção e vistoria das aeronaves.

Todas as companhias alegaram que de forma alguma a segurança dos passageiros e afetados com o corte de funcionários, e que alguns mecânicos ainda estão sendo mantidos nas pistas de pouso e decolagem para inspeção e vistoria realizadas nos aviões.

Os aeroportos afirmam que o procedimento padrão na pista inclui uma vistoria completa de cada aeronave que pousa na pista bem como uma manutenção se realmente necessária. Só depois que estes procedimentos são finalmente realizados a aeronave e liberada para operação.

Durante a última semana de fevereiro ocorreram dois incidentes com aeronaves na Grande São Paulo. O avião da empresa Latam aparentemente mostrou defeito em uma de suas turbinas durante sua funcionalidade no aeroporto de Congonhas. E no dia seguinte uma aeronave da empresa Avianca fez um retorno ao aeroporto de saída, Cumbica em Guarulhos, Zona leste de São Paulo, depois que uma fumaça surgiu na cabine do piloto.

O Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged) confirmou no final da semana que o numero de operários do Sindicato dos Aeroviários em atividade nos aeroportos realmente diminuiu.

Acontece que a retirada dos profissionais começou uma discussão entre a Anac e as companhias aéreas. A Anac acredita que esta operação não deveria ser realizada por pilotos ou por funcionários terceirizados. Primeiro porque nenhum deles possui qualquer formação técnica.

O diretor do sindicato José Ivânio Gonçalo da Silva que também faz parte da Associação Brasileira dos Mecânicos de Manutenção alega que atividade deve ser exercida apenas por profissionais capacitados que realizam suas funções diariamente e tem total conhecimento do aeroporto. É impossível que pilotos ou funcionários terceirizados consigam lidar perfeitamente com aviões de grande porte.

Além disto, os mecânicos ainda exerciam uma função chamada de “walk around” que consiste na analise do corpo da aeronave. Este procedimento é necessário para prever defeitos que não são apresentados nem mesmo nos manuais, é uma questão de experiência.

 

 

Sky corta todos os canais da Fox

Desde o primeiro domingo do mês dia 5 de fevereiro, todos os canais pertencentes ao Grupo Fox foram cortados da distribuição da empresa de TV por assinatura Sky. Decisão da empresa causou uma onda de reclamações.

A maioria dos clientes afirmam que nem se quer foram avisados sobre a novidade. Um dos clientes disse que só descobriu que a empresa não iria mais transmitir o sinal porque um dos narradores de futebol da Fox Sport avisou os telespectadores ao vivo durante uma partida.

De acordo com a própria Sky que começou a responder as reclamações dos clientes depois que uma serie de indagações foram realizadas no site voltado para os direitos do consumidor, Reclame Aqui, as negociações com o grupo Fox ainda estão em andamento, mas que tiveram que parar com a transmissão dos canais porque nenhum novo contrato foi assinado entre a Sky e a Fox.

Na maioria das reclamações as pessoas pedem desconto, já que estão pagando 260 reais por m pacote que teve seu número de canais reduzidos.

O CEO do site Reclame Aqui Maurício Vargas afirma que mesmo que não exista um desconto, os clientes que entraram em contato com a empresa via o site esperam alguma contrapartida, ou pelo menos alguma solução temporária que favoreça o lado do cliente.

Para a maioria dos clientes a Sky respondeu apenas que faria uma explicação esclarecida da situação via telefone.

Até o momento a Sky decidiu substituir os canais por outros pertencentes a pacotes diferentes, isso para quem possui o pacote mais barato de 260 reais. Os canais Fox Sport, Sport 2, Fox e FX foram substituídos pelo Netgeo, ESPN, ESPN+, Discovery turbo e Discovery Civilization. A solução não resolve o problema de quem assina todos os canais oferecidos pela empresa.

A Agência Nacional de telecomunicações (Anatel) disse em nota que a empresa deveria ter avisado os seus clientes sobre os cortes pelo menos 30 dias antes. A Anatel também afirma que cada cliente prejudicado deveria ter direito a um desconto promocional até que a situação seja regularizada.

Rafael Zanata pesquisador do Instituto brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), afirmou esta semana que a solução fornecida pela Sky só deixa seus clientes insatisfeitos, e que os consumidores que se sentirem lesados devem procurar o Procom municipal.

 

 

 

A Renault e as campanhas do publicitário Alexandre Gama, uma combinatória de sucesso

Nada como conceber uma campanha publicitária criativa e envolvente para o público correr às lojas atrás do produto. E quando as peças publicitárias são protagonizadas por celebridades queridas, os resultados de impacto são surpreendentes.

A Renault, sob a direção geral de criação do publicitário Alexandre Gama da agência Neogama, vem fazendo sucesso com a campanha “Girou, Pegou, Ganhou”, que consiste num convite tentador: o cliente se dirige a uma das concessionárias Renault, recebe a chave de um veículo cujos modelos estão expostos na loja. Caso a chave corresponda a um dos veículos, é ligá-lo e ganhar o carro.

Uma campanha inteligente, porque além de despertar o interesse em arriscar a sorte, movimenta a circulação de curiosos nas lojas e cria uma atmosfera lúdica à vivência da campanha. E nada mal para que tiver a sorte de ganhar uma picape Duster Oroch Renault zero quilômetro.

Recentemente a campanha teve a apresentadora Xuxa como artista convidada para protagonizar a peça publicitária e atrair a atenção do público.

Mas as chances não param por aí. Caso não tenha a sorte de conseguir ligar o carro, o cliente ainda pode participar da promoção através de sorteio.

Efetivamente, as campanhas da Renault, produzidas pela agência do publicitário Alexandre Gama, vem afirmando seu sucesso desde o ano passado, quando contou com o Wesley Safadão, cantando o seu hit “Aquele 1%”, chegando a mobilizar algo em torno de 35 mil pessoas às voltas nas concessionárias Renault e no site de ofertas os acessos ultrapassaram a casa de 1 milhão.

Para 2017, a ação tem como título “Novos motivos para se ter um Renault” e a brilhante ideia de promover as vantagens da nova geração de motores 1.0 e 1.6 SCe que compõem os novos modelos da marca.

Para isto, a Negogama de Alexandre Gama sofisticou na concepção da campanha, cuja produção conta com enorme cenário, carros movimentando-se em performances, design arrojado e cores que qualquer um associa de imediato à Renault. O protagonista da vez? Ninguém menos que o ator Bruno Gagliasso.

Nesta campanha em do publicitário Alexandre Gama e equipe, a Renault conta com filmes veiculados pela TV aberta e pela mídia digital, além de peças para a mídia impressa e PDV.

A tônica é exibir os novos motores SCe, que contam com propulsores com tecnologia stop&start, já avaliados como mais potentes em até 10% e 21% mais econômicos, além da capacidade de alcançarem 14km por litro em circuitos pelos centros urbanos.

As ofertas de Taxa Zero e parcelas cabíveis no bolso do consumidor são outro atrativo para vendas, além de outras facilidades.

Oferecer produtos de qualidade, que sejam soluções inteligentes às necessidades do consumidor e lhe despertem o desejo de consumo, isto é o objetivo de toda empresa séria. Despertar o desejo do consumidor obter o produto, convencido de que encontrou a solução procurada, é a razão de ser de uma agência de publicidade criativa.

Os resultados obtidos com as campanhas concebidas pela Neogama vêm provando que os objetivos da Renault e as experiências do publicitário Alexandre Gama são uma combinatória acertada para o sucesso.

 

Encontrado no Acre círculos parecidos com Stonehenge

 

Círculos similares Stonehenge no Acre
Círculos similares Stonehenge no Acre

Cientistas britânicos e brasileiros noticiaram este mês que encontraram na floresta Amazônica geólogos parecidos com a formação rochosa de Wiltshire na Inglaterra, mais conhecida como Stonehenge.

O Stonehenge é uma formação de pedras datada de 3 mil anos a.C. Apesar de já terem sido feitos vários estudos históricos a respeito da cultura e do povo que viveu naquele lugar, sua utilidade pratica nunca foi desvendada.

De acordo com os cientistas esses desenhos feitos no solo foram criados a muito tempo atrás e só foram descobertos agora porque recentes desmatamentos possibilitaram que as formações fossem vistas de cima.

Os 450 desenhos geológicos encontrados foram publicados na revista cientifica Prooceeding. Os cientistas noticiaram que acreditam que os círculos eram usados pelos povos antigos para reuniões públicas ou ritualísticas.

Outra importante conclusão feita pelos cientistas e que ao contrário do que se imaginava, aquele local não possuía uma mata virgem jamais explorada. Para que tais círculos geológicos fossem desenhados no solo, as sociedades antigas também precisariam desmatar uma boa parte do local. O que significa que a ação do homem sobre a floresta Amazônica é mais antiga do que se imaginava.

A publicação feita pelos cientistas foi realizada da forma mais cuidadosa possível, já que os mesmos não querem que suas recentes descobertas sejam usadas para justificar mais desmatamentos na região.

O Stonehenge é 2500 anos mais velho que as formações encontradas na Amazônia. Porem provavelmente são do mesmo período de desenvolvimento social, e talvez por isso compartilhem semelhanças em sua formação.

Em 2015 arqueólogos já haviam encontrado formações parecidas com essas. Alguns vales de 10 metros de largura por 22 metros de profundidade feitos normalmente no formato de um quadrado ou círculo foram encontrados em terras também recém desmatadas. Acredita-se que eles foram feitos pelos índios Aruaques a mais ou menos 1000 anos atrás.

Depois de várias descobertas arqueológicas na Amazônia hoje em dia um projeto que une pesquisadores brasileiros e finlandeses tenta desvendar os hábitos dos povos indígenas que viveram naquele local.

Stonehenge
Stonehenge

Os pesquisadores afirmam terem encontrado perto do local restos de panelas e outros artefatos feitos de cerâmica bem mais elaborados. Com o estudo da vegetação e do solo os pesquisadores também vão poder revelar o que esses índios comiam e plantavam.

A maioria das descobertas ficam em áreas privadas de pastagem ou plantação de cana, não existe um sitio preparado para receber visitações e a preservação das descobertas é bem complicada já que a criação de uma estrutura no local precisa de patrocínio.

 

Fósseis de lontra gigante são encontrados na China

Uma publicação do Journal of Systematic Palaeontology, informou que cientistas descobriram curiosos fósseis do que seria uma lontra gigante. A descoberta foi feita na China, sendo nomeada de Siamogale melilutra, a lontra, segundo os cientistas, tem idade aproximada de 6,2 milhões de anos. Foi considerada a maior, dentre muitas criaturas já encontradas, a Siamogale melilutra tem dois metros de comprimento e pesa cerca de 50 Kg, um tamanho equivalente a um lobo, o que é muito incomum para animais desse tipo.

 

O estudo ainda declarou que os fósseis estavam bem conservados, em especial a mandíbula e o crânio que foram encontrados ainda completos, algo extremamente importante para poder compreender a evolução da espécie, pois nenhum outro fóssil foi encontrado em tão bom estado para esse estudo. Os fósseis são de um animal que pertenceu a uma linhagem de lontras já extinta, que a ciência já tinha conhecimento através de alguns fósseis de dentes que foram encontrados na Tailândia. No entanto, a nova descoberta irá permitir conhecer mais sobre esse animal primitivo, saber algumas características como, evolução, morfologia e taxonomia dessa extinta espécie.

 

Foi preciso realizar uma tomografia computadorizada e reconstruir o fóssil do crânio no computador, pois o crânio apresentada um achatamento que teria sido ocasionado pelo processo de fossilização. Após uma analise, foi revelado que o animal apresentava características semelhantes a uma lontra, e também a um texugo. O animal tinha uma mandíbula forte, com a presença de grandes dentes molares, o que sugere que o animal teve que se adaptar e passar a se alimentar de moluscos e crustáceos presentes em água doce.

 

Também foi possível identificar que o animal vivia em certas regiões pantanosas, onde tinha uma vegetação densa com uma ambientação úmida e quente. Outra criatura bem semelhante pode ter vivido no sudoeste da China, assim indica os fósseis encontrados no Sítio Paleontológico de Shuitangba, cerca de 1.400 quilômetros da Siamogale melilutra. Nesse sítio também foram encontrados fósseis de outros animais como, elefantes, antas, veados, rinocerontes, castores, cisnes, patos e um macaco pré-histórico.

 

Dentre as lontras atuais, nenhuma delas chegam perto da Siamogale melilutra. A maior que existe atualmente é a ariranha, uma lontra que habita a região do Pantanal e a Amazônia. Seu peso fica em torno de 32 Kg, e é duas vezes menor que os fósseis encontrados na China. A ariranha pode ainda não ser a maior da família, se o estudo for confirmado, assim como a confirmação também de outros fósseis que foram encontrados em algumas regiões do mundo, como os fósseis que foram encontrados em região africana, alegando ser de uma lontra gigante.

Crânio do fóssio da lontra gigante encontrada na China
Crânio do fóssio da lontra gigante encontrada na China

Veja também, fósseis com 125 milhões de anos que foram encontrados por um agricultor espanhol.

Grandiosidade da Rede D’Or refletida no luxo do Hospital Copa Star

Nos últimos anos, o Brasil vem apresentando um número crescente de investidores no ramo da saúde. Um dos pioneiros do empreendedorismo nessa área, o cardiologista Jorge Moll Filho, fundador da Rede D’Or São Luiz, vem demonstrando bastante destreza, competência e, principalmente, discrição ao conduzir a maior operadora independente de hospitais do país, na atualidade.

A Rede D’Or São Luiz surgiu em 1977 e, hoje em dia, é detentora de 27 hospitais espalhados entre os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Pernambuco. Inicialmente, foi inaugurada a unidade Cardiolab do Grupo Labs e a partir de então, a rede cresceu e se expandiu cada dia mais em território brasileiro. Entre centros hospitalares e unidades de tratamento, a Rede D’Or São Luiz vem se destacando em relação ao alto nível de luxo e tecnologia utilizada em todos os procedimentos e, as novas aquisições do grupo são prova disso. O Hospital Copa Star, inaugurado em 2016, no bairro de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, é um exemplo claro do alto investimento tecnológico propiciado pela Rede D’Or pois, é visivelmente diferenciado em comparação à outros centros hospitalares.

O Hospital Copa Star levou três anos para ser totalmente construído e, após sua inauguração, vem recebendo bastante elogios e críticas positivas por conta do atendimento qualificado, conforto e luxo que proporciona. A equipe do Hospital Copa Star foi treinada durante três meses e foi submetida aos mais variados testes e simulações, além disso, os profissionais aprenderam técnicas de como abordar pacientes e de como se vestir adequadamente no seu ambiente de trabalho. A área interna do Hospital Copa Star conta com aproximadamente 21 mil m², sete andares e mais alguns aparatos que demonstram, explicitamente, a inovação tecnológica e requinte que a Rede D’Or São Luiz oferece.

Nos últimos 10 anos, o crescimento da Rede D’Or foi ainda mais avassalador se analisado de perto. Em 2010, já era o maior grupo de hospitais independentes do país (13 unidades), no ano seguinte, se lançou no mercado de São Paulo ao adquirir os Hospitais e Maternidade São Luiz. No ano de 2012, a expansão continuou e, em Brasília, a rede obteve o hospital Coração do Brasil. Em 2013, houveram algumas mudanças internas na Rede D’Or São Luiz e Jorge Moll contratou Heráclito Brito para tocar a empresa.

Para o futuro, a Rede D’Or busca, sem dúvidas, uma expansão ainda maior, visto que, a equipe planeja crescer em novas cidades. Nos últimos anos a Rede D’Or havia concentrado sua expansão na região paulistana, mas em 2015, a rede já negociava com o Hospital Aliança localizado em Salvador, na Bahia. Outro plano para o futuro seria o aumento da concorrência, já que, outros hospitais, voltados para alta renda, também estão em processo de expansão sem precedentes. Desse modo, a D’Or São Luiz possui algumas metas para os próximos anos que envolvem diversas áreas diferentes. O grupo tem como foco a expansão da rede mas também pretende, cada dia mais, buscar inovações, nos mais diversos ramos, para incorporar em todos os centros hospitalares já integrantes, naqueles (como o Hospital Copa Star) que foram inaugurados recentemente, e nos que futuramente surgirão ou serão adquiridos.

Cientistas descobrem figuras geométricas igual as de Nazca na Amazônia

Em uma grande área do estado do Acre, foi descoberto por pesquisadores, diversas linhas que formam grandes desenhos escavados na terra como as linhas encontradas em Nazca, no Peru. Uma equipe de estudiosos do Brasil e da Inglaterra, foram os responsáveis pela descoberta dos desenhos, como também de novas evidências de como os indígenas viviam na Amazônia brasileira antes do continente ser descoberto pelos europeus. Os cientistas ainda afirmaram que os desenhos foram encobertos pela vegetação local há cerca de milhares de anos, e são tão misteriosos quantos ao desenhos de Nazca.

 

A descoberta infelizmente só foi feita pelo contínuo desmatamento de áreas de preservação. Segundo os cientistas, o desmatamento recente de uma determinada área, apresentou evidências de linhas escavadas no solo, a área corresponde a 13 mil quilômetros quadrados de muitas linhas e cerca de 450 geoglifos geométricos encontrados, que antes eram recobertos pela mata.

 

As formas ainda são indefinidas e não se sabe ao certo a sua verdadeira função. Os arqueólogos disseram que não parecem ter sido feitas por moradores de alguma vila, pois eles não encontraram nenhum tipo de artefato que poderia ter ligação com o fato durante as escavações. Eles acreditam que a hipótese mais concreta seria de que o local foi projetado para simbolizar o encontro de rituais entre tribos.

 

A pesquisadora do Museu de Arqueologia da Universidade de São Paulo – MAE – Jennifer Watling, foi quem descobriu as linhas, enquanto realizava o PHD para a Universidade de Exeter, no Reino Unido. Ela afirmou: “O fato de que esses locais estavam escondidos por séculos debaixo de uma vegetação madura realmente muda a ideia de que as florestas amazônicas são ecossistemas intocados“. A pesquisadora também contribuiu para a reconstrução de mais de 6 mil anos da vegetação em duas áreas geológicas.

 

A arqueóloga explicou: “Nós imediatamente queríamos saber se a região já tinha a vegetação quando os geoglifos foram construídos e em que nível as pessoas impactaram o ecossistema para construir essas figuras“. Segundo ela e sua equipe, a descoberta não somente é misteriosa, como também é reveladora no que diz respeito as áreas que antes todos achavam que eram intocadas pelo homem.

 

Juntamente com sua equipe, a pesquisadora descobriu que os indígenas que datam aquela época, interferiram no ecossistema do local para poder construir construções geológicas, além de escavações para poder plantar. O que é bem diferente dos recursos utilizados atualmente para poder desmatar uma região, que é basicamente queimar extensas áreas de terra. Os povos antigos por outro lado preservavam plantas e árvores importantes que poderiam contribuir para o desenvolvimento de outros cultivos, uma modalidade adotada atualmente pelos cultivadores orgânicos que preservam não somente o solo sem a utilização de resíduos químicos, mas também a flora e fauna natural.

 

Veja no vídeo as formas geométricas na Amazônia.

 

Cientistas contrariam teoria sobre a formação da Lua

lua

Segundo uma afirmação feita por cientistas no site Space, a Lua teria se originado de maneira totalmente contrária ao que diz a principal teoria sobre a sua formação. De acordo com eles, a lua pode ter se originado de diversos impactos sofridos entre pequenos corpos celestes com o então planeta Terra ainda em seu estágio inicial de formação. Os impactos teriam gerado detritos, que por sua vez, seriam o material necessário para a formação da Lua.

A teoria mais aceita até o momento, é de que a Terra teria sido atingida por um grande corpo celeste, e com força do impacto, teria dispersado um detrito que acabaria por orbitar a Terra, dando origem a Lua. Em contrapartida, a nova teoria de múltiplos impactos formulada recentemente, sugere ainda que foram ao menos 20 objetos responsáveis pelos impactos na Terra, sendo eles de tamanho menor que o planeta Marte.

Os pesquisadores explicaram através do estudo, que os detritos que formaram a Lua, formaram inicialmente o que eles chamam de discos situados em torno da Terra, de maneira semelhante ao que vemos nos anéis de Saturno. Diferentemente de Saturno, com o passar dos séculos e devido as condições de interações das marés, acabaram por levar os detritos para longe do planeta Terra, onde terminaram por formar o satélite que conhecemos como Lua. Os cientistas ainda apontam que a distância que os detritos chegaram, que também é conhecida como Raio Hill, é a distância que temos de atual do satélite com o planeta Terra.

O estudo tem como objetivo poder esclarecer algumas dúvidas e teorias que ficaram inconsistentes sobre como se originou o satélite que orbita o nosso planeta. A teoria passada formulada em 1970 não explica em nada porque a Terra tem composições bastante similares com a Lua, e a nova teoria traz maiores esclarecimentos, já que a Lua teria sido originada através de impactos entre a Terra e outros corpos, sendo assim seus detritos formaram partes da Lua.

O pesquisador do Instituto de Ciência Weizmann em Israel, e líder do estudo, Raluca Rufu, afirmou: “O cenário de múltiplo impacto é a maneira mais natural de explicar a formação da Lua”. Seria de fato uma explicação muito mais relevante, segundo Rufu, ele ainda explicou que : “Nos primeiros estágios de formação do Sistema Solar, os impactos entre os corpos eram muito abundantes, escavando mais profundamente o planeta em formação, portanto é mais natural que centenas de detritos tenham formado o planeta, muito mais aceitável do que apenas um”. A conclusão do pesquisador, juntamente com a sua equipe, torna a hipótese muito mais fácil de aceitar.

O que não acontece com a hipótese anterior, que sugeria que a Terra teria sido atingia apenas por um grande impacto, originando a Lua. Para que essa afirmação fosse melhor aceita, o corpo celeste que teria sofrido impacto com a Terra, teria que ter em sua composição, elementos muito parecidos com os que compõem no planeta Terra. Sendo que o oposto disso, segundo os estudiosos, não poderia originar a Lua que hoje conhecemos.

O estudo foi publicado pelo jornal Nature Geoscience, no começo de janeiro de 2017. Os autores tiveram de realizar diversas simulações com números sobre o processo da formação da Lua, e dessa forma, puderam determinar que a afirmação de impactos múltiplos pode explicar muito melhor o porquê da composição da Lua ser muito semelhante a da Terra.

Raluca Rufu afirma sobre a nova teoria: “Além disso, a semelhança da composição entre a Terra e a Lua no impacto gigante não pode ser explicada sem usar um pêndulo especial parecido com a Terra”. Rufu ainda acrescenta: “No entanto, se vários dos corpos contribuem para a formação final, suas ‘assinaturas químicas’ poderão, portanto, ser mascaradas em vestígios”, sua conclusão é de que um impacto como esse deixaria um histórico de informações químicas como rastro.

Saiba mais sobre a teoria de um único impacto que teria originado a Lua.

 

Construcap contribui com associações doando uniformes para que os tecidos sejam reutilizados

A Construcap, construtora que está entre as maiores do Brasil, faz inúmeras obras ao redor do nosso país, buscando a cada dia diversas formas de contribuir com o trabalho sustentável e auxiliar no crescimento de causas sociais. Para conseguir este feito, a mesma doou uniformes que não estavam sendo utilizados em obras para instituições das redondezas, já que as mesmas teriam a possibilidade de reutilizar o material doado, e assim conseguir uma renda extra utilizando os mesmos para confeccionar artesanatos, tapetes e similares.

A Construcap na ação da Bacia Córrego do Cordeiro, em São Paulo, por exemplo, propôs os uniformes para três instituições. Entre estas, duas tiveram como foco a terceira idade: Instituições como a Aldeia do Futuro e o GARMIC (Grupo de Articulação para Moradia do Idoso da Capital). A outra instituição que foi agraciada com a doação é o projeto Mamãe, feito pela Associação de Assistência da Criança Santarense, que tem como foco o cuidado de crianças, adolescentes e adultos que estão em vulnerabilidade.

Outro estado que também recebeu a doação foi Pernambuco. Construcap realizou no ano de 2015 a construção de uma fabrica da FIT em Goiânia, que em vinte e seis meses foram construídos 3,3 milhões de metros quadrados. Esta obra, feita em conjunto com a construtora Walbridge, recebeu o prêmio ENR Global Awards 2015, considerado um prêmio de peso na área da construção civil. Nesta ocasião as doações foram entregues a Associação Jovens de Ontem na Alegria de Viver, instituição que ajuda indivíduos idosos, e a Associação das Mulheres Dinâmicas do Condado, que também foi auxiliada com a entrega dos uniformes, os utilizando para fazer itens como souvenir, bolsas, almofadas, tapetes entre outros itens feitos do mesmo material. Os produtos confeccionados foram vendidos no SESC, com todo lucro revertido para auxiliar os gastos da instituição, que tem como foco auxiliar mulheres que sofreram violência.

Os uniformes usados durante a obra Comperj (Rio de Janeiro), foram doados para a Associação Cultural Nascente Pequena, localizada em Guapimirim, e também doadas para a Associação Mulheres do Salgueiro, localizada em São Gonçalo, que idealizou o projeto Eco Moda, desenvolvido em conjunto com o governo. Neste projeto todos os tecidos são reutilizados na costura, e em outros processos como o tingir os tecidos e o bordado nas peças que tem como foco levantar o conceito de sustentabilidade em roupas.

Outra Associação que também é beneficiada com os tecidos é a Associação Nascente Pequena, e a utiliza para confeccionar colchas, travesseiros e outros bordados. Toda a renda auxilia em projetos sociais.

A doação realizada pela construtora a inúmeras entidades está alinhada com os ideais da construtora, que tem como foco deixar um rastro positivo em todos os seus empreendimentos e grupos dos quais se relacionam. Além deste, a Construcap realiza outros projetos também relacionados com a reciclagem de matérias de diversos tipos que não são usados nas obras, como os uniformes, ou materiais de escritório.

O departamento de TI da empresa, por exemplo, realizou uma parceria com a empresa Coopermiti, para coltar computadores e todo tipo de material eletrônico, além de na obra do Rodoanel a Construcap reutilizar o óleo lubrificante, os metais não utilizados, e os matérias plásticos e papeis são enviados para entidades que os reciclam.

 

 

Astrônomos detectam objeto na Via Láctea que pode contribuir para o entendimento de outras galáxias

vialactea

Um novo objeto descoberto por astrônomos, tem gerado grande repercussão entre os estudiosos. Ele está a aproximadamente 280 mil anos-luz do planeta Terra, nos parâmetros da Via Láctea, e se destaca por ter um brilho muito fraco, comparado a outros objetos celeste. Contudo, o fato que mais intriga os cientistas, é que o objeto possui uma trajetória curiosa, ele se move como a Lua se move ao redor do nosso planeta, no entanto, orbita a nossa galáxia. A observação concluiu que trata-se de Virgo I, uma galáxia anã, que pode trazer grandes esclarecimentos sobre como os objetos se mantém unidos nas galáxias através da matéria escura.

Pelo que sabemos, as galáxias são compostas por combinações de fatores, como, a matéria escura que é abundante em todas as galáxias que contribui para a formação de órbitas escuras e produção de gases e estrelas que acabam por serem afetados pela gravidade. Essa é a teoria mais aceita até o momento, e se ela for confirmada, é possível que exista outras centenas de galáxias satélites igualmente pequenas como a Virgo I, orbitando a Via Láctea. Entretanto, outra incógnita é o número atual encontrado não ser compatível com o número esperado, segundo a teoria. Foram detectadas 50 no total, de galáxias anãs.

Existem apenas duas hipóteses para a solução dessa incógnita, ou a teoria anterior sobre a formação das galáxias com a matéria escura está errada, ou possivelmente, outras galáxias satélites ainda não foram detectadas. As duas hipóteses são bem fundadas, sendo a segunda delas seria a opção mais provável, segundo Daisuke Homme, estudante japonês da Universidade de Tohoku.

Essa mais nova descoberta da astronomia, aponta para uma possibilidade de existir centenas de galáxias anãs que ainda não foram detectadas e que estão orbitando em volta da nossa galáxia. Foi preciso um telescópio com uma magnitude absoluta (medida que define o brilho de corpos celestes) de –0,8. Nunca antes foi detectado uma galáxia com brilho inferior a –8, Virgo I foi a primeira. O telescópio usado é o Subaru, que possui uma abertura de 8,2m, uma capacidade maior de absorção de luz que outros telescópios. A galáxia descoberta foi detectada próxima a constelação de virgem, dando origem ao seu nome Virgo I.

O professor Masashi Chiba, que é encarregado pelo estudo, informou: “Examinamos cuidadosamente os dados do Subaru e descobrimos uma excessiva densidade de estrelas em Virgo que mostram um padrão característico de um sistema estelar ancestral”, o que o professor ainda disse que: “Surpreendentemente é uma das galáxias satélites mais fracas, mas mesmo assim uma galáxia. Sua luz é tão fraca que somente agora pode ser vista.Isso se deve ao fato de que se estende por um raio de 124 anos-luz, sistematicamente maior que um grupo globular com luminosidade comparável“.

A descoberta permite que os especialistas possam solucionar o problema com relação ao número de galáxias encontradas com a teoria de haver centenas orbitando a nossa galáxia. O brilho muito fraco de Virgo I, mostra a possibilidade de existirem outras galáxias com brilho tão fraco ou até mesmo inferior a galáxia encontrada. Chiba comentou: “Esta descoberta implica que existem centenas de galáxias anãs esperando para serem descobertas na órbita da Via Láctea“, saber o quantas galáxias anãs estão orbitando a Via Láctea, segundo Masashi Chiba, irá contribuir para o entendimento entre como a matéria escura e a nossa galáxia contribuem para outras galáxias.

Saiba mais sobre as galáxias.