Especialista garante que dar mesada para os filhos não uma boa ideia

Normalmente a mesada é enxergada como algo positivo, a maioria das pessoas considera que dar uma quantia de dinheiro para os filhos administrarem pode ajuda-los a entender o valor da moeda e a importância de guardar dinheiro, no entanto existe quem afirme que dar mesada para os filhos pode surtir efeitos negativos.

É o que diz o especialista em empreendedorismo e educação financeira João Kepler Braga, que recentemente publicou um livro que ajuda a pais ensinarem seus filhos a empreender. Segundo o autor do livro, a mesada caracteriza-se um ganho de dinheiro sem trabalho, passa às crianças a ideia de uma recompensa fixa sem esforço, uma segurança equivocada de que todo mês terá um dinheiro disponível.

“Devemos acostumar nossos filhos à necessidade de trabalhar e não à de esperar um salário fixo no final do mês. Não haverá empregos formais para todos os jovens da nova geração, por isso a importância de ensiná-los a encontrar alternativas”, explicou o João.

Kepler reforça que provavelmente quem nunca recebeu mesada certamente não dará aos filhos, mas se preocupara em ensina-los a ganhar o próprio dinheiro. Ele explicou que foi o seu caso, quando era criança seus pais não tinham condições de dar alguma renda mensal a ele, diferente dos seus amigos que todo mês contavam com algum dinheiro. Ele explicou que na fase adulta ele alcançou uma situação financeira melhor que todos eles.

O especialista ressalta que lidar com o dinheiro é um desafio difícil para os adultos, quanto mais para crianças. Até que eles consigam entender as necessidades reais, prioridades e os momentos de gastar ou não dinheiro, pode demorar. É importante não dar para o filho tudo que ele pede de forma desenfreada, mas mostrar a dificuldade que existe para conseguir os recursos necessários para efetuar o gasto.

João Kepler Braga tem 3 filhos e disse que todos eles já entendem o valor do dinheiro. A mais jovem, com 12 anos, produz bolos de copo desde os 8 anos para conseguir dinheiro, o de 15 anos já fundou uma empresa de lista de material escolar, enquanto o mais velho, com 17 anos já ganha dinheiro produzindo eventos e vendendo ingressos.

“Desde pequenos, sempre quis acostumá-los a não ter ‘nada garantido’ (…). Não quero meus filhos focados em ‘empregos’, os quero pensando em ‘trabalho’, o que é bem diferente” Explicou.

 

JHSF – conheça mais sobre a empresa de José Auriemo Neto

A JHSF Participações e seu presidente do conselho administrativo, José Auriemo Neto, chacoalharam o mercado de luxo paulistano. Além das incorporações imobiliárias, a empresa é responsável por projetos voltados para o público de alta renda, como a administração de shopping centers de luxo, residenciais multifunções, hotéis, restaurantes e até administração de um aeroporto executivo.

Conheça um pouco da história da companhia e os diferentes setores em que atua.

Incorporações imobiliárias

A empresa foi fundada em 1972 focada apenas na construção. Ainda com o nome JHS ela foi responsável pela construção de inúmeras edificações em especial na década de 80. Foram construídos prédios residenciais e comerciais, agências bancárias, restaurantes, entre outros empreendimentos. Entre os destaques estão o complexo do Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba no estado da Bahia e a pista de provas da General Motors.

O nome passou a ser JHSF após 1990, quando houve uma cisão na companhia e Fábio Auriemo passou a ser o sócio majoritária. O pai de José Auriemo Neto, quando esteve à frente da companhia, manteve o foco nas construções, contudo passou a dar importância a incorporação imobiliária, bem como a construção de edifícios comerciais para locação.

Nesta época foram desenvolvidos empreendimentos como o Metropolitan Office, na Rua Amauri, até hoje considerado um dos pontos comerciais mais importantes de São Paulo.

Centros comerciais

O passo seguinte ocorreu no começo dos anos 2000 o então diretor José Auriemo Neto cria a divisão de shopping centers da JHSF. O primeiro deles foi o Shopping Metrô Santa Cruz, o primeiro do Brasil a integrar shopping e metrô. O empreendimento foi o primeiro “teste” da empresa do que viria a se tornar mais tarde a sua principal área de renda recorrente.

Foram construídos também o Catarina Fashion Outlet, primeiro do país voltado para o público de alto padrão, o Shopping Cidade Jardim também direcionado ao público de alta renda, o Shopping Metrô Tucuruvi vendido em 2016, o Ponta Negra em Manaus, um dos principais centros comerciais da Região Norte.

Residenciais de luxo

O principal deles o Parque Cidade Jardim foi construído no centro de São Paulo, às margens da Marginal Pinheiros. De início Fábio Auriemo foi contra o projeto, mas logo foi convencido por José Auriemo Neto a investir no empreendimento que reúne em um só endereço áreas residenciais, comerciais com escritórios, um shopping center de luxo e um hotel.

A ideia é que os moradores não tenham que enfrentar o trânsito e a insegurança de São Paulo para trabalhar, se divertir e consumir. O Parque Cidade Jardim foi inspirado no Roppongi Hills, edifício multifunções construído no Japão pelo empresário Minoru Mori. O complexo reúne apartamentos, escritórios, restaurantes, lojas e um museu. Sua construção levou 17 anos e foram investidos o US$ 4 bilhões.

Além dele, a JHSF também investiu no residencial Fazenda Boa Vista, no interior de São Paulo. O residencial traz terrenos para a construção de casas de alto padrão; o edifício 815 na Quinta Avenida, na cidade de Nova York, nos EUA; o condomínio Las Piedras, em Punta del Este, no Uruguai, entre outros.

Hotelaria e gastronomia

A empresa de José Auriemo Neto também investe em hotéis de 4 e 5 estrelas. É sócia-majoritária do Grupo Fasano, que administra 4 hotéis e 11 restaurantes divididos entre Rio de Janeiro, São Paulo e Punta del Este. Também a previsão de abertura de empreendimentos em outras cidades do país e da América Latina.

 

Há 3 anos Brasil não reduz o número de analfabetos que atualmente é 13 milhões

Atualmente, o Brasil possui 13 milhões de analfabetos, e já faz 3 anos que não consegue diminuir esse número, de acordo com o relatório da Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura, a UNESCO.

O Relatório de Monitoramento Global da Educação 2017/8, elaborado pela Unesco, teve como tema da pesquisa a “Responsabilização na educação: cumprir nossos compromissos”.

O relatório teve como resultado a avaliação dos países que não conseguem cumprir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 da ONU, que é: “assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.”

A razão desproporcional sobre qualquer problema relacionado a educação sistêmica, alerta o relatório, podem ter efeitos colaterais negativos sérios, além da ampliação a equidade sendo muito prejudicial ao aprendizado.

Os dados mostraram que nos países mais ricos, os jovens que concluem o ensino médio são de 84%, e no Brasil esse número é de apenas 63%. Outro resultado foi que apenas 50% dos alunos apresentaram habilidades em ciências, enquanto no Japão, esse número foi de 90%.

São 264 milhões de crianças que não frequentam a escola, em países associados a Unesco. O direito à educação está em 82% das constituições nacionais, e em metade, as leis não responsabilizam o governo, o que faz com que o cidadão não possa abrir um processo contra ele por violar esse direito.

Dos 86 países que enviaram dados à Unesco, apenas 42 possui leis que se refere diretamente a educação inclusiva. Existem casos de escolas que penalizam os professores devido aos resultados serem fracos nas avaliações.

Mais de 60% dos 70 sindicatos de professores distribuídos em 50 países nunca foram consultados com relação ao material didático. Apenas um terço dos relatórios nacionais de monitoramento da educação engloba a educação de adultos.

Dos 34 países com rendas menores, apenas 14 possuem padrões de educação infantil e monitoram seu cumprimento.

De 2010 a 2015, o apoio com bolsas de estudos caiu pela metade, sendo um gasto subestimado em países como o Brasil, a China e a Índia.

A região Nordeste do Brasil é onde se concentra o maior número de analfabetos, sendo o total de 52% dos analfabetos do país.

 

Luiz Carlos Trabuco Cappi assume presidência do conselho do Bradesco

O Bradesco anunciou que Luiz Carlos Trabuco Cappi, seu atual presidente-executivo, irá comandar temporariamente a presidência do conselho de administração, acumulando as duas funções no banco. Em março de 2018, um novo executivo será eleito para assumir o cargo.

A troca acontece após a renúncia de Lázaro de Mello Brandão, que ocupava a presidência do conselho desde 1990. Aos 91 anos, Brandão ainda irá presidir os conselhos das empresas controladas pelo grupo. Ele aprovou a chegada de Trabuco no cargo e disse que o executivo “reúne todas as condições para realizar um bom trabalho”.

A saída foi realizada por iniciativa do próprio Brandão, que convocou o conselho do banco e propôs sua renúncia. “A necessidade de conseguir um conselho ativo me trouxe a consciência de que a sucessão por novas disposições para o trabalho que preservamos era prudente”, afirma.

Trabuco reconheceu a contribuição de Brandão na construção de um sistema bancário moderno no Brasil. De acordo com o executivo, ele foi um “homem participante de todos os grandes momentos pelos quais a economia passou nos últimos 75 anos”.

Luiz Carlos Trabuco Cappi começou sua carreira no banco em 1969. O bancário, formado pela UNESP em Filosofia, Ciências e Letras, foi também presidente da seguradora do banco antes de comandar a presidência executiva. Trabuco, 66 anos, preside o Bradesco desde 2009.

O executivo foi responsável por uma das maiores fusões do setor bancário com a compra por 5,2 bilhões de dólares do HSBC no Brasil pelo segundo maior banco privado do país. Como as normas da instituição financeira não autorizam o acúmulo de cargos ou funções, o bancário terá que deixar a presidência executiva até março do ano que vem.

O próximo presidente-executivo que irá substituir Luiz Carlos Trabuco Cappi em março de 2018 será um dos membros da diretoria. O banco tem a tradição de escolher executivos do grupo para comandar a casa. “Somos um banco que privilegia a prata da casa”, frisa Trabuco.

Segundo Luiz Carlos Trabuco Cappi, seu sucessor ainda não tem nome e será escolhido após uma reunião do colegiado, quando acontece a eleição. “Será um processo normal e rotineiro, respeitando os talentos para o exercício dos cargos da organização”.

Para ele, um dos maiores desafios que o novo presidente terá pela frente será em relação à ambientação digital de clientes que ainda não estão familiarizados com a plataforma. “Nós temos apenas 14 milhões dos 27 milhões de clientes que fazem transações digitais. Os outros terão de ser alfabetizados. Tecnologia sem olhar para as pessoas é lugar comum”, explica.

O banco deve entregar o nome do novo presidente-executivo ao Branco Central após uma assembleia geral de acionistas do grupo. É provável que o nome seja selecionado antes mesmo do prazo informado.

Constituído por oito membros, o conselho que Luiz Carlos Trabuco Cappi presidia fica com um integrante a menos até a nova seleção. Há ainda planos de aumentar o número de membros, mas o banco informou que no momento não há definição a respeito.

Os encantos da capital japonesa, uma das maiores metrópoles do mundo

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Tóquio é uma das maiores metrópoles do planeta, sendo a mais populosa cidade do mundo. A capital japonesa apresenta é agitada e vibrante, onde milhões de pessoas se movimentam todos os dias pelos seus quilômetros de trilhos de metrô e de trem. Diversas empresas multinacionais possuem as suas sedes em Tóquio, em edifícios enormes e modernos. Apesar da quantidade de pessoas que moram em Tóquio, o trânsito não é caótico e quase nenhum condutor utiliza a buzina do veículo. As ruas são extremamente limpas, apesar de quase não encontrarmos cestos de lixo, já que o povo japonês tem o hábito de levar o seu lixo para descartar em casa. Tóquio vem buscando cada vez mais soluções mais sustentáveis, acreditando ser essa a tendência do futuro.

A parte histórica da cidade fica em Asakusa, um distrito comercial onde está localizado o templo Sensoji, um dos mais famosos templos de Tóquio e também o mais antigo da cidade. Outro local é o Ryogoku, onde lutadores de sumô andam de bicicleta calmamente. A parte mais avançada da cidade e onde encontramos mais jovens, é no bairro de Shibuya e em Roppongi, onde são realizadas diversas baladas.

Grifes famosas e uma excelente gastronomia podem ser encontradas por toda a cidade, mas principalmente em Ginza e na alameda chamada Omotesando.

Uma das principais características da cidade de Tóquio, é ser conhecida como a terra do sushi, que começou nos mercados de pescados como o enorme Tsukiji, e que não apresentam os ingredientes usados no Brasil, como cream cheese, tabasco e maionese.

Em relação às compras, a cidade possui opções variadas, que vão desde as coisas mais chiques, mais fofas, mais bem desenhadas, até as coisas mais tecnológicas do momento, conquistando consumidores japoneses e estrangeiros.

A cidade possui inúmeras atrações como a Tokyo Disneyland, diversos parques, um passeio bate-e-volta ao Monte Fuji, vários templos e também diversos shoppings. Na cidade vizinha de Yokohama, existe um parque aquático fabuloso, com um aquário gigantesco, a sua região portuária é bem encantadora e ainda possui um dos principais locais de Chinatown do Japão.

A capital japonesa está ligada às outras cidades do Japão pelas linhas  do shinkansen,  que é o trem-bala japonês e também por trens locais.

Áreas urbanas possuem a maior parte da população brasileira

Uma das características dos grandes centros urbanos é o alto número populacional. Uma pesquisa realizada mostra que as áreas consideradas urbanas no Brasil equivalem a menos de 1% do território nacional (0,63%), e nesse espaço vivem 190,7 milhões de pessoas, chegando a 84,3% da população brasileira.

Uma pesquisa minuciosa foi realizada para identificar as áreas urbanas no país. Diversos profissionais estiveram envolvidos no trabalho. No estado de São Paulo, a Embrapa Gestão Territorial realizou um estudo para o mapeamento e quantificação das áreas urbanas. Foram necessários três anos para que os estudos pudessem ser concluídos, foi preciso a observação de centenas de imagens de satélite.

De acordo com os resultados do estudo, a cidade com a maior densidade populacional urbana é Nilópolis, com seus 158.309 moradores que estão em um espaço de 10 km² o que ocasiona mais de 16 mil habitantes por quilômetro quadrado.

As cidades que possuem mais de 200 mil habitantes como Diadema, na Grande São Paulo, possuem uma área urbana intensamente povoada, a média é de 13.875 moradores por cada quilômetro quadrado.

Na comparação entre as unidades da federação, quem está no topo da lista de maior densidade demográfica urbana é o Estado de Alagoas, no nordeste, com 4.880 pessoas por quilômetro quadrado. Na lista de municípios com maior área urbana estão liderando São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

O estado de Tocantis está entre as regiões cujas áreas urbanas têm menos densidade populacional, com uma média de 1.538 moradores por quilômetro quadrado.

De acordo com o geógrafo, principal autor da pesquisa e analista da Embrapa, André Rodrigo Farias, os diversos desafios que existem podem ter soluções mais práticas através de uma orientação mais direcionada das políticas públicas, estudos demográficos e projetos de desenvolvimento urbano que se baseiam nos resultados apresentados. Quanto mais pessoas habitam em um local, maiores são as necessidades de infraestrutura e logística.

Encontrar as melhores soluções com os dados específicos do número de habitantes dos centros urbanos e a quantidade do território ocupado, é uma forma de abrir o entendimento para uma melhor exploração e equilíbrio da densidade populacional.

 

Para FMI, crescente endividamento das famílias implicará em crise

Apesar de haver, com o crescente endividamento das famílias de modo geral, um impulsionamento do nosso crescimento econômico, considerando-se a questão a curto prazo, o Fundo Monetário Internacional (FMI), porém, recentemente alertou que isso, já no médio termo, acabará por aumentar o risco de crise financeira, ou seja, algo pior do que enfrentamos no momento. A instituição, no dia 3 de outubro, ainda uma semana antes da sua reunião anual, em Washington, por meio de um informe, observou que continua crescente o processo de “endividamento das famílias, na última década”.

Esse pronunciamento do FMI é fruto, obviamente, de um estudo, que nesse caso focou-se na relação que envolvia essa questão da dívida das famílias com também o crescimento e a estabilidade financeira. Para realizarem o tal estudo, recorreram a uma amostragem de 80 economias não só de países desenvolvidos, mas também algumas de países em desenvolvimento. Entre o primeiro tipo, a fim de exemplificar, podemos citar os países da Dinamarca, Suíça, Austrália e Holanda; entre os países em desenvolvimento, exemplos bons são, nesse caso, a Argentina e o Egito, além da Malásia, Tailândia e Bangladesh.

Voltando-nos para a alegação do FMI que deu início a este texto, vale destacar ainda mais a citação da instituição, de que, apesar de sustentarem a demanda, tanto a dívida das famílias quanto o acesso ao crédito, pode um alto nível de endividamento terminar “gerando desequilíbrios financeiros”, e isso em tom claro de alerta. Afinal, na possibilidade eventual de que a dívida das famílias cheguem a acúmulo de três a cinco anos, isso acabará então pesando sobre o crescimento, e uma vez que ocorra, aumentará-se, por consequência, a probabilidade de uma crise não só financeira, mas também bancária.

E para poder exemplificar melhor, o FMI citou a crise financeira mundial, assim explicando que, em tudo que se eleva o endividamento dos consumidores, cresce então a probabilidade de ter-se “longas recessões”. A instituição lembra ainda que efeitos negativos do tipo, inevitavelmente, serão “mais gritantes” naquelas economias que estão num estágio mais avançado, naquelas “em que a dívida das famílias é mais alta”. Portanto, serão “menos gritantes”, proporcionalmente, as economias dos países emergentes, já que nesses é ainda fraca a “contribuição das dívidas das famílias e do mercado de crédito”, como fizeram questão de destacar.

Após dar várias exemplificações, o FMI terminou por ressaltar a importância de poder-se contar com o que chamou de “instituições sólidas”, além de “políticas adequadas para eliminar este impacto”. Fora isso, a instituição também mostrou-se favorável não só a uma regulamentação financeira, mas a uma “menor dependência de financiamento externo”, como supervisão que seja mais eficaz e taxas de câmbio, por sua vez, flexíveis. Tudo, é claro, unido a uma desejável redução das históricas desigualdades de renda.

 

Com parques ao ar livre e diversão moderna Londres tem atrativos para as crianças

Entretenimento para as crianças é um mundo repleto de opções principalmente para uma família que viaja. Quem vai para Londres terá diversos lugares para levar os filhos e fazer a alegria da criançada.

Curtir a natureza, o ar livre das paisagens e um espaço mais tranquilo trarão mais flexibilidade em um passeio em família com as crianças. Em Londres os parques têm um charme de destaque. Bem arborizados, limpos e floridos, eles estão acessíveis por ônibus ou metrô.

O mais conhecido é o Hyde Park, o maior de todos. No lago com patos e cisnes gigantes, os visitantes podem andar de pedalinho, navegar em barcos à remo, jogar tênis, tomar chá ou um café em um restaurante. No playground as crianças poderão se divertir o quanto puderem. Existe também no local um memorial em homenagem à Princesa Diana.

A partir das duas horas e meia, os visitantes presentes no St. James, o mais antigo dos parques reais de Londres, poderão apreciar a alimentação dos animais (patos, gansos, cisnes, esquilos e pelicanos). O parque está próximo do Palácio de Buckingham, nesse trecho o turista poderá fazer um agradável passeio pela área verde do Green Park. Fotos sensacionais no jardim de flores da rainha é uma programação imperdível para selfies.

Shrek, o personagem verde grandalhão que ainda agrada as crianças está em um espetáculo na cidade. Operada pela Merlin, a atração da Dreamworks tem o título de Shrek’s Adventure! London. A programação está em cartaz desde julho de 2015 e apresenta o mundo de Tão, Tão Distante dos personagens do filme.

Para comprar o ingresso online o valor cobrado é de 19 libras (R$ 79 por pessoa), quem adquirir a entrada na porta pagará o valor de 27,50 libras (R$ 114). O espaço ocupa dois andares do edifício próximo ao Big Ben. Chegar de metrô não é difícil, as estações Westminster e Waterloo estão nas proximidades.

Ao chegar o personagem Biscoito recepciona a todos avisando que fotos a partir daquele momento são proibidas. O Ônibus Mágico 4D, tem o Burro Falante como piloto. Totalmente sensorial o equipamento tem uma tela grande que mostra o veículo voando sobre Londres para chegar em Tão, Tão Distante e assim os passageiros passam por vários caminhos até encontrarem o Shrek.