Brasil é o quarto país em número de usuários que acessam a internet

 

De acordo com um relatório feito pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD, segundo a sigla em inglês) sobre economia digital, o Brasil está na quarta colocação no ranking mundial em relação ao  número total de usuários que utilizam a internet.

Com o número de aproximadamente 120 milhões de pessoas com acesso à internet, o Brasil está atrás somente dos Estados Unidos, que tem cerca de 242 milhões, da Índia, que possui 333 milhões, e da China, a primeira colocada do ranking com 705 milhões de usuários.

Após o Brasil, finalizam as dez primeiras colocações o Japão, com 118 milhões, a Rússia, que tem 104 milhões de usuários, a Nigéria, com 87 milhões, a Alemanha, que tem 72 milhões, o México, também com cerca de 72 milhões e, em decimo lugar, o Reino Unido, com 59 milhões.

Porém, quando considera-se o total de usuários com acesso à internet em relação à população do país, o desempenho do Brasil é diferente. Segundo informações coletadas pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), o Brasil tem cerca de 59% de sua população conectada, índice que fica abaixo do Reino Unido, que tem 94%, o Japão, com 92%, a Alemanha, com 90%, os Estados Unidos, com cerca de 76%, e a Rússia, também com 76%.

Além disso, o México apresentou o mesmo índice do Brasil, enquanto a China e Índia, que possuem mais de 1 bilhão de habitantes, possuem um índice inferior, assim como a Nigéria.

Outro objetivo do relatório da UNCTAD foi avaliar o ritmo de crescimento dos países em relação ao acesso à internet em um período de três anos, entre 2012 e 2015. Nesse aspecto, o crescimento médio do Brasil foi de 3,5%, fica do atrás da Índia, com 4,5%, do Japão, com 4,6%, da Nigéria, com 4,9%, e também do México, com 5,9%.

Por outro lado, nações desenvolvidas como Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha possuem um ritmo de crescimento mais devagar do que o Brasil, porém, isso se deve ao fato de que esses países já possuem uma parcela maior de suas populações com acesso ilimitado à internet.

 

Entenda o estilo de vida dos vegetarianos que comemoram seu dia em outubro

O número de vegetarianos vem aumentando ao longo dos anos por diversos fatores que vão de opção nutricional até a mudança de estilo de vida. Existem pessoas que são contra o sofrimento animal, outras que querem uma dieta leve, outras que são alérgicas a proteína da carne e também as que fazem por crenças religiosas.

No dia primeiro de outubro foi comemorado o Dia Mundial do Vegetarismo e a Agência Brasil explicou como funciona esse estilo de vida.

Ser vegetariano é diferente de ser onívoro, onde a base alimentar é vegetais e animais em diversos aspectos. Na dieta vegetariana você pode ou não ingerir os alimentos que são derivados dos animais, e há subdivisões nos grupos, sendo as dietas veganas, as lacto-vegetarianas, a ovo-lacto-vegetariana, a ovo-vegetariana, a crudívora e a frugívora.

Em 2013, de 8% a 9% dos brasileiros se declararam vegetarianos, segundo o coordenador jurídico da SVB, Ulisses Borges, nas pesquisas realizadas pelo Índice Brasileiro de Geografia e Estatísticas, o IBGE. Os dados do Instituto Ipsos, uma empresa brasileira de pesquisa e inteligência do mercado, mostraram que 28% da população brasileira tem procurado ingerir menos carne. Existem valores éticos e filosóficos no fundamento de uma dieta vegetariana tanto quanto para uma não vegetariana.

O crescimento dos vegetarianos no Brasil vem de uma tendência mundial, segundo a SVB. Na Europa, 14% dos produtos que foram lançados em 2015 são de vegetarianos e veganos e entre 2013 e 2015 o crescimento desses produtos foi de 150%.

No Brasil os supermercados já disponibilizam diversos produtos veganos que imitam os produtos cárneos ou lácteos.

Sobre a parte nutricional de se aderir uma dieta vegana ou vegetariana a nutricionista Shila Minaria fala que é possível ter uma alimentação balanceada saudável, que requer cuidados iguais de uma pessoa que não é vegetariana quanto as escolhas alimentares erradas.

Shila aconselha sobre a alimentação com inclusão de leguminosas e fontes de proteínas não animal na alimentação dos vegetarianos, e explica que a ingestão dos suplementos de vitamina B12 as vezes são necessários, já que elas não são supridas em uma dieta vegetariana.

Para uma alimentação balanceada que compensa a falta da proteína animal com a ingestão de outros alimentos pobres em nutrientes, ela aconselha a orientação de um profissional.

WhatsApp anunhttp://fortecapital.com.br/2017/10/19/whatsapp-anuncia-versao-para-utilizacao-empresarial-por-rodrigo-terpins/cia versão para utilização empresarial, por Rodrigo Terpins

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Da mesma forma como há a interação de pessoas por meio do Whatsapp, as empresas passarão a poder contar com a facilidade de comunicação que o aplicativo proporciona. Isso decorre do fato da empresa responsável pela gestão do serviço ter alegado, através de um comunicado oficial, que já se encontra disponível uma versão destinada ao teste da modalidade empresarial. De acordo com Matt Idema, atual diretor de operações da companhia, tal inovação promete tornar mais fácil a comunicação das empresas com seus respectivos clientes, reporta Rodrigo Terpins.

O anúncio ocorreu em setembro de 2017 e veio para corroborar a importância do aplicativo para o cotidiano das pessoas. A e-Life, empresa de pesquisa voltada a estudar o modo como os relacionamentos são geridos nas redes sociais, realizou um levantamento onde houve a comprovação de que o WhatsApp possui 98% de adesão em se tratando da predileção da população brasileira. Já em relação ao seu emprego no campo empresarial, constatou-se que não é o meio mais empregado pelos clientes, noticia Rodrigo Terpins.

Dentre as formas empregadas pelos participantes da pesquisa, o telefone e o e-mail das empresas figuraram como os preferidos quando se trata da troca de informações entre consumidores e estabelecimentos empresariais. Para modificar esse cenário e suscitar a mesma interação já existente no uso pessoal dos usuários, de maneira a se agregar valor à essas trocas de mensagens, Idema ressalta que o objetivo é fazer com que as pessoas consigam ter a mesma rapidez já experimentada na versão convencional.

Rodrigo Terpins salienta, com base nas alegações de Idema, que para atender o meio empresarial, contudo, dois formatos do aplicativo serão disponibilizados. O primeiro, cujo nome escolhido foi WhatsApp Business, será destinado às empresas de menor porte. Já o Enterprise será voltado às grandes corporações, como os sites que realizam vendas de diversos produtos, as companhias aéreas e os bancos, uma vez que agregam fluxos expressivos de clientes.

O funcionamento do aplicativo voltado para o relacionamento empresarial possuirá algumas peculiaridades, como um selo que permitirá ao usuário verificar se realmente se trata de um interlocutor confiável, além de serviços que informarão sobre produtos adquiridos. A personalização de alguns dados será outra facilidade que a nova versão do WhatsApp fornecerá. Para o caso em que as companhias não puderem atender prontamente os seus clientes, o serviço terá um dispositivo em que as organizações efetuarão o envio de mensagens de maneira automática até que um atendente possa dar a devida atenção ao usuário, destaca Rodrigo Terpins.

Recentemente houve a escolha de algumas poucas empresas ao redor do mundo com a finalidade de testarem as novidades do aplicativo. Entre tais organizações, estão uma rede de bancos e uma companhia aérea. Em relação ao lançamento da versão em questão, Idema ressaltou que há a expectativa de que ocorra em um período curto de tempo. Já no que se refere aos custos que o serviço virá a ter, ficou acertado que somente as instituições pagarão por sua utilização, sem a cobrança de qualquer taxa para os clientes, pontua Rodrigo Terpins.

Andar mais alto do Coliseu é reaberto ao público após mais de 40 anos

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Após um período de mais de 40 anos, o Coliseu, que é o monumento mais visitado pelos turistas na Itália, com uma média impressionante de seis milhões de turistas ao ano, irá reabrir o seu andar mais alto para visitação.

Esse andar mais elevado, que é o quinto andar da arena, fica a uma altura de aproximadamente 40 metros, e precisou ser fechado ao público durante a década de 70, pois sofria com instabilidades e possuía o risco de ruir. Porém, após um amplo processo de reformas, o local poderá ser aberto novamente para visitação de pequenos grupos de turistas, a partir do dia 1º de novembro.

Desse ponto mais alto do Coliseu, a vista é incomparável, não apenas do próprio monumento, mas também de outros pontos turísticos que se encontram nos arredores, como é o caso do Palatino  e do Fórum Romano.  Ironicamente, no passado, apesar de ter uma visão privilegiada, o andar mais elevado do Coliseu era reservado aos plebeus durante as lutas entre gladiadores e outros espetáculos sediados no local.

Na Idade Antiga, o primeiro andar do Coliseu era ocupado pelo Imperador e a classe política da época, por ser feito com bancos de mármore e oferecer um conforto maior. O segundo andar, por sua vez, era reservado para os demais funcionários do governo, enquanto o terceiro e o quarto eram ocupados pela classe média e pequenos comerciantes, respectivamente.

Por ser o ponto mais alto, a escalada até o quinto andar costumava ser complicada e demorada. Agora, pela primeira vez na história, o acesso até o local será facilitado aos turistas, que poderão passar por partes do Coliseu que nunca foram exploradas pelo público. Para isso, será necessário desembolsar a quantia extra de € 9, lembrando que os visitantes que vão ao monumento já precisam arcar com a entrada de € 12.

Além das obras que renovaram a estrutura do quinto andar, também existem planos para no futuro próximo construir um centro cultural dedicado aos visitantes e renovar as galerias subterrâneas da arena. Para completar, o chão do Coliseu também passará por um processo de reformas, com o intuito de permitir que o local volte a receber shows e espetáculos futuramente.

 

Nômades Digitais têm tecnologia como aliada

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O trabalho nos dias de hoje não tem mais o requisito fundamental de precisar ir até o escritório para cumprir o expediente. Com o avanço das estratégias de recursos humanos que cada vez mais entende que o bem-estar do funcionário se reflete em seu trabalho, algumas companhias estão abrindo vagas para o trabalho remoto. Outras maneiras de trabalhar sem precisar estar em um local fixo e poder viajar pelo mundo, são as opções que os nômades digitais buscam para levar uma vida que não esteja limitada a um único lugar.

Viagens, horários flexíveis e mais liberdade são três pontos que os nômades digitais procuram. Enquanto alguns trabalham como funcionários para uma empresa, outros criam formas de empreender enquanto viajam e fazem virar realidade o sonho de muitas pessoas: trabalhar viajando.

Uma das principais responsáveis por essa mudança na forma de viver um estilo de vida é a tecnologia. Hoje qualquer profissional com acesso à internet pode fazer suas tarefas remotamente e ser tão competente quanto quem está dentro das quatro paredes de um escritório. As opções de ambiente de trabalho remoto são várias, e depende do perfil do profissional que pode escolher o melhor lugar para trabalhar e refletir isso no desempenho das suas atividades.

Quem pensa que é fácil se organizar como um nômade digital, pode estar enganado, é indispensável disciplina para não se distrair com as ofertas que podem surgir no meio de um expediente, mas quem consegue cumprir suas metas usufrui da liberdade de estar em qualquer lugar e aproveitar as atrações da região.

O livro Digital Nomad, de Tsugio Makimoto e David Manners, lançado em 1997 foi um dos primeiros registros do termo “nômade digital”. O livro aborda como há 20 anos atrás já existia o trabalho de profissionais da área de tecnologia que não precisava de uma base fixa, e o progressivo aumento de trabalhadores atuando dessa maneira.

Depois de dez anos, o livro mais popular entre os nômades e aspirantes foi publicado em 2007: The 4-Hour Work Week (Trabalhe 4 Horas Por Semana, editora Planeta), as vendas de mais de um milhão de cópias o colocou com uma referência no assunto. No livro, o americano Tim Ferris orienta a usar o empreendedorismo digital para ter um trabalho independente do local e consecutivamente ganhar dinheiro viajando.

 

Novo ensino médio brasileiro

O Ensino Médio no Brasil vem sendo discutido e debatido, por décadas. Sua reformulação é necessária e urgente. A sociedade exige mudanças sérias e comprometidas aos preceitos educacionais deste novo milênio.

As propostas apresentadas para esta reformulação vão no sentido de profissionalizar os adolescentes, dar-lhes meios de colocação no mercado de trabalho, porém esta não é uma exigência da sociedade e sim do capital o que não é suficiente, pois é preciso oferecer muito mais aos adolescentes do que apenas profissionalização. Autoestima, formação intelectual, preparação psicológica e filosófico-social se revertem em necessidade premente à vida dessa parcela de brasileiros.

Hoje não é incomum ou raro encontrar jovens que já atingiram a maioridade trabalhando em fábricas, lojas ou realizando serviços apenas para que possam subsistir e ajudar financeiramente suas famílias. Esta condição precisa ser expurgada pelos novos métodos de ensino e espera-se que reduza acentuadamente a evasão escolar.

O portal de notícias g1.globo.com em sua edição de 18 de dezembro de 2016, informa que no ano de 2014 apenas 56,7% dos estudantes de Ensino Médio completaram seus estudos até completar dezenove anos de idade. Neste número apresentando existe a agravante de que o universo de 57,6% contempla estudantes de todas as classes sociais. Se o estudo fosse dirigido apenas às escolas públicas certamente o percentual seria bem maior.

Numa projeção simbólica considerando um milhão de estudantes, se apenas 56,7% concluem seus estudos significa dizer que desses um milhão, apenas quinhentos e sessenta e sete mil se formam no Ensino Médio, onde estão e o que fazem os outros quatrocentos e trinta e três mil que abandonaram os estudos? A reposta é simples: trabalhando, subsistindo, ajudando financeiramente as famílias e isso para uma análise otimista, pois muitos deles desviam seus caminhos desvirtuando a conduta e preceitos sociais.

A motivação para o trabalho deve, claro, estar pautada no novo Ensino Médio como está, possibilitando a escolha da carreira, que parece ser o foco principal das novas reformas, porém a reforma necessita ser muito mais abrangente e principalmente contemplar as instituições de ensino também com reformulação tecnológica, profissional e acima de tudo estarem adaptadas às novas tendências do ensino.

O primeiro passo para a reformulação está dado. A reformulação está em curso e assim é preciso torcer para o sucesso das mudanças e acreditar que os estudantes tenham um caminho mais suave e brando para seguir suas jornadas adquirindo conhecimentos e ele próprio reformulando a si e ao seu entorno.

 

O que acontece quando a maré de tempestade chega antes de um furacão

Quando um furacão se aproxima do litoral, existe uma outra ocorrência além das chuvas incessantes e das fortes rajadas de vento. Esse fenômeno é conhecido como maré de tempestade, e ele acontece quando as fortes rajadas de ventos do furacão, se juntam com as baixas pressões do ar, fazendo com que as águas do mar sejam empurradas para o litoral, aumentando dessa forma a maré, que acaba ficando acima do nível habitual, e faz com que ela provoque enchentes em regiões próximas da costa.

O que acontece é que esse fenômeno das marés, acaba acontecendo antes que o furacão faça o seu contato com a terra, dificultando dessa forma a retirada da população, como medida preventiva para a chegada do furacão.

Segundo o meteorologista Caio Guerra, as implicações desse fenômeno podem ser bem arriscadas, já que quando o furacão está chegando, e os ventos começam a aumentar de intensidade, isso acaba fazendo com que a água seja empurrada do mar para a região costeira, antes mesmo da chegada do furacão. Com essa combinação de enchentes e chuvas, as ruas acabam ficando alagadas e sem trajetos de evacuação para os habitantes dessas regiões.

Isso acabou acontecendo em um outro episódio americano em 2005, quando outro furacão conhecido como  Katrina,  se aproximou da cidade de Nova Orleans. Esse local que frequentemente recebe furacões de categorias 4 e 5, não podiam imaginar a destruição que esse furacão de categoria 3 poderia causar. No dia anterior da sua chegada em Nova Orleans, as rajadas de ventos eram tão fortes, que fizeram com que as marés subissem e várias regiões ficaram inundadas, impossibilitando a evacuação de milhares de pessoas, resultando na morte de mais de mil pessoas.

Essas tempestades de maré podem ocorrer sempre quando furacões se aproximam da costa, e com o Irma não foi diferente ao atingir o sul da Flórida, chegando com grande intensidade de rajadas de ventos e também muita destruição. Esse acontecimento é o que ocorre quando as rajadas de vento são intensas perto do litoral, e a maré acaba subindo ou até mesmo descendo, mas em intensidades bem maiores, declarou ainda Caio Guerra.

Casa da Moeda está entre as empresas que serão desestatizadas já em 2018, por Felipe Montoro Jens

Resultado de imagem para casa da moedaCriada por Dom Pedro II, ainda no ano de 1694, a Casa da Moeda pode deixar de ser uma empresa estatal. Isso deve-se ao fato do Conselho do PPI (Programa de Parceria de Investimento) ter acatado uma recomendação do Ministério da Fazenda para a abertura do processo que estuda a desestatização da instituição. Incumbida de fabricar moedas, cédulas, selos e até mesmo passaportes, a empresa aguarda para o ano de 2018 o desfecho sobre um possível leilão que a colocará em definitivo sob a gestão de alguma companhia da iniciativa privada, reporta o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Por meio de um parecer oficial, o governo esclareceu que a celeridade dos estudos que definirão como os trâmites ocorrerão deve-se à estimativa do enorme déficit que o País terminará o ano de 2017. Desse modo, a privatização seria uma maneira de se equilibrar a economia, visto que há a expectativa de grande movimentação de capital nessa venda. Ainda segundo o governo, o mapeamento que vem sendo realizado mostrará algumas possíveis formas de se administrar a instituição, informa Felipe Montoro Jens.

Em uma de suas explanações sobre o assunto, Moreira Franco, ministro que responde pela pasta da Secretaria Geral da Presidência da República, alegou que os constantes prejuízos pelas diminuições da demanda nacional de moedas e cédulas, bem como a tecnologia que tem avançado muito rapidamente, são os dois principais fatores que fizeram com que a desestatização se tornasse uma alternativa para o País, de acordo com o especialista Felipe Montoro Jens.

O ministro esclareceu que o brasileiro tem utilizado cada vez menos a moeda e o papel-moeda em virtude da atual situação de crise econômica pela qual o mundo vem atravessando. Caso algo não seja feito para estancar o prejuízo que a Casa da Moeda tem sofrido, ele aponta que seria necessário um auxílio por parte do Tesouro Nacional, algo que deslocaria dinheiro dos cofres públicos de maneira a comprometer a economia. O órgão que apontou que o Brasil tem empregado menos produtos dessa natureza foi o Ministério da Fazenda, ressalta Felipe Montoro Jens.

Moreira Franco salientou que o estudo destinado a levantar a dimensão da situação em que se encontra a Casa da Moeda será algo feito de maneira minuciosa, dada a relevância do material que lá é produzido. Além disso, o governo apresentou uma lista com 57 outras instituições que possivelmente passarão pelo processo de desestatização. Com uma estimativa de que cerca de R$ 44 bilhões sejam gerados, os representantes governamentais acreditam tratar-se de uma saída para estimular a economia, aponta o especialista em infraestrutura.

Felipe Montoro Jens também ressalta que a maior parte das empresas e instituições que estão na lista oficial para serem privatizadas passarão por tal processo apenas no segundo semestre de 2018. Assim sendo, o governo apresentou, em 24 de agosto de 2017, uma relação onde 12 estatais aparecem já com data definida para serem leiloadas. O especialista em Projetos de Infraestrutura enfatiza que estas estão entre os 22 setores que foram elencados no comunicado oficial.

 

Programas de ensino superior para refugiados aumentam o número de matriculados

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Dados divulgados pelo Comissariado das Nações Unidas para Refugiados – Acnur, revelaram que 70 refugiados se matricularam em universidades brasileiras entre o período de novembro de 2016 a setembro deste ano. Além disso, outros 22 diplomas foram revalidados por instituições de ensino superior brasileiras de pessoas refugiadas que se abrigaram no Brasil.

Em dados estatísticos, as chances de um refugiado entrar para uma universidade são 36 vezes menores que pessoas que não estão no país como refugiado. Para que haja mais inclusão dessa parcela pequena de pessoas que vieram se abrigar no Brasil, cerca de nova instituições de ensino superior oferecem programas que são específicos para o ingresso desses alunos em cursos superiores.

O Comitê Nacional para os Refugiados – Conare, também divulgou dados revelando que há um total de 9.552 pessoas refugiadas no país provenientes de 82 países diferentes. Embora haja alguns dados sobre a matricula de refugiados nas instituições brasileiras, o Brasil ainda desconhece se pertence ao índice global que corresponde a 1% da população total de refugiados matriculados no ensino superior.

Esse dado não é conhecido pelas autoridades, pois as matriculas relatadas são referentes as 17 instituições cadastradas como “parceiras” da Acnur, sendo que há a possibilidade de refugiados matriculados em outras instituições de ensino superior do Brasil.

A Acnur divulgou por meio de sua unidade de informação pública que ao todo são 17 universidades brasileiras cadastradas em no “Cátedra Sérgio Vieira de Mello”, um grupo que realiza e participa de ações e pesquisas voltadas para refugiados a fim de integrá-los na sociedade brasileira.

O grupo formado pelas instituições e pela Acnur é responsável por atender todos os meses cerca de 1.000 refugiados com auxílio à língua portuguesa, assistência jurídica e prestação de serviços voltados à saúde dessa população.

Contudo, dentre essas 17 instituições que fazem parte do projeto da Acnur, apenas nove universidades elaboram programas específicos para os refugiados a fim de facilitar o acesso dessa minoria ao ensino superior. A grande pioneira e destaque nesses programas é a Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, que foi responsável por matricular 21 alunos refugiados desde o ano de 2009. Desse total, cinco alunos já concluíram a graduação e os outros 13 ainda permanecem matriculados nos cursos.