Sergio Cortes informa sobre a síndrome do impacto, que acontece nos ombros

A síndrome do impacto é considerada um dos problemas que mais acontecem nos ombros, sendo assim uma das causas mais frequentes de dores nessa articulação. Conhecida também como bursite, o termo popular pelo qual é referida pela população, a doença consiste na inflamação da bursa, um tecido que está presente em várias articulações, entre elas o ombro, noticia o ortopedista Sergio Cortes.

A bursa tem como principal função tornar mais fácil o deslizamento dos tendões conhecidos como manguito rotador, que se encontram abaixo do osso acrômio. O acrômio é um osso que podemos apalpar facilmente, pois se encontra ao lado da clavícula. O manguito rotador, por sua vez, consiste em um grupo de quatro músculos, que tem como papel essencial a movimentação do ombro. Sempre que levantamos o braço, esses tendões do manguito rotador precisam deslizar embaixo do acrômio, e a bursa está ali para tornar essa situação mais fácil.

Já a principal função do manguito rotador, é a de tornar estável o úmero na articulação do ombro. Desse modo, qualquer alteração que possa comprometer os grupos musculares do manguito, seja em razão de um trauma, mudanças degenerativas provocadas pelo envelhecimento ou, sobrecarga que esteja ou não relacionada a uma fadiga muscular, é capaz de desequilibrar esse sistema causas impactos negativos, informa Sergio Cortes.

No geral, a síndrome do impacto é dividida em três etapas de evolução:

Grau 1: É o momento inicial da doença, no qual existe uma lesão de caráter inflamatório agudo nos tendões do manguito, e deve ser tratada de modo conservador, levando-se em consideração que as lesões agudas são capazes de regredir com ou sem tratamento. A prevenção deve ser feita através do fortalecimento e alongamento muscular, acompanhados pela prática de exercícios, especialmente para aqueles que já praticam esporte.

Grau 2: Nesse grau de intensidade intermediária, já surgem algumas alterações degenerativas na região abaixo do acrômio e também no manguito rotador. Em grande parte dos casos, acontece com os pacientes acima de 40 anos e está relacionada com as atividades que demandam uma elevação frequente dos braços gerando um quadro de dor constante, que acontece até mesmo durante o repouso, reporta Sergio Cortes. O tratamento, em geral, é conservador, mas em alguns casos pode ser necessário recorrer a uma correção cirúrgica.

Grau 3: Se caracteriza pela ruptura do manguito rotador, em paralelo a todas as alterações já destacadas na fase 2. Esse tipo de lesão acontece mais facilmente em pessoas que possuem mais de 60 anos e o tratamento inicial tem como objetivo aliviar a dor, sendo preciso optar por uma intervenção cirúrgica, caso o tratamento conservador não tenha os resultados esperados, informa Sergio Cortes.

Em todos os estágios, o sintoma mais presente são as dores, que pode ou não vir acompanhada de uma diminuição das funções articulares. Essa dor acontece geralmente na região lateral do braço, apesar de não ser ali em que se encontra a lesão, noticia Sergio Cortes. Além disso, a intensidade das dores pode variar entre moderada e persistente, com a possibilidade de ocorrerem crises que devem ser tratadas com anti-inflamatórios.

 

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600 mecânicos são demitidos dos aeroportos

aeroporto

As companhias aéreas confirmaram este mês que estão reduzindo seus funcionários e começaram as medidas demitindo mais de 600 mecânicos particulares que trabalhavam nos aeroportos na manutenção das aeronaves. De acordo com os próprios aeroportos as atividades de manutenção têm sido realizadas por outros profissionais.

Os cortes de pessoal nas companhias aéreas brasileiras começaram desde o inicio do ano de 2016. Segundo o próprio Sindicato Nacional dos Aeroviários, cerca de 600 profissionais que trabalhavam nos aeroportos foram dispensados de suas atividades.

Com a falta de profissionais em algumas empresas aéreas os próprios pilotos participam da manutenção e vistoria das aeronaves.

Todas as companhias alegaram que de forma alguma a segurança dos passageiros e afetados com o corte de funcionários, e que alguns mecânicos ainda estão sendo mantidos nas pistas de pouso e decolagem para inspeção e vistoria realizadas nos aviões.

Os aeroportos afirmam que o procedimento padrão na pista inclui uma vistoria completa de cada aeronave que pousa na pista bem como uma manutenção se realmente necessária. Só depois que estes procedimentos são finalmente realizados a aeronave e liberada para operação.

Durante a última semana de fevereiro ocorreram dois incidentes com aeronaves na Grande São Paulo. O avião da empresa Latam aparentemente mostrou defeito em uma de suas turbinas durante sua funcionalidade no aeroporto de Congonhas. E no dia seguinte uma aeronave da empresa Avianca fez um retorno ao aeroporto de saída, Cumbica em Guarulhos, Zona leste de São Paulo, depois que uma fumaça surgiu na cabine do piloto.

O Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged) confirmou no final da semana que o numero de operários do Sindicato dos Aeroviários em atividade nos aeroportos realmente diminuiu.

Acontece que a retirada dos profissionais começou uma discussão entre a Anac e as companhias aéreas. A Anac acredita que esta operação não deveria ser realizada por pilotos ou por funcionários terceirizados. Primeiro porque nenhum deles possui qualquer formação técnica.

O diretor do sindicato José Ivânio Gonçalo da Silva que também faz parte da Associação Brasileira dos Mecânicos de Manutenção alega que atividade deve ser exercida apenas por profissionais capacitados que realizam suas funções diariamente e tem total conhecimento do aeroporto. É impossível que pilotos ou funcionários terceirizados consigam lidar perfeitamente com aviões de grande porte.

Além disto, os mecânicos ainda exerciam uma função chamada de “walk around” que consiste na analise do corpo da aeronave. Este procedimento é necessário para prever defeitos que não são apresentados nem mesmo nos manuais, é uma questão de experiência.

 

 

Sky corta todos os canais da Fox

Desde o primeiro domingo do mês dia 5 de fevereiro, todos os canais pertencentes ao Grupo Fox foram cortados da distribuição da empresa de TV por assinatura Sky. Decisão da empresa causou uma onda de reclamações.

A maioria dos clientes afirmam que nem se quer foram avisados sobre a novidade. Um dos clientes disse que só descobriu que a empresa não iria mais transmitir o sinal porque um dos narradores de futebol da Fox Sport avisou os telespectadores ao vivo durante uma partida.

De acordo com a própria Sky que começou a responder as reclamações dos clientes depois que uma serie de indagações foram realizadas no site voltado para os direitos do consumidor, Reclame Aqui, as negociações com o grupo Fox ainda estão em andamento, mas que tiveram que parar com a transmissão dos canais porque nenhum novo contrato foi assinado entre a Sky e a Fox.

Na maioria das reclamações as pessoas pedem desconto, já que estão pagando 260 reais por m pacote que teve seu número de canais reduzidos.

O CEO do site Reclame Aqui Maurício Vargas afirma que mesmo que não exista um desconto, os clientes que entraram em contato com a empresa via o site esperam alguma contrapartida, ou pelo menos alguma solução temporária que favoreça o lado do cliente.

Para a maioria dos clientes a Sky respondeu apenas que faria uma explicação esclarecida da situação via telefone.

Até o momento a Sky decidiu substituir os canais por outros pertencentes a pacotes diferentes, isso para quem possui o pacote mais barato de 260 reais. Os canais Fox Sport, Sport 2, Fox e FX foram substituídos pelo Netgeo, ESPN, ESPN+, Discovery turbo e Discovery Civilization. A solução não resolve o problema de quem assina todos os canais oferecidos pela empresa.

A Agência Nacional de telecomunicações (Anatel) disse em nota que a empresa deveria ter avisado os seus clientes sobre os cortes pelo menos 30 dias antes. A Anatel também afirma que cada cliente prejudicado deveria ter direito a um desconto promocional até que a situação seja regularizada.

Rafael Zanata pesquisador do Instituto brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), afirmou esta semana que a solução fornecida pela Sky só deixa seus clientes insatisfeitos, e que os consumidores que se sentirem lesados devem procurar o Procom municipal.

 

 

 

A Renault e as campanhas do publicitário Alexandre Gama, uma combinatória de sucesso

Nada como conceber uma campanha publicitária criativa e envolvente para o público correr às lojas atrás do produto. E quando as peças publicitárias são protagonizadas por celebridades queridas, os resultados de impacto são surpreendentes.

A Renault, sob a direção geral de criação do publicitário Alexandre Gama da agência Neogama, vem fazendo sucesso com a campanha “Girou, Pegou, Ganhou”, que consiste num convite tentador: o cliente se dirige a uma das concessionárias Renault, recebe a chave de um veículo cujos modelos estão expostos na loja. Caso a chave corresponda a um dos veículos, é ligá-lo e ganhar o carro.

Uma campanha inteligente, porque além de despertar o interesse em arriscar a sorte, movimenta a circulação de curiosos nas lojas e cria uma atmosfera lúdica à vivência da campanha. E nada mal para que tiver a sorte de ganhar uma picape Duster Oroch Renault zero quilômetro.

Recentemente a campanha teve a apresentadora Xuxa como artista convidada para protagonizar a peça publicitária e atrair a atenção do público.

Mas as chances não param por aí. Caso não tenha a sorte de conseguir ligar o carro, o cliente ainda pode participar da promoção através de sorteio.

Efetivamente, as campanhas da Renault, produzidas pela agência do publicitário Alexandre Gama, vem afirmando seu sucesso desde o ano passado, quando contou com o Wesley Safadão, cantando o seu hit “Aquele 1%”, chegando a mobilizar algo em torno de 35 mil pessoas às voltas nas concessionárias Renault e no site de ofertas os acessos ultrapassaram a casa de 1 milhão.

Para 2017, a ação tem como título “Novos motivos para se ter um Renault” e a brilhante ideia de promover as vantagens da nova geração de motores 1.0 e 1.6 SCe que compõem os novos modelos da marca.

Para isto, a Negogama de Alexandre Gama sofisticou na concepção da campanha, cuja produção conta com enorme cenário, carros movimentando-se em performances, design arrojado e cores que qualquer um associa de imediato à Renault. O protagonista da vez? Ninguém menos que o ator Bruno Gagliasso.

Nesta campanha em do publicitário Alexandre Gama e equipe, a Renault conta com filmes veiculados pela TV aberta e pela mídia digital, além de peças para a mídia impressa e PDV.

A tônica é exibir os novos motores SCe, que contam com propulsores com tecnologia stop&start, já avaliados como mais potentes em até 10% e 21% mais econômicos, além da capacidade de alcançarem 14km por litro em circuitos pelos centros urbanos.

As ofertas de Taxa Zero e parcelas cabíveis no bolso do consumidor são outro atrativo para vendas, além de outras facilidades.

Oferecer produtos de qualidade, que sejam soluções inteligentes às necessidades do consumidor e lhe despertem o desejo de consumo, isto é o objetivo de toda empresa séria. Despertar o desejo do consumidor obter o produto, convencido de que encontrou a solução procurada, é a razão de ser de uma agência de publicidade criativa.

Os resultados obtidos com as campanhas concebidas pela Neogama vêm provando que os objetivos da Renault e as experiências do publicitário Alexandre Gama são uma combinatória acertada para o sucesso.