Volvo XC60 é premiado como o carro mais seguro de 2017 pelo Euro NCAP

O modelo XC60 da Volvo foi considerado o veículo quase perfeito das categorias Ocupante Adulto e “Large Off-Road”, com pontuação de 98% em 2017. Além disso, o carro ainda recebeu a pontuação de 95% para a categoria Assistência de Segurança, ficando 20 pontos percentuais a frente do segundo colocado na categoria, o que destaca os veículos da Volvo como os mais seguros do mundo.

A premiação do Euro NCAP, que avalia os veículos do ano de acordo com as categorias, já premiou outros modelos da Volvo em edições e categorias diferentes, como foi o caso do XC90 em 2015, que foi premiado por apresentar a melhor performance entre os veículos SUVs grandes e o melhor desempenho de um modo geral. Além desses dois modelos, a Volvo também foi premiada pelo Euro NCAP ao apresentar o modelo V40, que venceu na categoria “Small Family” em 2016.

O vice-presidente Malin Ekholm que atua no Centro de Segurança da empresa Volvo Cars, disse sobre a nova premiação: “O novo XC60 é um dos carros Volvo mais seguros já produzidos”. Segundo Ekholm, o modelo XC60 “é totalmente equipado com novas tecnologias projetadas para auxiliar os motoristas, para ajudar a proteger os ocupantes dos veículos e outros usuários da estrada, como pedestres e ciclistas, além de mitigar os riscos de colisão. Nossa visão é que, até 2020, ninguém deve perder a vida ou ficar gravemente ferido em um novo carro Volvo”.

O vice-presidente ainda enfatizou que as premiações alcançadas pela Volvo mostram que a montadora está no caminho certo para atingir o objetivo de minimizar ao máximo possível o número de acidentes de trânsito. “As conquistas do XC60 são exemplos do nosso compromisso em desenvolver os mais recentes sistemas de segurança e suporte, à medida que nos esforçamos rumo a essa visão.”

O modelo XC60 da Volvo também recebeu a premiação de Carro do Ano em uma avaliação dos japoneses, entre o ano de 2017-18. No Reino Unido, o modelo foi premiado na edição de 2017 da Car Tech nas categorias de Melhor Carro Seguro, Melhor Sat-Nav, Tecnologia de Segurança e SUV Luxuoso do Ano.

Presidente Trump não irá na inauguração da embaixada do país em Londres

A nova embaixada americana em Londres não irá contar com a presença do seu presidente Donald Trump, no dia da sua inauguração. Ele afirmou que não vai mais viajar para Londres através do seu Twitter, já que a sua presença pode gerar uma onda de protestos na capital londrina.

 

Ele ainda declarou que a sua viagem não vai ser realizada, porque não gostou do novo endereço da nova embaixada e está descontente com o valor que foi empregado na sua construção. O presidente alegou que a ordem para a troca do endereço da embaixada partiu de Barack Obama, mas na realidade o presidente está enganado, porque essa decisão foi tomada pelo governo de George W. Bush, anterior ao de Obama.

 

Ele ainda alegou que outro motivo para o cancelamento da sua viagem, foi de que ele não gostou que o governo de Barack Obama vendeu a que ele acreditava ser a embaixada mais bem localizada na capital londrina, e por um valor muito abaixo do que ela realmente valia e para construir outra em um local muito pior.

 

O presidente declarou que fará uma visita ao Reino Unido em breve, mas não comentou quando seria a data da viagem. Nigel Farage, defensor britânico do presidente Trump e ex-líder do UKIP, um partido antieuropeu, disse que esta resolução tomada por Trump de não ir para Londres participar da inauguração da embaixada americana, deixa várias pessoas desapontadas com a sua atitude.

 

Desde que o presidente Trump assumiu o seu cargo há um ano, que Theresa May, primeira-ministra britânica, vem convidando ele para uma visita ao Reino Unido. Mas o presidente apesar de já ter feito outras viagens como chefe de Estado, ainda não marcou uma visita oficial ao país.

 

Mas essa recusa de visitar o país, pode ter alguns outros motivos que fazem com que as relações entre os dois países, fiquem ainda cada vez mais complicadas. Trump teve algumas divergências com o prefeito londrino, Sadiq Khan, depois que ocorreram alguns atentados na cidade. Há pouco tempo o presidente americano recolocou alguns vídeos  do grupo xenófobo Britain First,  que teve a reprovação da primeira-ministra britânica. Trump não perdeu tempo, dizendo que May precisava era se preocupar com os seus problemas.

Felipe Montoro Jens esclarece sobre o fundo de US$ 3 bilhões – criado pelo grupo chinês Huayang – destinado às empresas brasileiras

O valor de US$ 3 bilhões é o que o governo chinês e o grupo Huayang – um dos maiores conglomerados empresariais chineses – colocaram à disposição de empreendimentos no Brasil ou empresas nacionais que se mostrarem interessadas em expandir suas atividades para a China. O fundo trata-se de uma alternativa frente ao momento de escassez de crédito e retração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em relação aos financiamentos de investimentos de infraestrutura no Brasil, reporta o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

A Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China (CCDIBC) – que trabalha como um banco de projetos –  é quem representa, em território nacional, o fundo criado pelo Huayang.  Ela é responsável pela primeira avaliação e consultoria do empreendimento em questão, antes dele ser enviado para análise de crédito e garantias em Hong Kong –  o que, segundo o presidente da CCDIBC, Fabio Hu, traz mais agilidade à concessão de funding – ou seja, à captação de recursos para investimento.

Felipe Montoro Jens destaca que as Parcerias Público-Privadas (PPPs) / Concessões; a Infraestrutura e logística; as Startups; a tecnologia; a construção civil; o agronegócio; a produção de carros e caminhões elétricos; e a energia solar, eólica, hidrelétrica, usinas de tratamento de lixo e petróleo e gás estão dentro das atividades que possuem prioridade no que diz respeito ao fundo.

Ainda, conforme o que explicou Fabio Hu em relação ao financiamento, o fundo do Huayang pode financiar até 85% de um projeto – dando prioridade às operações que ultrapassam os US$ 100 milhões, salienta o especialista Felipe Montoro Jens. “Mas isso não quer dizer que valores menores não serão analisados”, advertiu Hu. “Se for um bom projeto, que represente parceria estratégica para a China, podendo gerar exportação de produtos chineses e empregos, também é interessante. O fundo pode financiar até capital de giro”, completou o presidente Câmara de Comércio.

Fabio Hu acrescentou também que, conforme a rentabilidade de cada projeto, as taxas anuais podem variar a partir de 4% ao ano. Além disso, ficou estabelecido que as transferências internacionais de recursos serão feitas por canais bancários tradicionais, enfatiza Felipe Montoro Jens.

Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China

A CCDIBC trata-se de uma entidade criada em 2002 para promover e ajudar com as parcerias feitas entre os dois países. De acordo com o Portal brasilchina.org.br, desde que a Câmara foi fundada, até hoje, já foram realizados muitas reuniões, encontros, eventos, missões, visitas e negócios.

Ainda conforme o site, a CCDIBC conta com apoios importantes na China – dentre eles, os governos de Pequim (Tianjin, Quingdao), Xangai (Jiangsu, Zhejiang), Guangdong (Guangzhou, Shenzhen, Zhuhai), Zhejiang (Hangzhou), Sichuan e Harbin, por exemplo. Já, entre as empresas associadas à Câmara de Comércio de Desenvolvimento Internacional Brasil-China, estão China Huayang International Asset Management Co; Everpower Sheng Tie; Graphene Technology Co; China Westrn Power Industrial Co; Chengdu Huahsi Equity Investment Fund Manegement Co; Sumo Holding Group; Taizhou City Hangjie Lamps; Anhui Guangdong Automobile Manufacturing Limited By Sahre; Neng Liang Fang Zhou; e Ningbo EverLasting Internacional Logistic Co, reporta Felipe Montoro Jens.

http://brasilchina.org.br/sobre/

 

Maioria dos brasileiros tem dificuldade de economizar, diz SPC

Apenas 30% dos brasileiros conseguiram terminar o mês de novembro do último ano com dinheiro sobrando. Mais de 66% dos brasileiros das classes A e B, com renda mensal de cerca de cinco salários mínimos, não conseguiram guardar parte do seu orçamento. Os dados, divulgados no final de janeiro, foram revelados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

Considerando todas as classes sociais, somente 20% conseguiram poupar dinheiro, frente a 70% de pessoas que não conseguiram poupar nada. Em relação aos que conseguiram sobras na renda de novembro, a média do valor guardado é de R$ 400,57.

O consumidor deve ter ciência de que controlar seu orçamento pode fazer a diferença no fim do mês. É o que alerta Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, em entrevista à Agência Brasil, onde explica que o ideal não é guardar somente o que resta no final do mês, mas sim reservar sempre uma quantia fixa.

Mesmo assim, a pesquisa indicou que, entre os poupadores, apenas 5% guardam o mesmo valor todos os meses, e cerca de 35% reserva apenas o que sobra após pagar as contas no mês.

Para investir nas sobras do mês, 60% das pessoas preferem utilizar a caderneta de poupança, seguido de 18% que preferem guardar o dinheiro em casa, 13% em fundos de investimento, 10% em previdência privada, 8% em certificados de depósito bancário, 4% no Tesouro Direto e 2% em dólar, apurou o Indicador Mensal de Reserva Financeira.

Dados da pesquisa indicam que quem guarda o dinheiro em casa prefere este método pela liquidez, ou seja, pela facilidade de utilizar este dinheiro quando necessário. A segurança também foi um fator mencionado.

Um pouco mais de um terço das pessoas reservam parte do seu orçamento para suprir eventuais emergências (34%), como uma doença ou morte de um familiar. Para 32%, o objetivo principal é garantir a estabilidade familiar no futuro, 28% para cobrir um eventual desemprego e 11% para garantir tranquilidade na aposentadoria.

Os dados também revelam que quatro (42%), a cada 10 brasileiros com reserva financeira, precisaram retirar parte desses recursos para suprir eventuais contas domésticas (13%) ou dívidas (9%).

 

Risco cardíaco do sedentarismo pode ser revertido com atividade física

Um recente estudo publicado pela revista científica Circulation, mostrou que pessoas de meia idade podem reduzir ou reverter os riscos cardíacos causados pelo sedentarismo, através da atividade física. Porém esse objetivo só poderá ser alcançado em longo prazo através de comprometimento. É preciso incluir as atividades físicas no cotidiano pelo menos cinco vezes na semana por aproximadamente dois anos.

Os pesquisadores acompanharam 53 adultos saudáveis com idade entre 45 e 64 anos que não praticavam atividade física regular, para poderem chegar a essa conclusão. Os participantes foram separados em dois grupos, onde uma parte dos voluntários iria seguir uma rotina de atividade física aeróbica com aumento de intensidade em um período de dois anos. Na outra parte eles praticaram yoga, musculação e exercícios equilibrados por três vezes na semana no mesmo período do primeiro grupo.

A parte que realizou exercícios aeróbicos apresentou uma melhora de 18% na absorção máxima de oxigênio durante os exercícios e de 25% na flexibilidade do ventrículo esquerdo do coração.

O segundo grupo não obteve os benefícios do primeiro. O autor do estudo e também diretor do Instituto de Exercícios e Medicina Ambiental, Benjamin Levine, disse que a chave para um coração saudável na meia idade é a dosagem certa de exercícios no momento certo da vida. Os resultados foram reversão de riscos cardíacos causados pelo sedentarismo para a maioria dos voluntários.

A rotina dos voluntários era de sessões de 30 minutos de exercícios, mais o aquecimento e o resfriamento do corpo. Entre os 3 primeiros meses eles praticaram apenas 3 sessões de exercícios moderados, após esse tempo foi incluída uma sessão de atividade aeróbica mais intensa.

Foi recomendada também uma sessão semanal de treinamento de força e aeróbico longo.

Levine disse em uma entrevista à BBC, que a principal mensagem do estudo é que a atividade física tem que fazer parte das nossas vidas tanto quanto a higiene pessoal.

O vice-diretor da faculdade de ciências da vida e medicina da King’s College London, Richard Siow, disse que o estudo também divide condições que são relacionadas a demência e a outros declínios cognitivos, devido a melhora da função cardíaca facilitar o fluxo sanguíneo para o cérebro.

 

Contabilidade no campo jurídico: sócio de Ricardo Tosto esclarece tema em obra lançada

Um dos sócios de Ricardo Tosto em seu escritório de advocacia, o advogado Carlos Henrique Crosara Delgado, lançou um livro que trata de duas modalidades de clientela do segmento contábil. Na obra, ele procurou esclarecer alguns pontos considerados espinhosos dentro do universo tributário, sobretudo no tocante ao âmbito internacional. A responsável por colocar a obra em circulação foi a editora especializada em assuntos jurídicos, a Lumen Juris. A noite de autógrafos foi realizada na cidade de São Paulo, onde o autor foi prestigiado por diversas pessoas na Livraria da Vila.

Uma das questões levantadas por Delgado em seu livro, trata justamente de um ponto relevante e que causa certa dificuldade aos profissionais do ramo: o IRFS, sigla que representa em tradução livre para o português “alguns padrões para se reportar relatórios financeiros”. Segundo o sócio de Ricardo Tosto, uma das formas de se conseguir trabalhar com esse tipo de modelo contábil é estudando continuamente o Código Tributário Nacional. O advogado e escritor defende a necessidade de se estar sempre por dentro das novidades que as autoridades do meio costumam implementar.

Para tratar do tema em questão, o parceiro profissional de Ricardo Tosto empregou um conteúdo disposto ao longo de 316 páginas. Dessa forma, estima-se que a publicação venha sustentar a formação de estudantes das áreas jurídica e contábil, ao passo que também embasará o trabalho de profissionais já atuantes em estabelecimentos desses dois tipos de segmentos. A obra tem seu valor inicial estipulado em R$ 88,00 e já foi distribuída para comercialização em livrarias.

O livro de Delgado encontra uma base sólida no Direito. Isso se deve ao fato do jurista ter se graduado na PUC de São Paulo, especializando-se também em Direito Tributário através da mesma instituição de ensino. Outros cursos, entretanto, compõe a formação do profissional, já que possui mestrado pela USP, além de outras certificações ligadas aos meios jurídico e contábil. Em sua rotina profissional, ele conduz causas relacionadas à área de contencioso, bem como processos decorrentes de tributos diversos. Seu trabalho inicial, no entanto, foi como gestor de uma corporação de grandes proporções.

No Leite, Tosto e Barros, o escritor trabalha com uma equipe de 300 outros profissionais. Tais colaboradores, contudo, estão lotados nas três unidades da advocacia, localizadas nos estados do Rio de Janeiro, Brasília e em São Paulo. Dentre os membros da organização jurídica fundada por Ricardo Tosto, há ainda a presença de um advogado cuja atuação é exclusivamente voltada à consultoria no campo jurídico.

Diversas áreas são contempladas pela advocacia onde Delgado atua, com destaque para os segmentos que cuidam de assuntos administrativos, bancários, comerciais, contratuais, dentre outros. O conglomerado de escritórios fundado por Ricardo Tosto foi citado positivamente em publicações de diretórios jurídicos internacionais nos últimos anos, como no caso do Latin Lawyer 250, que anualmente divulga análises de performances de estabelecimentos e profissionais atuantes no meio. O Legal 500 foi outra instituição avaliadora que em 2017 publicou pareceres explicando por quais fatores a empresa tem conseguido alcançar seus objetivos no período avaliado.

 

Ruídos altos de fábricas podem estar gerando estresse em aves

Um estudo recente foi divulgado pelo “Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS)”, mostrando que os barulhos gerados por indústrias de gás e petróleo, estão atrapalhando a reprodução de aves que vivem próximas a elas e que parecidos com a raça humana, esses pequenos animais podem estar sendo afetados e  sofrendo de estresse.

Os pesquisadores analisaram que essas aves afetadas pelos ruídos, apresentavam mudanças nas suas taxas de hormônio ligado ao estresse, o cortisol. Segundo os pesquisadores, essas mudanças estão ligadas à necessidade de maior vigilância e inquietude, que esses animais apresentam quando ficam expostos ao barulho das fábricas.

Foram observadas também algumas complicações na reprodução dos pássaros e em algumas ocasiões, a ninhada estava nascendo com atrofia. Foram observados também que alguns animais possuíam menos penas e um corpo menor, em comparação com outros pássaros que não vivem em locais próximos de fábricas barulhentas.

De acordo com um dos autores do estudo, o pesquisador Rob Guralnick, do Museu de História Natural da Flórida, os pássaros não conseguem identificar o que está ocorrendo no meio ambiente e com isso acabam ficando estressados. Ele ainda declarou que essa situação de estresse permanente acaba danificando a saúde humana, e no caso dos pássaros isso compromete por completo a saúde deles.

Os pesquisadores para tentar mensurar o efeito do ruído nos pássaros, estudaram três espécies que vivem e fazem a sua reprodução em regiões próximas das operações de gás e petróleo, que são realizadas nos Estados Unidos e pelo Departamento de Gestão de Terras no Novo México.

Foram espalhados 240 ninhos por doze regiões distintas, e os pesquisadores também tiraram amostras de sangue das aves em três situações variadas. Mas os exames mostraram que os pássaros estavam com baixas taxas de cortisol. De acordo com os cientistas, apesar de parecer que as aves não estavam estressadas, era justamente ao contrário. Os pássaros estavam em um estado tão alto de estresse, que o próprio organismo deles reduziram a produção de cortisol, como um meio de defesa. A pesquisa também mostrou que os resultados repetidos de taxas baixas de cortisol, também foram encontrados em ninhadas próximas à essa região.

O coautor da pesquisa, o fisiologista Christopher Lowry, também comentou que o resultado do estudo mostra coerência, em relação à algumas pesquisas que já foram realizadas em roedores e também em seres humanos.

 

2017 foi um excelente ano para a produção agrícola brasileira segundo o governo

 

A agricultura brasileira teve um ano excepcional em 2017 com uma supersafra de 238 milhões de toneladas de grãos. Um acontecimento histórico de acordo com o Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Mapa, Neri Geller.

Para o secretário, a maior atribuição do resultado e a associação dos fatores positivos colaboraram para estabelecer o país como um dos maiores em agronegócio no mercado global. O Plano Agrícola e Pecuário disponibilizou as ferramentas necessárias para o produtor trabalhar com segurança e tranquilidade, segundo o secretário.

A mobilização de recursos no balanço da Política Agrícola de 2017, alcançou os R$ 188,3 bilhões em crédito rural, operações de plantio, custeio e comércio para a safra 2017/2018. Foram R$ 550 milhões para o Seguro Rural e para o apoio ao comércio da Política de Garantia de Preços Mínimos foram R$ 1,4 bilhão.

Os recursos de investimento em armazenagem também estão assegurados em R$ 1,6 bilhão. O Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural, o Pronamp, disponibilizou R$ 18 bilhões para o custeio e R$ 3,7 bilhões para investimentos de um total de R$ 21,7 bilhões de acordo com Geller.

Uma parte integrante da Política Agrícola no ano passado, foi a modernização da produção agrícola. Geller lembra que o programa de Inovação Tecnológica possibilitou uma linha de crédito para a conectividade no campo, que ajudou na melhora da gestão das propriedades rurais através do acesso a internet e a informação. O programa de financiamento de equipamentos agrícolas precisos dispõe de R$ 1,26 bilhão com um limite por produtor de R$ 1,1 milhão.

A Modernização da Frota de Tratores e Implementos Associados a Colheitadeiras também foi outro fator de destaque segundo Geller, que teve uma ampliação de 82% e contando com R$ 9,2 bilhões. Esse programa dispões o financiamento de até 90% de implementos e máquinas agrícolas com um prazo de pagamento de até 84 meses. O limite de custeio por produtor é de R$ 1,5 milhão e o prazo para pagamento dos produtores de grãos é de 14 meses.

 

Recebimento de presentes em empresas sem ferir o compliance – com Bruno Fagali

Seguir à risca as normas de compliance de uma empresa pode ser uma tarefa bem mais complicada do que parece – tanto para os funcionários de grau hierárquico mais baixo, como para o alto escalão da organização. Tal situação fica ainda mais complicada o período de festividades de final de ano. A questão foi levantada por Antonio Carlos Hencsey, que atua como líder de práticas de Ética & Compliance da consultoria internacional especializada em governança, tecnologia, risco, auditoria interna, operações e finanças Protiviti, reporta o advogado Bruno Fagali.

Conforme sinaliza Hencsey: “O objetivo principal por trás da troca de lembranças e presentes é o fortalecimento das relações entre parceiros comerciais, todavia, o recebimento de mimos mais sofisticados, como ingressos para shows musicais ou teatrais e jantares em restaurantes famosos, podem desenvolver, no ambiente de trabalho, uma cortina inadequada de influências externas.”. O especialista ainda noticia que existe a necessidade de tomar algumas precauções ao receber presentes e lembranças dos fornecedores e parceiros, algo bastante comum durante o final do ano. Para Hencsey, o fato de um empregado ou diretor de empresa receber mimos de terceiros, pode acarretar mal-entendidos como recebimento de propinas. Além disso, a atitude pode desprestigiar a reputação da empresa e ferir as normas do código de ética e conduta da corporação, ressalta Fagali.

Contudo, é válido destacar que o recebimento de brindes de baixo valor – canetas, bloquinhos de anotação, canetas, pen drives, chaveiros e calendários, normalmente customizados com a logomarca da empresa – não podem ser enquadrados como gratificações suspeitas. Nessa categoria, salienta o expert em compliance, devem ser considerados os presentes com valor superior a R$ 150, pois, podem influenciar diretamente o discernimento e a objetividade das decisões comerciais do recebedor do presente, reporta Bruno Fagali.

Entre os cuidados que devem ser tomados para que a empresa continue íntegra em relação ao cumprimento das regras de compliance e ética, mas, ao mesmo tempo não aparente falta de cortesia diante o recebimento de mimos, estão: esclarecer a todos os colaboradores as normas de recebimento e oferecimento de presentes; e determinar um preço máximo para os presentes que podem ser aceitos, noticia o advogado. Conforme aconselha Antonio Carlos Hencsey, lembranças com valor superior a R$ 100 já não podem ser caracterizados como itens de baixo valor.

O especialista da Protiviti também enfatiza a necessidade de orientar os membros de níveis hierárquicos mais elevados a “darem o exemplo”. Para Hencsey, os líderes de empresa, em diversas situações, recebem presentes mais caros, como forma de estreitar os vínculos com parceiros da corporação – entretanto, também eles devem seguir à risca todas as normas estabelecidas. Ao receber um presente, pontua o especialista, mesmo o presidente da empresa deve seguir as orientações de compliance e reforçar a importância da prática para a organização. Embora o funcionário acredite que nunca irá se deixar influenciar pelos mimos recebidos, Hencsey alerta que ninguém consegue ser 100% neutro nesta situação e sempre existirá um vínculo ou conexão criado a partir dessa ação, reporta o sócio-fundador da FAGALI advocacia.

 

Salário mínimo em 2018 é de R$ 954 segundo decretado assinado pelo presidente

O decreto assinado pelo presidente da República Michel Temer no final de dezembro estabelecia o valor do salário mínimo para R$ 954 em 2018, um aumento de R$ 17 reais em relação ao anterior.

A publicação foi feita no Diário Oficial da União e sua validade passou a vigorar desde o dia 1º de janeiro deste ano. Esse foi o menor reajuste dos últimos 24 anos e também ficou abaixo da estimativa que o Congresso Nacional havia aprovado de R$ 965. O governo espera uma economia de R$ 3,3 bilhão este ano.

O decreto também estabelece um valor diário correspondente a R$ 31,80 e o valor da hora de R$ 4,34. O valor é 1,81% maior que o salário mínimo de 2017. No Brasil entre aposentados e pensionistas que recebem o benefício pagos em partes pelo governo federal totalizam 45 milhões de pessoas.

O valor baixo no reajuste do salário mínimo tem relação com a fórmula de correção realizada de um ano para outro, e leva em consideração a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior e o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

O cálculo de 2018 está somando o PIB de 2016 e o INPC de 2017. Como o PIB brasileiro em 2016 foi negativo a conta foi feita baseada somente pela variação do INPC. No caso o INPC teve 1,81% de variação estima o governo, e o percentual exato só foi informado em janeiro.

A variação do INPC foi de 1,80% entre os meses de janeiro e novembro do ano passado. A estimativa de variação do INPC foi de 2,16% no ano segundo a recente avaliação do Banco Central.

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que no ano passado o reajuste foi acima da fórmula determinada para o salário mínimo, devido a isso em 2018 esse excedente foi abatido.

Para o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o Dieese, o reajuste do salário mínimo ficou abaixo da variação do INPC, o que não ocorria a cinco anos.

Segundo o ministro, a lei é precisa na fixação da variação do INPC do ano anterior e o PIB de dois anos antes para corrigir o salário mínimo.